Prado

A data limite para a entrega das Fichas de Inscrição para o Festival Escolar Dança Catarina 2017 foi alterada. Agora os escolas podem inscrever seus grupos até o dia 11 de agosto de 2017.

Leia o regulamente e baixe as fichas de inscrição em Excel e PDF para participar clicando aqui.

 

PERSONAGEM DO ESPORTE

Confira a história do marchador Sérgio Galdino na série "Personagem do Esporte"

Aos quatro anos de idade, o franzino Sérgio Galdino saiu do pequeno município de Armazém com a família rumo a Blumenau. O percurso dos cerca de 270 quilômetros foi mais que suficiente para pensar em dias melhores. Trabalhar na lavoura já não dava mais. Era preciso um novo centro para viver. Novas oportunidades. Mas, os primeiros passos na terra da Oktoberfest não foram fáceis. Aos 13 anos, o menino Galdino tinha que conciliar os estudos na Escola Estadual Hercílio Deeke com a função de auxiliar de pedreiro. Ajudava o pai a aumentar a renda familiar.Clique aqui e veja a entrevista em vídeo

Mas, quis o destino que o esporte mudasse a realidade do garoto. Aos 15 anos, seu professor de educação física o encaminhou para a Fundação Municipal de Esporte de Blumenau para a prática esportiva. Lá foi apresentado ao atletismo, e, de primeira, não gostou do que viu. Mostraram-lhe a marcha atlética. “Quando vi que tinha que andar ou correr rebolando daquele jeito disse a mim mesmo que aquilo não era coisa de homem e que não faria jamais”.

Passados 10 anos deste pensamento, o mesmo Galdino, aos 23 anos, cruzava a linha de chegada Estádio Olímpico Luís Companys, na olimpíada de Barcelona em 1992, como o 25º melhor marchador do mundo. Era aplaudido pela torcida, que reconhecera o esforço do catarinense para transpor os 20 quilômetros de prova. “Passou um filme na minha cabeça. Lembrei da minha família, dos meus colegas de colégio. Pensei na zoação dos que diziam rindo em tom de chacota: Tá treinando para olimpíada?, por pensar que a competição era algo inatingível”.

Entre os grandes do esporte

Agora, 10 anos após deixar as pistas, Sérgio Galdino figura entre os grandes atletas catarinenses. No currículo são três olimpíadas; além de Barcelona (25º lugar nos 20km), Atlanta (1996, 26º lugar nos 20km) e Atenas (2004, 26º na prova dos 50km); e 16 títulos de campeão brasileiro.

Somam-se ainda cinco títulos sul-americanos e 16 medalhas de ouro dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc). Sua primeira participação dos Jasc foi em 1985, em Brusque, ficando em segundo lugar. No ano seguinte, em Joinville, conquistou a primeira medalha de ouro. A última medalha de ouro nos Jasc foi em 2005 em Joaçaba.

Em âmbito internacional, um dos pontos alto da carreira foi quando bateu o recorde brasileiro e sul-americano em 1995 na cidade de Heisenhuttenstadt, nos 20km na Alemanha, com a marca de 1h19min, só batida em 2016. Antes, porém, no mesmo solo alemão, em 1993, Galdino já havia se consagrado como o sexto melhor atleta do planeta, em prova disputada em Stuttgart.

Em 1995 Galdino bateu o recorde brasileiro e sul-americano que perdurou por 21 anos para ser superado (Foto: Antonio Prado/Fesporte)

O início 

Como se sabe, toda história de sucesso tem um início, e a de Galdino começou como a primeira medalha de ouro na carreira, em 1985, conquistada nos cinco quilômetros nos Jogos Estudantis da Primavera, de Blumenau.  Posteriormente, ainda no mesmo ano, sentiu mais outro gostinho do pódio. Desta vez, na etapa estadual dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc), em Concórdia. Participou dos mil metros da marcha atlética e fechou a prova em 2º lugar.

