Todo mundo sabe que criança adora um brinquedo né verdade? E quando o brinquedo é uma bicicleta, então, nem se fala, pois a bicicleta tem uma gama de representatividade para os pequenos como o domínio do próprio corpo por meio do equilíbrio, que gera confiança e autoestima, possibilidade de exploração de lugares e conexão social com os amigos.
Pois essas experiências em duas rodas são a realidade dentro de um projeto denominado Ciclismo nas Escolas, desenvolvido no município de Itapema pela Associação Pedala Itapema. O projeto acaba de receber apoio do Programa de Incentivo ao Esporte (PIE), do Governo de Santa Catarina por intermédio da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte).
Cerca de 120 estudantes são beneficiados
O Pedala Itapema atende cerca de 120 adolescentes, que dentro das escolas do município aprendem, na teoria e na prática, todas as nuances do ciclismo. De acordo com a proposta aprovada pelo PIE o projeto Ciclismo nas Escolas consiste na ampliação de núcleos de iniciação esportiva no contraturno escolar para adolescentes de 11 a 17 anos da rede publica municipal de Itapema, buscando integrar o ciclismo como ferramenta de promoção da saúde, inclusão social e desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, alinhando-se aos objetivos e diretrizes estabelecidos pelo PIE.
Desta feita estudantes da rede municipal de ensino recebem aulas gratuitas em cinco escolas que congregam a iniciativa, que incluem as escolas Prefeito Francisco Victor Alves, Luiz Francisco Vieira, Escola Vereador Paulo Reis, Escola Educar e Escola Maria Linhares de Souza. Nelas os estudantes utilizam metodologia estruturada, segura e inovadora, que combina o uso de tecnologia de Rolos Inteligentes com treinos práticos em vias públicas devidamente monitoradas.
“Apoio do PIE faz a diferença”
Para Paulinho Camargo, secretário de esporte de Itapema, o apoio do PIE às iniciativas esportivas, está fazendo a diferença para o esporte catarinense. “E aqui no Pedala Itapema já estamos vendo os resultados”, destaca. “O apoio do PIE ao Projeto Ciclismo nas Escolas está sendo bastante positivo, pois ele está promovendo momentos diferenciados nas aulas de educação física. Digo que está sendo enriquecer”, complementa Gisele Pereira, diretora da Escola Prefeito Francisco Victor Alves.
O enriquecimento de aprendizagem no projeto, aliás, inclui também preparação técnica e pedagógica dos alunos para participação nos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc), evento da Fesporte, fortalecendo a cultura esportiva escolar e a identificação de talentos, sem qualquer caráter de seleção ou exclusão, conforme as diretrizes do PIE.
Projeto combate sedentarismo
De acordo com os organizadores do Projeto Ciclismo nas Escolas, a iniciativa esportiva contribui para combater o sedentarismo, reduzir o uso excessivo de telas e previne agravos de saúde física e mental, além de atuar como fator de proteção social, especialmente em comunidades com maior vulnerabilidade. “Ao oferecer uma atividade estruturada e qualificada no contraturno escolar, promove a melhoria da qualidade de vida, amplia as oportunidades de participação esportiva e estreita os laços entre escola, comunidade e famílias”, finaliza Márcio Mala, diretor do Pedala Itapema.
O PIE tem como objetivo fomentar o esporte em diferentes contextos, incentivando projetos em escolas, clubes e instituições. Por meio do programa, entidades podem captar recursos via incentivo fiscal, permitindo que empresas destinem parte do ICMS para apoiar iniciativas esportivas aprovadas.
Assessoria de Comunicação da Fesporte
Jornalista Antonio Prado
Telefone: (48) 3665-6127
O Programa de Incentivo ao Esporte (PIE), do Governo de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), está beneficiando cerca de 200 crianças e adolescentes, com idades de até 15 anos, com a prática de basquetebol em Florianópolis. A iniciativa integra o Projeto IBBC (Instituto Baby Basquetebol Cidadania) – Projeto Núcleos de Basquetebol Comunitário – Esporte Educacional.
