Prado

O atletismo da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc) terminou neste domingo, 15, com emoção em Videira. Na disputa do troféu masculino  Joinville precisava não somente vencer o revezamento 4x100, misto, mas também bater o recorde da prova. Explica-se: apenas a vitória daria 13 pontos na classificação geral e com o recorde seria 16, ou seja, três pontos de bonificação. E assim os joinvilenses Leonardo Mendes, Uanderson da Silva, Barbara Vale e Camilly dos Santos voaram para cravar 3min.46s49 e bater o recorde da prova e conquistar os pontos que faltavam para ser campeão geral.

No masculino Joinville somou 130,5 pontos na classificação geral, contra 128 de Balneário Camboriú, que fechou em segundo lugar. Jaraguá do Sul ficou com troféu de terceiro lugar com 104 pontos

Já no Feminino Joinville teve uma vitória mais tranquila ao atingir 126 pontos em primeiro lugar, contra Jaraguá do Sul, em segundo, com 78 pontos. Blumenau fechou o pódio com o troféu de terceiro lugar com 70 pontos.

Ao fazer uma análise do titulo a treinadora joinvilense Margit Weise, disse que o sacrifício valeu a pena. “Estamos aqui há três dias competindo sob sol e frio. Nossos atletas resistiram bravamente a tudo isso com garra e determinação e fomos campeões”, disse a treinadora.

Larissa da Silva Luci, de Nova Veneza, foi escolhida pelo júri técnico, a melhor atleta da Olesc. Ela bateu o recorde dos 800m com o tempo de 2min17s85 e se despede da competição como tetra campeã dos 800 e 1.500m. “Foi uma honra muito grande se despedir em grande estilo desta competição que é tão importante em minha vida”, disse a campeã.

Eduardo Malczevski, de Blumenau, foi o atleta destaque entre os homens. Ele foi recordista dos 100m rasos, estabelecendo uma nova marca na competição, com o tempo de 10s81. Venceu também os 200 metros com a marca de 22s19. “É muito gratificante ser o atleta destaque porque eu treinei muito para esta competição e consegui colocar todos os treinos em prática aqui em Videira”.

A etapa estadual da Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

Ao receber o troféu de campeã geral da ginástica rítmica da Olesc, neste domingo, 15, em Videira, a treinadora florianopolitana Evelise Garafalo não segurou as lágrimas de emoção. Afinal, pela primeira vez o time da Capital conquistava o tão cobiçado troféu. 

“É com muito orgulho que voltamos pra casa com esse troféu depois de ter trabalhado arduamente o ano inteiro no nosso ginásio e inesperadamente sermos campeãs, principalmente porque não éramos favoritas. Nós tivemos a capacidade de colocar em prática tudo aquilo que treinamos”, disse a treinadora da Capital  Evelise Garofalo.  

Para conquistar o titulo geral Florianópolis somou 124,8 pontos e em segundo Blumenau fechou com 119,65 e em terceiro Joinville ficou com 116,15 pontos.

Ginastas de Floripa Helena Bresola, Luiza Muller, Ana Beatriz,Alice Diniz e Amanda Bento: choro ao saber da classificação à final (Foto: Divulgação)

A conquista da medalha de ouro das meninas de Floripa nas disputas do conjunto cinco arcos, neste domingo, quando encerrou a competição, era o ato final de um titulo geral aguardado há quase 20 anos de Olesc. 

O time do conjunto campeão foi formado Alice Schramm, Amanda Batista, Ana Beatriz Araújo, Ana Laura Martins, Giulia Ibusuki, Helena Marques , Luíza Santos e Talita Silva.

Confira as demais campeãs 

Individual geral - Ana Luiza Franceschi de Souza – Joinville

Aparelho mãos livres – Ana Luiza Franceschi de Souza – Joinville

Aparelho corda – Natália Metzner – Blumenau

Aparelho Conjunto 5 arcos – Florianópolis

Aparelho conjunto geral – Florianópolis

Individual por equipe – Blumenau

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

A sexta-feira 13 é, para muitas pessoas, o dia do azar. Não para a ginasta Ana Luíza Francesci, de Joinville, que já se consagra nesta da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc)  como a pequena notável da ginástica artística. Logo no primeiro dia de competição, na mesma sexta, Aninha, de apenas 11 anos, brilhou nos aparelhos mãos livres e corda. As apresentações somaram 43.950 pontos, impressionaram a arbitragem e garantiram à joinvilense a medalha de ouro no individual geral, o que significa que Aninha é a melhor ginasta da modalidade na edição 2019 da Olesc em Videira.

Já neste sábado, 14, já com o titulo de melhor ginasta, ela entrou novamente no tablado para disputar mais duas decisões no individual por aparelho. Na disputa do aparelho mãos livres foi ouro novamente e prata no aparelho corda. Perdeu o primeiro lugar para Natalia Metzner, de Blumenau.

Agora, a pequena notável joinvilense se prepara para mais uma batalha neste domingo, 15, quando encerram-se as competições com a disputa da medalha de ouro na segunda apresentação do conjunto. 