Até 2007, quando parou, o esporte lhe proporcionou conhecer mais de 30 países representando o Brasil. Nesse período, viveu momentos marcantes. Ora por vitórias, ora por frustrações. Entre os fatos que guarda com carinho especial na lembrança, Galdino enumera: “Ganhar meu primeiro troféu Brasil em São Paulo (1988), meu primeiro sul-americano, em Medelin (1989), Colômbia, vencendo os colombianos Hector Moreno, o Querubim Boeno, na casa deles, sendo eles referências na América do Sul”.

Outro momento marcante do catarinense ocorreu em 1999: “Venci  o sul-americano em Cocha Bamba, na Bolívia, nos segundos finais, já quase desmaiando devido ao efeito da altitude”.

Uma trombose: o maior drama

Já entre os momentos de que não gosta de lembrar, está o de uma quase morte durante uma viagem. “Vinha do mundial de Helsinque, na Finlândia, em 2005 (15º lugar), e no voo longo entre Frankfurt São Paulo, senti um desconforto na panturrilha direita. No dia seguinte, mal colocava o pé no chão de tanta dor. Por conhecer um pouco de fisiologia, procurei um médico. No ultrassom, constatou-se uma trombose profunda na veia poplítea na parte posterior do joelho. Resultado: fiquei internado por cinco dias para tratar da trombose, e meu médico disse que eu poderia ter sofrido uma morte súbita”.

Conta ainda do dia em que chorou no avião pela frustração de realizar uma prova ruim. “Foi nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na República Dominicana, em 2003. Até os 30 quilômetros, eu estava me sentindo muito bem. Fui preparado para ganhar a prova e, faltando cerca de 15 quilômetros para o final, passei a sentir cãimbras nas pernas. Me deu uma pane física, e acabei em quarto lugar. Chorei feito criança”, lembra.

Mas, entre altos e baixos, Galdino diz convicto que as realizações positivas foram superiores. E, segundo ele, sua participação em três olimpíadas corroboram para essa maneira de pensar. E como não poderia deixar de ser ele elege as três como o ponto mais alto da carreira. “São milhões de atletas talentosos que tentam e não conseguem. Eu consegui. Com muito esforço e treinamentos exaustivos, consegui aproveitar o talento que Deus me deu”.

Texto: Antonio Prado

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Na Câmara Municipal de Caçador, na tarde desta quinta-feira, 13, foi realizado o Congresso Técnico dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina. Os 81 municípios participantes da competição, junto com a Comissão Organizadora, tiveram definidos os locais de prova, o cronograma e também o chaveamento das modalidades. A 30ª edição dos Joguinhos acontece de 22 a 29 de julho.

Os 32 municípios presentes, entre outros pontos de discussão, foram informados dos locais de competição de cada modalidade. Ao todo, na 30ª edição dos Joguinhos, serão 22 pontos de disputa em Caçador - a única modalidade que será em outra sede será a natação, disputada em Palhoça, entre os dias 15 e 16 de julho.

Diante dos presentes, a Comissão Organizadora também realizou o sorteio do chaveamento das modalidades coletivas, definindo, assim, o confronto da primeira fase dos Joguinhos.

Diante da programação prevista, os Joguinhos Abertos de Santa Catarina terão a cerimônia de abertura no próximo dia 22 julho, no Ginásio do Sesi. As modalidades iniciam as disputas a partir do domingo, de acordo com o cronograma.

Além dos representantes locais e do presidente da Fundação Municipal de Esportes de Caçador, Enemir Corozzola, os integrantes da Comissão Organizadora da Fesporte, o diretor de esportes, Dárcio de Saules, o coordenador-geral e gerente de logística, Marcelo Scharf, o técnico Marcos Francisco Reis Pereira, e o gerente de esportes de rendimento, Luciano Hech, também participaram do Congresso.

Ao todo foram 32 municípios presentes no encontro desta quinta (Foto: Heron Queiroz)

O vice-prefeito de Caçador e presidente da Comissão Central Organizadora, Alencar Mendes, deixou o seu recado de boas-vindas aos municípios participantes da competição.

- Sintam-se bem recebidos, acolhidos e abraçados aqui em Caçador. Estamos preparados para recebê-los. Usufruam deste ambiente de lazer, a cidade conta com vocês. Que esses Joguinhos sejam extremamente bem aproveitados, por nós aqui em Caçador e por todos aqueles que estiverem aqui presentes - disse o vice-prefeito Alencar Mendes.

