Na tarde desta quarta-feira, 7, a equipe de Blumenau subiu ao pódio para receber o troféu de campeã no vôlei masculino dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), em Lages. O time venceu Chapecó por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 30/28 e 25/21. A cidade de Joinville ficou com o terceiro lugar.

O grupo comandado pelo técnico André Luís Donega esteve na final dos Jogos Abertos pelo 4ª ano consecutivo, sendo os dois últimos troféus de campeão. Para ele, a Super Liba B de vôlei é uma preparação para os Jasc. “Se tornar vencedor não é fácil, nos preparamos o ano inteiro para esta competição, que consideramos a mais importante do calendário. Muitas vezes o público só vê o resultado final, mas esta conquista se deve aos treinos diários e dedicação de toda equipe”, comentou.

De acordo com o técnico, o sucesso do resultado se deve aos investimentos na formação dos atletas, tais como o titular Arthur Reiter, Kelvin e Felipe. “Os atletas treinam conosco em nosso município. Queremos continuar desenvolvendo este trabalho nas escolinhas que temos o projeto, pensar na formação deles e buscar títulos nos próximos anos”, afirmou.

Os Jasc são uma promoção do Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, em parceria com a prefeitura e Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages.

Texto Paula Darós Darolt

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Brusque não ganhou medalha de ouro no ciclismo, mas garantiu o mais importante: o troféu da modalidade nos 57º Jogos Abertos de Santa Catarina. O título foi comemorado na manhã desta quarta-feira, 8, após a prova do bicicross (BMX), em Lages. Na pista Júlio César Sens, o domínio foi de Jaraguá do Sul, porém lá estavam os brusquenses pontuando mais uma vez.

Após subir ao pódio e receber o quinto troféu de ouro do ciclismo de Brusque em Jogos Abertos (1988, 90, 2010, 14 e 17), o coordenador da modalidade, Eduardo Gohr, atribuiu a conquista à estratégia e regularidade. “Estudamos as equipes que tinham pontos fortes, mas também fracos. Então montamos um time regular para pontuar em todas as provas. Deu certo”, disse o técnico, feliz por não ter o título ameaçado em momento algum.

O município do Vale do Itajaí inscreveu 20 atletas para disputar as seis provas do ciclismo nos Jasc e pontuou bem em todas. Os melhores resultados vieram com André Gohr, prata no contra relógio; Walace Miranda, prata no dowhill; e Ariel da Silva, prata no bicicross.

Troféus do ciclismo

1º lugar – Brusque – 85 pontos

2º lugar – Joinville – 46 pontos

3º lugar – Florianópolis – 46 pontos

Jaraguá domina no bicicross

Na prova de bicicross, a equipe de Jaraguá do Sul emplacou quatro atletas na final. Destaque para Guilherme Bourscheidt, 24 anos, que liderou do início ao fim da corrida. Para ele, a medalha de ouro veio com muito treino e confiança. “Concentrei para largar na frente e deu certo. Fiz a primeira curva na liderança e ali me senti confiante para a vitória”, explica o ciclista.

O piloto Ariel da Silva, de Brusque, foi o 2º colocado e ganhou a medalha que perdeu na última edição dos Jasc. “Em 2015 estava liderando a final e fui fechado por outro competidor que me tirou da prova. Mas agora com essa medalha a frustração fica para trás”, declarou o vice-campeão. O pódio do bicicross foi composto ainda por Luiz Eduardo Markiewicz, de Jaraguá do Sul, 3º colocado.

Ciclismo terá troféu feminino

A partir de 2018, nos Jasc em Caçador, o ciclismo terá dois troféus em disputa: um para o masculino e um para o feminino. A disputa entre as mulheres envolverá três provas: estrada, contra relógio e marathon.

Os Jasc são uma promoção do Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, em parceria com a prefeitura e Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages.

Murilo Roso

 

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Com a participação de 93 nadadores no masculino e 92 no feminino, as provas de natação do 57º Jogos Aberto de Santa Catarina começaram nesta quarta-feira na piscina com água aquecida do Clube de Caça e Tiro, em Lages. Entre os 185 atletas, um deles chama atenção pelo currículo, que tem como destaque a participação em Jogos Olímpicos: Eduardo Fischer.

Aos 37 anos, o especialista em nado peito e atual recordista da prova nos Jasc recebeu o convite e não teve como dizer não. "Sempre digo que é o meu último Jasc, mas o pessoal da secretaria de esportes pediu e aqui estou", explica o nadador, que atualmente divide os treinos com o trabalho de advogado tributarista e a família na cidade do Norte do Estado.