O projeto é desenvolvido no Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (Cefid), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e tem a parceria com o Núcleo de Pesquisa em Pedagogia do Esporte (NuPPE) da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc).
Valorização do esporte
A proposta tem como foco o resgate e a valorização do esporte educacional como ferramenta de formação cidadã. A ação também servirá de base para futuras iniciativas, como o projeto de apoio à saúde mental no esporte educacional, em parceria com a Ufesc/NuPPE.
Recentemente, o diretor de Políticas e Projetos Esportivos da Fesporte, Jorge Davi, e o responsável pelo PIE na instituição, Leonardo de Lucca, visitaram as instalações do projeto no ginásio do Cefid, no bairro Coqueiros. A comitiva foi recebida pelo coordenador do IBBC, professor Gilberto Vaz.
Durante a visita, os representantes acompanharam as atividades desenvolvidas com os participantes, que vão além do ensino técnico da modalidade. O projeto busca promover valores como cidadania, participação social e senso de pertencimento, utilizando o basquetebol como ferramenta educativa.
Intercâmbio internacional
Segundo Gilberto Vaz, a iniciativa também trabalha o desenvolvimento comportamental dos jovens por meio dos chamados “5 Cs”: competência, confiança, conexão, caráter e cuidado. “O PIE veio para ajudar muito. Ele mudará para melhor o esporte de Santa Catarina”, destacou.
Além do impacto local, o projeto já alcança intercâmbio internacional. Um grupo de 70 crianças e adolescentes está confirmado na disputa da Miami Basketball Cup, que será realizada entre os dias 20 e 27 de março, nos Estados Unidos. A competição, organizada pela World Basketball Foundation, reunirá equipes de dez países nas categorias sub-12 a sub-19.
Fomentar o esporte
A delegação da Udesc Cefid/IBBC contará com três equipes: duas femininas (sub-14 e sub-16) e uma masculina (sub-14). Durante a viagem, os atletas também participarão de atividades de treinamento no Miami Heat Camp, ampliando a experiência esportiva e educacional.
O PIE tem como objetivo fomentar o esporte em diferentes contextos, incentivando projetos em escolas, clubes e instituições. Por meio do programa, entidades podem captar recursos via incentivo fiscal, permitindo que empresas destinem parte do ICMS para apoiar iniciativas esportivas aprovadas.
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Sabe-se que o esporte adaptado promove uma série de benefícios fundamentais para pessoas com deficiência, impactando não apenas a saúde física, mas também aspectos emocionais, sociais e até profissionais. Ele é uma ferramenta poderosa de transformação, promovendo saúde, autonomia e inclusão de forma ampla e significativa.
E são essas experiências que os cerca de 15 atletas do Projeto Educando Através do Atletismo Paralímpico, da Associação Paradesportiva de Deficiência de Joinville (Apadi), estão vivendo no dia a dia nas pistas adaptadas da Associação Desportiva Embraco (ADE) e Associação Atlética Tupy (AAT). O Projeto tem o apoio do Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) via Programa de Incentivo ao Esporte (PIE)
Dinâmicas inclusivas
O grupo – composto por crianças (a partir de oito anos de idade) e adolescentes, com diagnostico de transtorno do espectro autista (TEA), deficiência intelectual (TI) ou síndrome de down, matriculadas na rede regular de ensino – tem aulas três vezes por semana no contraturno escolar que incluem vivências dinâmicas, inclusivas e supervisionadas (por professor de educação física) nas diferentes provas do atletismo paralímpico.
A metodologia das ações do projeto está baseada em três fases complementares: A primeira é a Vivência Esportiva, em que visa aproximar os alunos do universo esportivo de forma lúdica e inclusiva por meio de atividades corporais que estimulem a experimentação. A segunda é a Fundamentação Esportiva, com o intuito de ampliar o repertório motor e introduzir fundamentos do atletismo paralímpico de forma acessível com as atividades voltadas à construção de habilidades básicas com ênfase ao entendimento de regras e estruturas das modalidades.