Os Joguinhos Abertos de Santa Catarina são realizados pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por intermédio da Fundação Catarinense do Esporte (Fesporte), juntamente com a Fundação Municipal de Esportes de Caçador e a prefeitura de Caçador, sede da 30ª edição.

Clique aqui e confira os locais de provas estabelecidos para as modalidades e também o chaveamento sorteado no congresso técnico

Texto: Renan Koerich

(48) 9 8802-7742

Assessoria de Comunicação - Fesporte 

Renan Koerich

Antonio Prado

Heron Queiroz

Zenilda Stein

Tels: (48) 36656126, 36656127, 36656128

Tão logo terminou a natação da etapa estadual dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc), neste sábado, 8, Sesi, em Blumenau, foi definida a seleção catarinense que disputará a etapa nacional da competição, os Jogos Escolares da Juventude de 12 a 21 de setembro em Curitiba.

Confira o time da natação de 12 a 14 anos

 

LAURA BURIGO ANTUNES

COLÉGIO SÃO JOSÉ

TUBARÃO

LETÍCIA FASSINA ROMÃO

COLEGIO SANTOS ANJOS

JOINVILLE

MARIA EDUARDA ROSA SILVEIRA

(E.M.E.F. Albano Kanzler)

JARAGUÁ DO SUL

MARIA FERNANDA ROSA SILVEIRA

(E.M.E.F. Albano Kanzler)

JARAGUÁ DO SUL

MANUELA KLANN

COLÉGIO CULTURA

BRUSQUE

PAULA SIMIONI

CNEC

CONCÓRDIA

CAMILA PILLON CIPRIANI

EM VALENTIM J. DA ROCHA

JOINVILLE

SOFIA Z. SIRTORI

COLÉGIO SANTA ROSA DE LIMA

LAGES

 

LUCAS FARIAS

COLÉGIO MARISTA                                        CRICIÚMA

VITOR HUGO DOS SANTOS

 

COLEGIO ELIAS MOREIRA

JOINVILLE

 

LUCCA CRUZ TONIN

 COLEGIO BOM JESUS

JOINVILLE

TIAGO KONESCKI SERRES DA CRUZ

EDUCANDÁRIO IMACULADA CONCEIÇÃO

FLORIANÓPOLIS

GUSTAVO CARVALHAIS RIBEIRO

COLÉGIO DOM JAIME CÂMARA

SÃO JOSÉ

LEONARDO RODRIGO ZARDO

ZÉLIA SCHARF

CHAPECÓ

DANIEL LUCIANI NETO

EBM FRANCISCO LANSER

BLUMENAU

GUSTAVO SCHNEIDER RODRIGUES

COLEGIO POSITIVO

JOINVILLE

                   

 

 

 

 

 

Em meio aos 138 estudantes entre 12 a 14 anos que disputam as provas da natação dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) entre quinta-feira, 6, e este sábado, 8, na piscina do Sesi de Blumenau,  Maria Fernanda e Maria Eduarda Rosa Silveira 14 anos, chamam atenção não somente por serem grandes atletas, mas principalmente por serem gêmeas não idênticas.

Alunas do 9º ano da Escola Municipal Albano Kanzer, de Jaraguá do Sul, as duas venceram todas as provas que disputaram. Maria Fernanda conquistou os 50m livre e os 100m borboleta. Maria Eduarda, por sua vez, foi ouro nos 50m e 100m costas, além dos 200m livre. As medalhadas conquistadas pela dupla chega no melhor momento da carreira, já que nas duas edições anteriores dos Jesc o máximo que conseguiram foi um terceiro lugar cada uma em 2016.

As duas atletas durante o aquecimento (Foto: Antonio Prado)

“Estamos vivenciando nosso melhor momento e isso é muito bacana, já que uma competição como os Jesc é muito importante, pois nos permite ir para uma etapa nacional e conquistar um estágio mais importante”, diz Maria Fernanda. “Acredito que no brasileiro escolar  (12 a 21 de setembro em Curitiba) podemos trazer uma medalha para Santa Catarina”, diz confiante Maria Eduarda.

