Heron Queiroz

Encerrada a fase semifinal das modalidades coletivas dos Jogos Escolares de Santa Catarina para estudantes de 15 a 17 anos (Jesc 15-17). A expectativa aumenta e as finais prometem trazer muita emoção na manhã deste sábado (22). 

Às 9h, começam as decisões de terceiro lugar; às 10h, a tensão aumenta com a briga pelos títulos do basquete, futsal, handebol e vôlei, masculino e feminino. O destaque vai para Jaraguá do Sul, representado em quatro das oito decisões: três delas com o Colégio Evangélico Jaraguá e uma com a Escola Valdete Piazzera.

Confira as finais por modalidade

Basquete masculino

Colégio Evangélico Jaraguá (Jaraguá do Sul) X IEE (Florianópolis)

Local: IFSC - São Miguel do Oeste

Basquete feminino

Colégio Satc (Criciúma) X EEB Valdete Piazzera (Jaraguá do Sul) 

Local: Colégio La Salle Peperi

Futsal masculino

EEB João Mart. Veras (Joinville) X Colégio Evangélico Jaraguá (Jaraguá do Sul)

Local: CE GUARANI

Futsal feminino

EEB Rudolfo Meyer (Joinville) X EEB Lourdes Lago (Chapecó)

Local: GE Joni Gool

Handebol masculino

Colégio Salesiano (Itajaí) X EEB Laércio C. DE Andrada (São José)

Local: GE Colégio São Miguel

Handebol feminino

EEB Vidal Ramos JR. (Concórdia) X EEB João Goulart (Balneário Camboriú)

Unoesc

Vôlei masculino

EEB João Goulart (Baln. Camboriú) X EEB Anísio V. de Freitas (S. Amaro da Imperatriz)

Local: AABB

Vôlei feminino

EEB Sara C. Kleinkauf (Guaraciaba) X Colégio Evangélico Jaraguá (Jaraguá do Sul)

Ginásio Municipal

 

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Craque de futsal da Seleção Brasileira e Jimbee Cartagena, da Espanha, de férias em São Miguel do Oeste, aproveitou para assistir às competições dos Jesc e matar a saudade de um dos eventos que mais o influenciaram e estimularam a realizar o sonho de ser jogador profissional de futsal. No sábado (22), o jogador estará na final do futsal, no Ginásio do Guarani para acompanhar a final e fazer a entrega da premiação.

Ao se falar de Dione Alex Veroneze possivelmente poucos ou ninguém saiba de quem se trata, mas basta falar em Bateria para que aqueles mais ligados ao esporte, principalmente ao futsal, saibam que se trata de um dos mais importantes craques da Seleção Brasileira de Futsal na atualidade. Mas boa parte destes talvez não saiba que ele é catarinense, de Iporã do Oeste, viveu desde os dois anos na cidade de Palmitos e tem familiares em São Miguel do Oeste, sede da 11ª edição dos Jogos Escolares de Santa Catarina de 15 a 17 anos (Jesc 15-17).

Atualmente, Bateria mora em Cartagena, na Espanha, onde joga pelo Jimbee Cartagena. Antes disso, atuou três anos pelo Inter Movistar, da Região Metropolitana de Madri (2011 a 2014) e outros três no Barcelona (2014 a 2017). Uma contusão no joelho levou-o a um acordo com o Barça em rescindir contrato com o clube três anos antes do previsto. De volta ao Brasil, tratou a lesão com o fisioterapeuta da Seleção Brasileira de Futsal, Kleber Barbão, por um período de sete meses. Reabilitado, foi contratado pela equipe do Marreco, de Francisco Beltrão, no Paraná, onde atuou até agosto 2018, quando recebeu o convite para jogar no Jimbee.