Recordista da prova dos 100 metros peito com 59seg20, Fischer adianta que não conseguirá bater o recorde com o atual nível de preparação, mas ressalta que sua participação tem um caráter formador, de incentivar a molecada que está começando. "Nos primeiros Jasc, lá em 1994, lembro de nadar na raia ao lado do Xuxa (o medalhista olímpico Fernando Scherer) a prova dos 100 metros borboleta. Se algum moleque tiver a mesma lembrança minha daqui alguns anos, já estará valendo", destaca Fischer, que nadou em Sydney 2000 e  Atenas 2004.

Para o nadador olímpico, os Jogos Abertos podem ter um papel importante na carreira de qualquer nadador, como foi com ele. "Para mim, foi um divisor de águas, principalmente, porque ganhei a primeira medalha em 1995, em Rio do Sul, quando tinha 15 anos, e decidi que queria ser um nadador olímpico. A participação nos Jasc pode ser um trampolim para algo maior", afirma.

Apesar de estar fora do circuito das grandes competições, Fischer continua ligado na natação, agora como coordenador regional sul desta nova fase da Confederação Brasileira de Desportos Aquática (CBDA). De acordo com o nadador, Santa Catarina ainda é um dos estados mais organizados, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, as "potências" do país em termos de clubes e investimento. "Entre as 27 federações, Santa Catarina está entre as melhores", atesta o nadador, que disputa a prova dos 100 metros peito nesta quinta-feira.

Os Jasc são uma promoção do Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, em parceria com a prefeitura e Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages.  

Texto: Cristiano Rigo Dalcin

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A quarta-feira, 8, Foi repleta de finais. Com partidas emocionantes, o sexto dia rendeu a liderança para Blumenau que segue a disputa com Itajaí. Tem jogo que vale a pena ver de novo. Confere aí!  

Narração de Nicolas Quadro, com participações de Nabuco El Charif e Thomé Granemann.

Futsal masculino - Concórdia x Tubarão - segunda parte 

Futsal masculino - Concórdia x Tubarão - primeira parte 

Handebol feminino - Blumenau x Concórdia

Narração de Lucas Miranda e Marcos Assmann.

Futebol feminino - Chapecó x São José 

 Futsal feminino - Brusque e Tubarão

Voleibol masculino BlumenauxChapecó

Um tesouro esportivo. Medalhas de ouro, prata e bronze, carteira de atleta e credencial dos dois primeiros Jogos Abertos de Santa Catarina se incorporam, a partir de desta terça-feira, 7, ao acervo da Fesporte. São relíquias doadas pelo filho de Laércio Vargas, competidor do atletismo de Blumenau, que participou da primeira edição, em Brusque-1960, e das duas seguintes, Florianópolis-1961, e Blumenau-1962.

O ato de doação ocorreu na noite desta terça-feira,7, no ginásio Jones Minosso no intervalo do futsal feminino entre Lages e Brusque e contou com a participação de Dárcio de Saules (Diretor de Esporte da Fesporte), Antonio Ceron (prefeito de Lages), Hercílio Vargas e Juliano Polese (vice-prefeito de Lages).

Laércio Vargas nasceu em 1936, no município de Tijucas, e morreu em 1979. Não se sabe exatamente quantas medalhas conquistou ao longo da carreira no atletismo. Mas, segundo seu filho, Hercílio Vargas, foram muitas. Vargas disputava as provas de 100 e 200 metros, além dos 400 com barreiras, 1.500 metros e os revezamentos 4x100 e 4x400. Na época, os atletas disputavam várias provas e até modalidades diferentes.

Dárcio de Saules (Diretor de Esporte da Fesporte), Antonio Ceron (prefeito de Lages), Hercílio Vargas e Juliano Polese (vice-prefeito de Lages) durante a cerimônia (Foto: Antonio Prado/Fesporte) 

A cerimônia de entrega do acervo, realizada na noite de hoje no Ginásio Jones Minosso, foi marcada pela emoção. Hercílio Vargas ressaltou: “A doação do acervo é incentivo às novas gerações para valorizar a memória dos antepassados. Todos têm algum parente ou amigo que disputou os Jogos”. Sua expectativa é de que a atitude sirva de exemplo para que mais pessoas contribuam para a criação de um museu, ou mesmo um livro.

Hercílio entrega a maquina datilográfica usada na primeira edição dos Jasc em 1960 pelos organizadores (Foto: Antonio Prado/Fesporte)

A medalha da primeira edição dos Jasc de 1980 (Foto: Alessandro Koisume/Fesporte)

Entre as peças doadas há uma máquina datilográfica, que pertenceu a família Vargas, usada na primeira edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina, em Brusque, no ano de 1960. Completam a coleção oito medalhas. Os ouros no 200m, 1960 e 1961, e revezamentos, 4x100 e 4x400, além de três medalhas de segundo lugar e duas de terceiro lugar, de 1961, sem identificação de provas.

 Olavo Moraes

(48) 99960-8906

Confira nos quadros de pontos e de medalhas finais da 57ª edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina

 

 

 

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