Contando com as medalhas de Blumenau, já são mais de 200 conquistadas para cada uma ao longo da curta carreira que começou por brincadeira quando tinham quatro anos de idade. A opção pela natação foi iniciativa do avô que já estava cansado de levar sustos com as meninas na praia, que teimavam em não sair da água. Temendo um possível afogamento optou por matricular a dupla em uma escola de natação em Jaraguá do Sul.

Os Jesc são promovidos pelo Governo de Santa Catarina por intermédio da Fesporte, em parceria com as Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) e prefeituras dos municípios-sede.

Texto: Antonio Prado

(48) 9 9696-3045 - 3665-6126

Assessoria de Comunicação - Fesporte 

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PERSONAGEM DO ESPORTE

Às sextas, a Fesporte apresenta a série "Personagem do esporte", que visa resgatar os principais protagonistas do esporte catarinense.

Quando se trata em contar a história dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), que teve a sua primeira edição em 1960, em Brusque, nomes como Arthur Schlösser, Rubens Fachinni e Rudi Nodari são as referências. Nem todos sabem, no entanto, que Alva Neves Pessi, nascida em 2 de março de 1939, em Brusque, foi uma das protagonistas da criação do maior evento esportivo de Santa Catarina três anos antes dele nascer. A partir daí, Alva se tornou uma das maiores lendas do esporte catarinense em diversas modalidades e áreas. Uma atleta polivalente e multicampeã.

Se por um lado Schlösser, Nodari e Odir Varela viajaram como dirigentes para municípios paulistas como Sorocaba, Piracicaba e Bauru para vivenciar como São Paulo organizava seus Jogos Abertos e implantar o modelo em Santa Catarina, coube a Alva Pessi participar como atleta do vôlei e do atletismo desse processo. E foi nesta condição que esteve nos “Jasc paulistas” em São Carlos (1957), Piracicaba (1958) e Santo André (1959).

 

Alva participa dos Jasc de 1965 (Foto: arquivo pessoal)

Em São Carlos a vivência foi com uma equipe de vôlei do clube Bandeirante, de Brusque. Como ponteira, Alva ajudou na campanha de quatro vitórias e apenas uma derrota, com o terceiro lugar do torneio – motivo de grande festa na comunidade brusquense à época.  

 

Mas, em sua vida esportiva, Alva se destacou em outras modalidades. No ano de 1956, competiu por Blumenau no atletismo. De lá, trouxe consigo a medalha de ouro no salto em distância e duas pratas, no disco e na prova de 80m com barreira. Residindo em Florianópolis, a partir de 1959, foi campeã dos Jogos Universitários Catarinenses, nas provas de dardo, disco, peso, 100m e 4x100m. Além disso, também foi campeã de voleibol. Em 1959, novamente no JUCS, foi considerada a melhor atleta da competição.

 

Competindo por Florianópolis, Alva trouxe inúmeros títulos, pois participava com êxito de várias competições, inclusive o campeonato de Veteranos em 1994, competição pela qual foi campeã do disco, dardo e peso. No atletismo ela competia no heptatlo: 100, 200, 4x100m, distância, peso, disco e dardo. Era o que poderíamos chamar, hoje, de atleta polivalente.

 

 

Em 1957 Alva com os time de vôlei e atletismo de Brusque participaram dos Jogos Abertos do Interior de São Paulo com objetivo de buscar experiência para a implantação dos Jasc em 1960. Na foto as equipes antes do embarque para São Carlos (SP). Foto: Acervo pessoal.


Em 1960, na primeira edição dos Jasc, Alva Pessi, aproveitando que o regulamento permitia, disputou a competição por dois municípios: Florianópolis (cidade em que residia há pouco mais de um ano), no vôlei, e Brusque, no atletismo. Quando estava em quadra pelo time da Capital, os brusquenses não perdoavam e a chamavam de “vendida”. Alva é o primeiro caso de importação de atleta dos Jogos Abertos de Santa Catarina. No atletismo também ganhou medalhas, mas que a memória já não ajuda a lembrar quais foram. No, vôlei, porém, foi campeã. A partir do inicio dos anos 70 Alva Pessi passou a dividir as funções de atleta e dirigente no vôlei e no atletismo de Florianópolis. 