O craque da seleção

O nome de Bateria sempre foi um dos cogitados como grande promessa do futsal brasileiro e possível sucessor de Falcão. A primeira convocação para a seleção brasileira de base foi aos 20 anos, em 2010, quando atuava no Joinville. Para a seleção principal, a convocação surgiu três anos depois, quando jogava pelo Inter Movistar. Em 2016, aos 26 anos, foi convocado para a Copa do Mundo de Futsal, na Colômbia. O Brasil não teve sucesso e foi eliminado pelo Irã nas oitavas de final. Ele atribui ao nivelamento do futsal em todo mundo, proporcionado principalmente por atletas brasileiros que atuam fora do país.

A base esportiva

Bateria aproveitou as férias e veio ao Brasil, mais precisamente a São Miguel do Oeste, terra de seus familiares e de sua esposa. Aqui, ele não poderia deixar de acompanhar as competições dos Jesc, isso porque ele já atuou em quase todos os eventos esportivos promovidos pela Fesporte. Ele conta que, no momento em que assiste a competições como esta, passa um filme na cabeça, lembrando sua trajetória, os jogos, o alojamento, o convívio com atletas e técnicos. Entre 2002 e 2004, competiu nos Jesc e no Moleque Bom de Bola, defendendo a Escola Felisberto de Carvalho, de Palmitos. Depois representou o município de São Miguel do Oeste nos Joguinhos Abertos e competiu também nos Jasc. “Todos esses jogos pelo estado me ajudaram e me fizeram continuar acreditando naquele sonho que eu tinha lá, moleque, que chegasse a ser um jogador profissional de futsal. Todo o aprendizado, toda essa competição, a participação nos jogos, a convivência com atletas, estudantes, isso foi superimportante para ser um jogador de futsal ou independente do que você possa ser no futuro, o mais importante é a participação nesse evento, e isso teve um peso enorme na minha carreira” disse o ala esquerda de 28 anos, da Seleção e do Jimbee.

A família

Mesmo distante, Bateria tem um apego muito grande à família. Ele explica que o apelido foi dado primeiramente ao pai, em função da loja de bateria de que era proprietário em Palmitos. Jogando no futebol amador da cidade, passou a ser tratado por Bateria. O pequeno Dione herdou então o apelido, primeiramente como Bateriazinha. “Agora adulto, me chamam também Bateria, causando uma confusão se se trata de mim ou do meu pai. Mas é sempre uma honra e orgulho, para mim, poder usar o nome (apelido) dele nas costas, porque ele é meu principal motivador, além de minha mãe. Sempre me apoiaram muito. Cheguei aonde estou porque eles acreditaram em mim”, destacou o craque.

Sempre que pode, Bateria promove palestras pelo Brasil, em pequenas e grandes cidades, divulgando o esporte e incentivando sua prática, com o sonho de ver o esporte e o país mais desenvolvidos. E se depender dele, os sonhos hão de se realizar.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

 

Ele já vivenciou o lado atleta nos eventos de base da Fesporte, como os Jogos Escolares (Jesc), os Joguinhos Abertos e o Moleque Bom de Bola. Atualmente, Douglas Fernando Tumelero o outro lado das competições: o do apito.

Bacharel, licenciado e pós-graduado em Educação Física, Douglas Tumelero tem-se dedicado à arbitragem de futsal, futebol e badminton, além de atuar como treinador em uma academia de sua cidade: Quilombo. Com 35 anos, Douglas está há cinco na arbitragem. Antes disso, jogava futebol e futsal. Começou numa escolinha entre os sete e oito anos de idade e jogou até os 25.

Foi pela Escola Professora Jurema Savi Milanez, nos anos 90, de Quilombo, que participou de eventos como os Jesc, ainda na antiga formação, sem versões por faixa etária, e do Moleque Bom de Bola, do qual foi vice-campeão, jogando em casa. Além disso, também representou o município nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina.

E foi justamente em Quilombo, numa etapa microrregional dos Jesc 12-14 que ele teve sua primeira atuação como árbitro, nervoso e preocupado em ter uma boa experiência e fazer boa arbitragem. Hoje se diz muito tranquilo nas atuações, sobretudo na relação com os atletas, o que ele atribui ao fato de também ter sido atleta e compreender o momento.