E por fim a terceira fase, que é a Aprendizagem da Prática Esportiva, em que os participantes serão inseridos em situações que simulem treinos e competições adaptadas, respeitando os limites individuais e o ritmo de evolução com o objetivo de consolidar o aprendizado e promover o protagonismo esportivo dos participantes.
Promoção da formação esportiva
De acordo com Gustavo Pazinato, coordenador da Apadi, que foi fundada no final de 2019, essas metodologias do projeto, apoiado pelo PIE, visa proporcionar um ambiente seguro e acolhedor que estimule o desenvolvimento integral dos participantes, “além de promover formação esportiva com foco educacional, inclusão social, saúde e cidadania”.
Com participação em eventos organizados pela Fesporte como Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) e Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), Pazinato destaca ainda que o projeto da Apadi beneficia um grupo de pessoas, muitas vezes excluídas, já que crianças e adolescentes com TEA e com deficiência intelectual enfrentam grandes barreiras no acesso a prática esportiva qualificada, segura e inclusiva, destacando que a ausência de oportunidades adequadas contribui para altos índices de sedentarismo, isolamento social e dificuldades no desenvolvimento físico, cognitivo e socioemocional.
Desenvolvendo o socioemocional
Gustavo lembra ainda que o Relatório de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas de 2022 destaca que a vivência de atividades físicas na infância é decisiva para o bem-estar ao longo da vida. “E o Projeto Educando Através do Atletismo Paralímpico responde a essa demanda, promovendo inclusão real e formação esportiva. Essa inclusão se dá pelas ações do dia a dia do projeto que busca estimular o desenvolvimento motor, cognitivo e socioemocional dos participantes; fortalecer a autoestima e o senso de pertencimento por meio da pratica esportiva regular, além de vivências lúdicas e educativas nas provas do atletismo paralímpico”.
Para Fayola Bueno da Silva, Diretoria de Paradesporto da Fesporte, Santa Catarina já é um estado de grandes nomes no paradesporto. “Temos atletas que representam o Brasil no cenário nacional e internacional, conquistando resultados que orgulham todo o nosso povo. Mas sabemos que o talento não nasce pronto. Ele precisa de oportunidade, estrutura e políticas públicas consistentes. E é exatamente isso que PIE representa para o paradesporto catarinense”.
Fortalecendo o paradesporto
De Acordo com Fayola o programa é uma das principais ferramentas do Governo do Estado para fortalecer o paradesporto, ampliar o acesso e garantir continuidade aos projetos nos municípios. “Ele conecta gestão pública, entidades e profissionais, criando oportunidades reais para pessoas com deficiência em todas as regiões”, finaliza.
O PIE tem como objetivo estimular a prática esportiva e fortalecer a implantação de projetos em escolas, associações esportivas, clubes e instituições de ensino. Por meio do programa, entidades podem submeter propostas e captar recursos via incentivo fiscal, permitindo que empresas destinem parte do ICMS devido ao Estado para apoiar iniciativas aprovadas.
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Duas equipes tradicionais do futsal catarinense começam o ano de 2026 fortalecidas com apoio de peso do Programa de Incentivo ao Esporte (PIE), programa do Governo de Santa Catarina, via Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte). Trata-se do Joaçaba Futsal, equipe gerida pela Associação Joaçaba de Esporte e Cultura (AJEC) e Associação dos Pais dos Atletas de Futsal de Florianópolis (Apaff).
Ambas as equipes disputam o campeonato catarinense de futsal e por meio do PIE conseguiram apoio para participar do campeonato e também de outras ações durante o ano, já que um dos objetivos do programa da Fesporte é estimular a prática esportiva e fortalecer a implantação em associações esportivas e clubes. Por meio do programa o Joaçaba Futsal e Apaff submeteram seus projetos esportivos e conseguiram recursos financeiros de empresas privadas via incentivo fiscal, em que as empresas destinaram parte do ICMS devido ao Estado para apoiar iniciativas aprovadas pelo PIE.
