Heron Queiroz

Com as portas cerradas desde o dia 24 de junho, em cumprimento ao Decreto Municipal 21.673, de 22 de junho, da Prefeitura de Florianópolis, a Fesporte volta a trabalhar presencialmente a partir de quarta-feira (8).

Esta é a segunda vez que a Fesporte atua em teletrabalho (home office). A primeira foi em decorrência do Decreto Estadual 509/2020, quando as instituições públicas do Estado cumpriram o regime remoto desde o dia 18 de maio, por um mês. Agora, com o Decreto Municipal, são mais duas semanas cumpridas em casa.

A avaliação é de que o sistema não alterou a demanda de trabalho da instituição. “Temos cumprido via on-line tudo que poderíamos cumprir na sede. Atendimento, reuniões e até mesmo cursos têm sido realizados e aprimorados por nossa equipe. E mesmo voltando a abrir as portas, nosso sistema de trabalho virtual continuará acontecendo, para que as pessoas não necessitem sair de suas casas” explicou Godinho.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

 

FESPORTE 27 ANOS - PARTE 2

Nessa semana comemorativa aos 27 anos de Fesporte, vamos contando um pouco mais de sua história. Em especial, relatamos desta vez, nas palavras de Adalir Pecos Borsatti, o que mais que impulsionou a criação da Fundação Catarinense de Esporte.

“Fato curioso: nesse encontro, perante o grupo, o governador surpreendeu (pois ninguém imaginava) me convidando (Adalir Pecos Borsatti) para dirigir o esporte de seu governo. Salientou que muitas pessoas da política e do esporte só falavam em meu nome para o esporte. Confesso que fiquei lisonjeado e surpreso, porém respondi que eu tinha compromissos, já com muitos anos de trabalho, com a empresa Sadia e Prefeitura Municipal de Concórdia. Ele respondeu: Isso a gente resolve... E o assunto ficou por isso. 

“Quando voltei para minha cidade no dia seguinte, já circulava a notícia do convite. Na sequência, fui chamado pela direção da Sadia e pelo Prefeito de Concórdia, dizendo que tinha havido contato do governador e que eu deveria assumir o cargo e me colocariam à disposição. Vim para a capital e assumi o cargo de Diretor de Desportos da SED em 15 de março de 1991.

“Nesse processo, sem autonomia própria, nós dependíamos das decisões, burocracia e grandiosidade da SED. Tudo era muito demorado, complicado para liberações, etc., e nós já tínhamos um extenso calendário de eventos. O que nos favoreceu em parte foi a dinâmica do Secretario da Educação, a quem credito muitos feitos.”

Acompanhe, no decorrer da semana, a continuação da história da Fesporte. Veja amanhã os passos para a transformação, de Diretoria de Esporte para Fundação Catarinense de Desportos.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte 

FESPORTE 27 ANOS - PARTE 1

A segunda-feira (6 de julho) amanheceu festiva para o mais importante órgão do esporte catarinense. Há exatos 27 anos, a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) era criada pela Lei 9.131, e se tornou um dos modelos de gestão esportiva no país. 

Contando atualmente com 12 programas esportivos, que totalizam mais de 300 eventos anuais, a Fesporte envolve cerca de 250 mil atletas, nas áreas de alto rendimento, escolar e participação, em que se incluem deficientes, idosos e a sociedade em geral. A instituição cumpre um importante papel nas políticas públicas voltadas ao desporto catarinense.

Pecos fala do processo de criação da Fesporte, que começou em 1990 e se efetivou em 6 de julho de 1993, com a Lei 9.131                         Foto: Heron Queiroz

Confira a primeira parte do relato do idealizador da Fesporte e primeiro presidente, Adalir Pecos Borsatti. Aqui ele fala das primeiras movimentações que definiram a necessidade de criação de um órgão importante para o nosso esporte, iniciando pela criação da Diretoria de Esportes (Dide) na Secretaria de Educação.

“Em 1990, houve eleições para o Governo do Estado, sendo eleito para Governador, o Sr. Wilson Kleinubing. O governo anterior possuía 23 secretarias entre elas, a de Cultura e Esporte. O novo governador prometeu um enxugamento da estrutura governamental, diminuindo para somente 13 secretarias e com isso extinguiu a secretaria onde estava vinculada a área esportiva.

“Nós, incluindo um grupo de cerca de 20 pessoas, composto de lideranças políticas (deputados estaduais) e dirigentes esportivos (Conselho de Representantes e dirigentes municipais), marcamos uma audiência com o governador eleito (novembro/90), solicitando a não extinção da Secretaria de Cultura e Esporte.

“Nesse encontro, o governador eleito solicitou ao grupo, um voto de confiança da área esportiva a sua desafiadora administração para a reforma proposta e se comprometendo que futuramente (com saneamento do estado) nova estrutura poderia ser criada. Com isso, o esporte passou a ser somente uma Diretoria de Esporte (Dide), dentro da Secretaria de Estado da Educação. A Fundação Catarinense de Cultura também foi vinculada SED criada desde 1979.”

Diariamente, ao longo da semana, serão publicados neste site trechos da história da Fesporte. Acompanhe.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Confiram os três vídeos em que colaboradores parabenizam a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) pelos seus 27 anos de existência.

 

 

 

Como previsto no Decreto Estadual nº 562/2020, de 17 de abril, o próximo domingo (5 de julho) marca a possível abertura para realização de eventos cuja organização e realização sejam de responsabilidade da iniciativa privada, sem presença de público. A liberação efetiva, contudo, depende ainda das restrições impostas por cada Município. Assim, qualquer instituição privada que precise realizar um evento, deve antes consultar a prefeitura do município previsto para a realização.