Para Douglas, é importante que o jogador tenha noção da visão da arbitragem. “Eventos como os Jesc, além de ajudar na educação dos atletas permite que eles tenham compreensão das regras esportivas e adequação a elas. Isso é importante para uma carreira mais sólida e duradoura”, destacou ele.

Douglas tem como meta ainda chegar a árbitro nacional. Para isso, procura atuar bem para ser visto e valorizado. Casado e pai de uma filha, ele diz que uma das maiores dificuldades é abrir mão do convívio da família, principalmente aos fins de semana, em função dos eventos esportivos.

Sobre um dos assuntos da atualidade esportiva, o uso do VAR (video assistant referee ou árbitro assistente de vídeo), ele diz que precisa evoluir bastante, mas está no caminho para deixar o futebol mais justo e defende que futuramente possa ser também aplicado ao futsal.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

A professora Marilei Lourenssi Oliveira conseguiu classificar pela primeira vez para a etapa estadual dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) de 15 a 17 anos, em São Miguel do oeste, as meninas do futsal da Escola Padre Antônio Vieira, do município de Anita Garibaldi. Isso é fruto de um projeto de autoria dela que, cada vez mais, vem dando frutos e revelando talentos.

Para quem acompanha as competições de esporte de base e observa o técnico à beira da quadra, do campo ou de qualquer outro espaço esportivo, com aquele jeito de pai ou mãe, ora dando bronca, ora incentivando, abraçando, comemorando ou chorando com os atletas, pela derrota ou pela vitória, muitas vezes não se dá conta do caminho trilhado para criar e manter um projeto esportivo de base, propondo aos jovens ações de inclusão. É um trabalho difícil, sobretudo quando se trata de instituições e municípios com poucos recursos. Resta ao profissional de Educação Física muita abnegação, força de vontade e criatividade.

Um bom exemplo desse profissional é a professora Marilei Lourenssi Oliveira, que há 17 anos se dedica ao projeto de futsal e futebol para as meninas do município de Anita Garibaldi, na região serrana catarinense. Marilei conta que começou na rede particular, enfrentando preconceito e tentativas de frustração do projeto. Em 2010, efetivou-se servidora do Município, vinculando o projeto à Escola Padre Antônio Vieira, onde conta com cerca de 100 alunas. Para isso, ela mesma buscou patrocínios. Atualmente, somam-se 13 apoiadores que patrocinam de forma financeira ou de fornecimento de alimentação e serviços como assistência dentária, contabilidade e academia. 

 Futsal feminino da Escola Pe. Antônio Vieira, de Anita Garibaldi, pela primeira vez no estadual dos Jesc 15-17 (Foto: Heron Queiroz)

  

Um projeto que começa a dar frutos

Além dos patrocinadores, Marilei destaca a importante parceria com as Leoas da Serra, clube de futsal de Lages que está entre os melhores do mundo. O clube cede ao projeto materiais esportivos como tênis, camisetas, calções, meias e luvas. Em troca, abre as portas para que meninas a partir de 16 anos possam ingressar na equipe lageana. As Leoas da Serra participarão dos Joguinhos Abertos deste ano, e contarão com cinco meninas de Anita Garibaldi no elenco: a Goleira Natália de Medeiros, a pivôs Maria Eduarda de Jesus e Francine Goulart, a ala direita Vitória Mendes e a central Ingrid Neri.

Apesar de ser a primeira participação da Escola Padre Antônio Vieira na etapa estadual dos Jesc 15-17, representando Anita Garibaldi, o projeto vem rendendo frutos nos últimos anos, pois já teve participação nos Jesc 12-14 e no Moleque Bom de Bola de 2018, ficando em quarto lugar.

Marilei ainda contribui com o projeto recebendo meninas com menos condições financeiras para morar com ela. Hoje há duas jogadoras, mas conta que chegou a haver cinco. 