Estreia no Catarinense
O Joaçaba futsal estreia na Série Prata do Campeonato Catarinense no dia 21 de março, às 19h, no Centro de Eventos da Unoesc, contra a Pinhalense Futsal, enquanto que Apaff estreia sua participação fora de casa contra o Lages Futsal pela Série Ouro às 19h no Ginásio Jones Minosso.
A Apaff foi fundada em 1998, pelo Sr. Vilmar Campana, com objetivo de promover a educação de crianças por intermédio do esporte e contribuir na formação de futuros craques. Campana dedicou sua vida ao esporte e acreditando no potencial da modalidade como agente transformador na vida das pessoas.

Apaff, de Florianópolis (Foto: Ascom Apaff)
Já o Joaçaba Futsal, por sua vez, foi Fundado em 31 de Janeiro de 2001, por iniciativa de jovens empresários e ex-jogadores de equipes extintas para sanar uma ausência de quatro anos sem representante de um time de futsal do município no campeonato.
“O PIE é inovador”
O presidente da equipe, Maicon Bortoluz, destaca que a temporada de 2026 marca um momento de reformulação significativa dentro e fora das quadras. Segundo ele, o time passa por mudanças estruturais enquanto se prepara para representar a região do meio-oeste catarinense em importantes competições do calendário esportivo. Entre elas estão o Campeonato Catarinense Série Prata, a Liga Nacional de Futsal, a Copa da Liga e os Jogos Abertos de Santa Catarina.
De acordo com Bortoluz, a participação em competições desse porte exige investimentos consideráveis. Por isso, o dirigente ressalta a importância do apoio obtido por meio do Programa de Incentivo ao Esporte (PIE), iniciativa do Governo de Santa Catarina. “O programa é inovador e contribui diretamente para o planejamento financeiro da equipe, além de fortalecer não apenas o futsal de Joaçaba, mas também o desenvolvimento do esporte em todo o estado”, afirmou.
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Organizados pela Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) os Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti) 2026 registram um crescimento recorde de inscrições. As inscrições para as etapas microrregionais da competição, que reúne atletas a partir de 60 anos, foram encerradas na terça-feira (10/3) com números que confirmam a força do esporte voltado à população idosa em Santa Catarina. Ao todo, a competição reunirá 7.105 atletas e 1.918 dirigentes e técnicos, nas 36 microrregionais representando 239 municípios catarinenses.
Em comparação com a edição de 2025, o evento registrou crescimento significativo, com 1.344 participantes a mais e a adesão de 18 novos municípios. O aumento supera as expectativas da organização e evidencia a ampliação e valorização dos Jogos em diferentes regiões do estado.
Microrregional é a primeira etapa
Com o encerramento das inscrições, a expectativa agora se volta para o início das disputas das etapas microrregionais – que serão realizadas entre 11 a 28 de março – que reunirão atletas de diversas regiões do estado em um ambiente de integração, promoção da saúde e qualidade de vida para a população idosa. A etapa estadual está prevista para 17 a 21 de abril em Joinville
Os Jasti seguem um sistema de etapas classificatórias organizado pela Fesporte para garantir a participação de municípios de todas as regiões do estado até chegar à fase final. O modelo prioriza a descentralização e amplia o acesso de atletas da terceira idade à competição.
A Etapa Microrregional é a primeira fase da competição. Nela participam os municípios pertencentes a uma mesma microrregião esportiva, conforme a divisão administrativa da Fesporte. Nesta etapa participam municípios próximos geograficamente com cada cidade inscrevendo seus atletas nas modalidades da competição. Os melhores classificados de cada modalidade avançam para a etapa seguinte, que é a etapa estadual.