A memória até falha, mas as inúmeras medalhas comprovam


Atualmente, em sua casa, em Florianópolis, são cerca de 300 medalhas de todos os quilates: ouro, prata e bronze, que ela já não se lembra do período ou competição em foram conquistadas. Além de vôlei e atletismo ela conquistou medalhas no basquete e handebol. Se a memória não auxilia, as medalhas estão expostas e são uma prova da história alcançada por Alva.  

 

“Só sei que todas, para mim, são importantes”, diz, para logo em seguida deixar-se trair pelas palavras: “Essa aqui (mostrando a medalha) é a mais significativa, pois foi a primeira da carreira. “Conquistei no atletismo na inauguração do Estádio Olímpico do Grêmio Esportivo Olímpico de Blumenau, nos jogos das equipes do Sesi em 1955. Fui medalha de ouro”, lembra.


Entre as inúmeras recordações de sua vasta carreira de conquistas, Alva tem carinho especial com o ano de 1996, quando recebeu, do Conselho Estadual de Esporte, a Comenda do Mérito Esportivo e, consequentemente, o título de comendadora do esporte catarinense -  a maior honraria concedida a uma pessoa no setor esportivo. A comenda é outorgada à pessoas com relevantes serviços prestados ao esporte.

 

 

Alva (bloqueando) participa da 3ª edição dos Jasc em Blumenau em 1962 no jogo Brusque x Florianópolis (Foto: arquivo pessoal)

  

Alva foi casada com Orlando Pessi, conhecido como “Torrado”, considerado um dos maiores atletas de Santa Catarina. Torrado competiu em vários esportes - basquete, vôlei, natação e atletismo. Os dois se conheceram em 1958 quando disputavam o Campeonato Catarinense de basquete e de vôlei, realizados em Joaçaba. Ao assistir ao confronto entre Brusque e Florianópolis na modalidade de basquete, ela viu, em meio da torcida brusquense, Torrado “destruir” com a partida pela Capital. Dali em diante, o namoro começou e a união só se desfez com o falecimento de Torrado em 2013.

 

Formada no Curso de Educação Física pela Escola Superior de Educação Física da Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - UDESC, em 1975, Alva especializou-se em Educação Física, na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, em 1978.

 

Sua carreira na educação começou em 1959 como professora de letras para turmas de 1ª a 4ª séries. Em 1966, ministrava aulas para o Curso de Especialização em Educação Física da UDESC no antigo 2º grau nas disciplinas de voleibol, atletismo, ginástica, recreação, basquetebol e prática de ensino. Ela também foi membro da Banca Examinadora.

 Exercendo funções no magistério estadual durante 25 anos, 11 meses e 08 dias, Alva teve sua aposentadoria em 18 de março de 1985, permanecendo no magistério federal até 1º de março de 1991.

 

O amor por Torrado, o “maior atleta de Santa Catarina”

 

Não somente o amor, mas também aquilo que Torrado fazia pelo esporte avalizam a afirmação. Para Alva, o melhor atleta de toda a história de Santa Catarina foi o seu marido Orlando Pessi, o Torrado: “Ele era craque no basquete e voleibol, mas praticou natação, futebol e atletismo. Um fora de série. Jogava por amor à camisa e dava o sangue pelas equipes de Florianópolis. A melhor imagem que guardo dele foi numa decisão do voleibol dos Jasc de 1963 entre Joinville e Florianópolis. Joinville vencia a “negra” por 14 a 1 e sua torcida fazia a maior algazarra, comemorando o título. Meu marido “virou o jogo” para 16-14. Ele tinha acabado de vencer Joinville no basquete, saiu do ginásio correndo, trocou de roupa no carro e teve tempo de jogar pelo vôlei de Florianópolis e conquistar o título.  Nunca se viu nada igual no vôlei brasileiro”.

 

Texto: Antonio Prado

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