 

Marilei Oliveira comanda um projeto de esportivo com cerca de 100 meninas em Anita Garibaldi (Foto: Arquivo)

 

O apoio aparece quando o preconceito diminui

Dedicando-se durante 17 anos ao futebol e futsal femininos, a técnica disse que já sofreu muito preconceito e dificuldades como falta de apoio. “O futebol feminino no Brasil ainda precisa de muito incentivo, mas nos últimos tempos tem apresentado um avanço neste sentido. Futuramente pode estar bem melhor”, disse ela.

A professora Marilei é um exemplo de muitos profissionais da Educação Física que desdobram seu dia a dia para o desenvolvimento do esporte nos municípios, escolas e comunidades de Santa Catarina e para oferecer a jovens e crianças oportunidades, respeito e inclusão social.

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Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

 

Talvez ela não imaginasse que sua vida mudaria em tão pouco tempo e que se tornaria uma das jogadoras de futebol e futsal mais disputadas pelos olhos clínicos de técnicos de esporte de base em Santa Catarina. Maiara Carolina Niehues, nasceu em Itapiranga, na afastada comunidade de São Ludgero. Filha de agricultores, ela cresceu entre as plantações de milho e fumo e os jogos de várzea para onde ia assistir ao pai. Não demorou dar os primeiros chutes. Hoje, defendendo a Escola Lourdes Lago, de Chapecó, participa dos Jesc 15-17 em São Miguel do Oeste. Na tarde desta quarta-feira (19), a equipe venceu a Escolar Antônio Morandini, também de Chapecó, por 3 a 0. Maiara destacou a importância dos Jesc por oferecer oportunidade a jovens atletas em projetar carreira esportiva em equipes de destaque.

Sua história no futebol começou entre os sete e oito anos de idade, quando já havia trocado as bonecas por bolas. E foi nessa época, jogando e driblando os garotos em campo de areia, quando o treinador da Escolinha Genoma Eldorado a levou para treinar. Foi em 2017, aos 12 anos, jogando pela Escola Santo Antônio, que, nas competições da fase municipal do Moleque Bom de Bola, a Escola São Vicente, do centro de Itapiranga a convidou para se matricular e competir na etapa estadual.

Distante do centro de Itapiranga quase 50 km, a garota saía às 6h da manhã, ia de moto até a Linha Santo Antônio, onde pegava o ônibus para o centro de Itapiranga. Persistente, a atacante, com suas passadas largas, explosão e chute forte, foi fundamental para levar a Escola São Vicente à final contra a Escola Vidal Ramos, de Concórdia. As meninas de Itapiranga foram vice-campeãs, mas a garota da comunidade de São Ludgero acabou recebendo o convite da técnica Ana Paula Deitos para estudar na Escola Vidal Ramos e fazer parte do projeto do Clube de Futsal e Futebol de Campo Feminino de Base da Associação Concordiense de Futsal Feminino (Acoff). Morando num apartamento com outras quatro meninas, longe da família, passou cerca de um ano em Concórdia e teve várias conquistas em 2018, como os títulos dos Jesc 12-14, da Olesc, no futsal, e do Moleque Bom de Bola, no futebol, além do vice-campeonato nos Jogos Escolares da Juventude, em Natal. 

Durante a Olesc 2018, o técnico Amauri Giordan, da Adell/Chapecoense (projeto de parceria entre a Escola Lourdes Lago, de Chapecó, e a Associação Chapecoense de Futebol), observou a jogadora. No fim de 2018, ele entrou em contato com o pai de Maiara para convidá-la a participar do Torneio de Desenvolvimento da Conmebol - Categoria Sub-16, conquistando o terceiro lugar. De volta a Concórdia, não demorou muito para que Giordan voltasse a procurar a família de Maiara, então com a proposta de transferência definitiva para Chapecó. Em maio deste ano, já estava participando da Copa Nike Sub-15, com mais um terceiro lugar conquistado.