Segundo o presidente da Fesporte, Rui Godinho, os eventos esportivos do calendário oficial da instituição seguem restritos. “Para a Fesporte, há ainda protocolos de segurança que estão sendo feitos para que possamos organizar nossas competições”, afirmou Godinho.

Destaca-se ainda que devam ser seguidos todos os protocolos de treinamento também. O consultor jurídico da Fesporte, Níkolas Bottós, reforça que a única suspensão para as competições privadas é da presença de público e que o decreto transfere para as prefeituras a liberação das competições. Bottós ainda coloca a consultoria jurídica da Fesporte à disposição para orientar o retorno do esporte em Santa Catarina com a maior segurança para os atletas.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

O envio do termo de compromisso para participar da 60ª edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc 2020), com prazo previsto para encerrar na última quinta-feira (2), foi prorrogado pela Fesporte e não tem novo prazo definido ainda.

Assim como todos os demais procedimentos de envio à Fesporte, por meio de sistema eletrônico, de documentos relativos à participação de municípios e atletas nos eventos esportivos promovidos pela Fesporte, não é diferente quanto aos Jasc 2020. A medida foi tomada tanto em função da pandemia de Covid-19, que deixou indefinido o calendário deste ano, quando em decorrência do ciclone bomba que atingiu grande parte do estado de Santa Catarina.

O gerente de esporte de rendimento da Fesporte, Luciano Heck, explicou que só poderá ser definido novo prazo a partir do estabelecimento de um novo calendário para 2020. No mês de maio, a Fesporte lançou três propostas de calendário, as quais submeteu ao governador Carlos Moisés. Os prazos de envio de documentos serão novamente estabelecidos assim que houver definição de calendário de eventos.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Fesporte pede aos gestores esportivos municipais um levantamento das estruturas esportivas danificadas devido ao ciclone bomba. 

A Fesporte prorrogou o prazo para os municípios enviarem à instituição o mapeamento de suas instalações esportivas (inventário), informações que farão parte do georreferenciamento das praças de esporte de todos os municípios catarinenses. Inicialmente previsto para o dia 30 de junho, os gestores esportivos municipais terão agora até 30 de julho para enviar à Fesporte as informações.  

Segundo o presidente da Fesporte, Rui Godinho, as informações sobre as estruturas esportivas de cada cidade será critério fundamental para a implementação de políticas públicas do governo estadual nos municípios catarinenses.

Além do trabalho de mapeamento, a Fesporte pede aos gestores esportivos municipais um levantamento das estruturas esportivas danificadas devido ao ciclone bomba que castigou Santa Catarina na terça-feira, 30 de julho, para as devidas providências do governo estadual. 

Mapeamento inédito no Brasil

Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) realiza um mapeamento inédito, junto a dirigentes municipais, de todas as instalações esportivas do estado. Quando o levantamento estiver pronto, Santa Catarina deve ser um dos primeiros estados brasileiros a ter um georreferenciamento das praças de esportes de seus municípios.

Após a coleta de dados, todas as informações de infraestrutura esportiva de Santa Catarina estarão disponíveis no site da Fesporte para serem consultadas pelo público, como quadras, campos de futebol, pistas, ginásios, canchas, piscinas, entre outras. Detalhes como dimensões das estruturas esportivas, banheiros, capacidade de público, vestiários, equipamentos, mapas de localização e fotos poderão ser vistos pelos usuários.

A coordenação do trabalho está sendo realizado pela Gerência de Políticas de Projetos Esportivos da Fesporte (Geppe), por meio dos coordenadores esportivos regionais, vinculados à entidade, que dão suporte aos gestores municipais neste levantamento.

Para o presidente da Fesporte, Rui Godinho, este levantamento irá possibilitar o desenvolvimento de estratégias que subsidiarão a elaboração de uma plataforma de gestão de indicadores de esporte e lazer no estado para delinear ações que promovam maior qualidade de vida à população catarinense.

 “O Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, mais uma vez está na vanguarda no Brasil no que diz respeito ao gerenciamento do setor esportivo. Este diagnóstico da realidade atual das instalações esportivas do estado servirá como um mecanismo para subsidiar a tomada de decisões relativas às políticas públicas catarinenses, bem como potencializar as práticas esportivas como geradoras de desenvolvimento. Depois que todo o processo de catalogação estiver concluído o usuário terá a infraestrutura esportiva catarinense na palma da mão”, reforça.

Na prática, segundo o presidente, o mapa do esporte catarinense será importante instrumento para saber quais as regiões que necessitam de maior investimento público e mostrar onde há infraestrutura adequada para a realização dos eventos da Fesporte, como Jasc, Joguinhos, Olesc, Parajasc, entre outros.

Como é feito o levantamento

 “As ações estão sendo realizadas de forma on-line por dirigentes municipais com apoio de nossos coordenadores esportivos. Eles acessam o nosso sistema, via ‘QR Code’, que direcionam a questionários com a solicitação de informações sobre as instalações esportivas. Depois que as informações são preenchidas, elas são enviadas para o nosso sistema. Depois passam por uma formatação didática e visual para uma melhor compreensão do público. A etapa seguinte é georreferenciamento, que ficará disponível no site da Fesporte”, esclarece Aline Floss, gerente da Geppe.

A ação atende a Lei na Lei Complementar n° 741, de 12 de junho de 2019, que diz que a Fesporte tem por objetivo fomentar, desenvolver e executar a política estadual de esporte e promover o inventário e a hierarquização dos espaços esportivos.

Texto: Antonio Prado/Ascom/Fesporte

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