Etapa Estadual (finais). É a fase decisiva da competição, reunindo os classificados das etapas microrregionais. Nesta etapa participam os melhores atletas da terceira idade do estado. Fazem parte da programação as modalidades de atletismo, dança de salão, dança coreográfica, dança popular, beach tennis, canastra, dominó, bocha, truco, karatê, e voleibol adaptado.
Atleta de 94 anos participará da competição
Entre as histórias que marcam esta edição está a participação de Anselma Elisabeth Fusinato, de 94 anos, representante do município de José Boiteux. Ela chega como a atleta mais experiente inscrita na competição, tornando-se um exemplo de vitalidade, superação e incentivo à prática esportiva na terceira idade.
De acordo Wilian Scheffer, Gerente de Esportes de Participação da Fesporte, os números e as trajetórias dos participantes reforçam a confiança da comunidade esportiva catarinense no atual momento do esporte no estado, caracterizado pelo diálogo, organização e fortalecimento das políticas públicas voltadas ao setor.
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O presidente da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), Jéferson Ramos Batista, e o diretor de Políticas e Projetos Esportivos da entidade, Jorge Davi, estiveram na manhã desta quinta-feira (12) no município de Balneário Rincão para visitar e acompanhar as atividades do Projeto Ondas da Inclusão, realizado pela Associação de Surfe do Balneário Rincão. A iniciativa conta com apoio do Programa de Incentivo ao Esporte (PIE), gerenciado pelo Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte.
O PIE tem como objetivo estimular a prática esportiva e fortalecer a implantação de projetos em escolas, associações esportivas, clubes e instituições de ensino. Por meio do programa, entidades podem submeter propostas e captar recursos via incentivo fiscal, permitindo que empresas destinem parte do ICMS devido ao Estado para apoiar iniciativas aprovadas.
Criado em 2013, o Projeto Ondas da Inclusão oferece aulas gratuitas de surf e stand up paddle duas vezes por semana para cerca de 30 crianças e adolescentes da comunidade. A iniciativa também atende participantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e foi uma das primeiras a serem executadas com apoio do PIE. No projeto, os alunos participam de atividades de iniciação ao surf e adaptação ao meio líquido, entre outras atividades.
Avanço significativo no projeto
Coordenador do projeto, Danilo Lopes Nasário destaca que a chegada do PIE representou um avanço significativo para a iniciativa. “Desde que iniciei este projeto sempre enfrentei muitas dificuldades, mas mantive o trabalho com muito empenho. Quando soube que a Fesporte lançaria um edital para captação de recursos, elaboramos a proposta e fomos aprovados. Foi uma grande realização, pois, com o apoio do PIE, conseguimos adquirir pranchas, stand up paddles, camisetas, bonés e outros materiais”, afirmou.
Segundo Lopes, o apoio também contribuiu para fortalecer o trabalho pedagógico desenvolvido com os participantes. “Conseguimos montar uma equipe excelente, com educador físico e estagiário, que tem ajudado muito nas atividades. Para as crianças do Balneário Rincão, essa oportunidade é muito importante. Mesmo vivendo no litoral, elas não tinham acesso a uma escola de surf com apoio oficial”, ressaltou.
Para o presidente da Fesporte, Jéferson Batista, apoiar iniciativas como a da Associação de Surfe do Balneário Rincão tem um significado especial. Segundo ele, o surf é uma importante ferramenta de inclusão para crianças que vivem em regiões litorâneas. “Além de ser uma atividade ligada à natureza, o surf promove benefícios físicos, emocionais e sociais que contribuem para a integração e o desenvolvimento pessoal”, destacou.
A atleta Maryele Cardoso, apoiadora do projeto e que recentemente participou do Campeonato Mundial de Parasurf, na Califórnia, representando Santa Catarina e o Brasil, também destacou a importância do incentivo. “Quero agradecer à Fesporte por esse apoio tão importante para o nosso surf”, afirmou.
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