Habilidade, velocidade, força, explosão e muita dedicação: Maiara é quase completa (Foto: Heron Queiroz)

 

Inspiração em craques motiva a busca dos sonhos

Inspirada por Marta, Cristiane, Neymar e Messi, a menina tímida vai se desprendendo e mostrando a joia rara que tem se tornado para o futsal e futebol femininos de Santa Catarina. Maiara destacou a importância da família, em especial, do pai. Ela conta que ele teve de parar de trabalhar na lavoura, em decorrência de problemas na coluna. Isso a fez querer largar o futebol para ajudar o pai, mas ouviu dele que ela tinha que buscar seus sonhos. “Quem tem um sonho não deve desistir por qualquer coisa que acontece”, disse Maiara. No auge de seus 14 anos de idade, dona de uma beleza que poderia levá-la ao mundo da moda, ela alega que não largaria o futebol por nada. Quer fazer realizar seus sonhos no esporte e poder ajudar a família.

Depois dos Jesc, Maiara estará focada no Brasileiro Sub-18, que inicia em julho, envolvendo clubes de expressão do futebol brasileiro.

Em dois anos atuando em competições de base em Santa Catarina, Maiara já é uma forte aposta no futsal e futebol feminino, e junta-se agora ao competente grupo do Colégio Lourdes Lago, que já tem título de campeão mundial, conquistado em 2018, em Israel.

 

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Mais de 2 mil pessoas estiveram presentes no Parque de Exposições Rineu Gransotto para a cerimônia de abertura da fase de modalidades coletivas dos 11os Jogos Escolares de Santa Catarina de 15 a 17 anos (Jesc 15-17), na noite dessa terça-feira (19).

Escolas das 36 microrregiões do estado estavam representadas por atletas que fizeram o desfile das delegações. Entre as autoridades presentes, estavam o presidente da Fesporte, Rui Godinho da Mota; o prefeito de São Miguel do Oeste, Wilson Trevisan; e o secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni.

O cerimonial também mostrou algumas atrações culturais de São Miguel do Oeste, como apresentações de dança com as crianças do Projeto Atleta na Escola e a dupla sertaneja Igor e Júnior, além da execução do Hino Nacional Brasileiro na voz de Marcionei de Abreu. 

O atleta de futsal Herbert Leandro Botzan, campeão estadual dos Jesc, em 2018 representando o Colégio São Miguel, foi quem conduziu o fogo simbólico ao acendimento da pira. E a atleta de basquetebol da Escola La Salle Peperi, Laura Seara Ody, campeã da Olesc e do Estadual sub-17, em 2017, pronunciou o juramento do atleta.

O presidente Rui Godinho agradeceu a presença das delegações e o trabalho das pessoas voltadas à realização do evento. “Participar é importante, e participar conquistando vitórias é muito mais. Deem o melhor de si”, disse ele dirigindo-se aos atletas, que buscam vagas para a etapa nacional dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ), que acontece em novembro, na cidade de Blumenau. Em entrevista ao fim da cerimônia, ele destacou a improtância do envolvimento da Secretaria da Educação nesse projeto inclusão do jovem por meio da prática esportiva.

O secretário Natalino Uggioni destacou a satisfação com parceria entre Fesporte e Secretaria da Educação, com o objetivo de fortalecer o esporte escolar em Santa Catarina. “Projetos como os Jesc promovem habilidades socioeducacionais, como foco, determinação, humildade e perseverança. Elas são bastante válidas para o desenvolvimento da cidadania e das ações de trabalho”, completou Uggioni.

                                Confira em vídeo, os melhores momentos da abertura

“O esporte promove integração e respeito entre as pessoas além de tirar as pessoas das ruas e mantê-las mais próximas à família”, enfatizou o prefeito Wilson Trevisan.

Rui Godinho (C), o prefeito Wilson Trevisan (E) e o secretário Natalino Uggioni (D) fizeram a declaração oficial de abertura dos Jesc 2019 (Foto: Heron Queiroz)

As competições seguem até sábado (22), nas modalidades de basquete, futsal, handebol e vôlei, no masculino e no feminino. Os Jesc são um evento do Governo do Estado, realizado por intermédio da Fesporte, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e Prefeitura de São Miguel do Oeste.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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