Ainda no primeiro dia de competição, na sexta-feira, Blumenau foi medalha de ouro no individual por equipe com as ginastas Isadora Beduschi, Julia Krug, Kendra Avila, Manuela Krug, Natália Metzner, Paloma Martin, Sofia Silva e Sophia Simm.

Ao fazer uma avaliação do título do individual geral Ana Luíza Francesci foi enfática: “Foi uma honra muito grande (a conquista da medalha de ouro), pois foram horas e dias de treinamento, incluindo sábados e domingos. Isso é muito satisfatório, pois sei que todo o esforço valeu a pena”. 

                                 Confira a entrevista com Ana Luíza

Irmã da também da ginasta supercampeã Luana Metzner, na qual se inspira, as palavras de Ana soam como um processo de mudança de patamar. Nada mal para uma atleta que na Olesc do ano passado nem se lembra em qual colocação ficou no individual geral. Recorda-se apenas que foi prata no aparelho mãos livres e bronze no individual por equipe.

Para a treinadora Vanessa Hagemann, a principal virtude de sua pupila é expressão corporal. “A Ana tem uma delicadeza corporal que encanta. Algumas árbitras estrangeiras dizem que ela tem um estilo europeu e isso, para o mundo da ginástica, tem um valor muito grande. Mas, além disso, ela é uma atleta dedicada nos treinos,  perfeccionista, sabe o que quer, tem atitude e um imenso talento”.

Por esse talento, entendem-se medalhas. Aninha diz que não sabe exatamente quantas conquistou na curta carreira, que iniciou com cinco anos de idade. “Acho que é de vinte e cinco a trinta medalhas”, chuta. Questionada sobre as cores das medalhas ela diz com segurança: “A maioria é de ouro”. Estes reconhecimentos vieram com títulos como estadual em 2017, quando foi campeã geral no pré-infantil, campeã sul-americana 2018, mesmo ano que foi campeã brasileira no aparelho corda.

Então. Alguém duvida de que essa pequena notável vá longe? 

A etapa estadual da Olesc uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

A etapa estadual da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Oesc) começou na manhã desta sexta-feira, 13, em Videira, distribuindo as primeiras medalhas da competição. O primeiro ouro veio no atletismo com Kauan Vicente Nicocelli, de  17 anos, de Joinville, que arremessou o martelo a 52m50cm. “Este ano estou fazendo uma boa temporada. Já venci recentemente os Joguinhos Abertos de Santa Catarina e agora na Olesc onde não esperava vencer”, admitiu o campeão.

Quem também saiu feliz da pista de atletismo do Complexo Esportivo Sérgio  Luiz Marafon foi Alex Agostinho, de Balneário Camboriú, medalha de ouro no salto em altura ao saltar 1m83cm. “Treino há três anos para conquistar este primeiro lugar. É uma sensação muito boa. Só tenho a agradecer meus treinadores Daia e Diogo Gamboa e que me proporcionaram isso. Estou muito feliz”, disse o campeão.

Além das primeiras medalhas do atletismo a manhã desta sexta-feira foi dia de premiar os campeões das primeiras provas do ciclismo. Na briga entre municípios quem se deu melhor na prova Team Relay foi a equipe de Florianópolis, que conquistou o primeiro lugar, seguida de Joinville, em segundo, e Jaraguá do Sul, que fechou sua participação em terceiro lugar.

Já na prova seguinte, a de cross-country, Mateus Coan, de São Bento do Sul, ficou com a medalha de ouro, seguido de Nicolas Pereira, de Balneário Camboriú, em segundo, e  Ian Franceschini,  de Concórdia, em terceiro lugar geral.

Entre as mulheres a medalha de ouro do cross-country coube a Liandra Heimann, de Timbó, com Letícia Garcia, de Jaraguá do Sul,em segundo, e Mireli Nunes, de Joinville, em terceiro lugar.  

A Olesc é uma promoção do governo de Santa Catarina (@governosc) e realizada por intermédio da Fesporte, em parceria com o município de Videira.  

As competições prosseguem neste sábado, 14, até o dia 21. Em Videira são 12 modalidades em disputa: atletismo, basquetebol, caratê, ciclismo, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, tênis, tênis de mesa, voleibol e xadrez, masculinos e femininos. 

 

Texto: Antonio Prado

As duas instituições pretendem trabalhar juntas na implantação de centros de referências de treinamento paralímpico

Com a parceria do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) auxiliará na fomentação de cursos de capacitação de atividade física paralímpica. Visando fechar esta parceria esteve nesta terça-feira, 10, em Florianópolis, Ramon Pereira, gestor de esporte escolar do CPB. O dirigente se encontrou com o presidente da Fesporte, Rui Godinho, e com Alexandre Farias Luz, coordenador de políticas públicas para pessoas com deficiência da Prefeitura de Florianópolis.

Ficou definido que Florianópolis sediará dia 21 de setembro na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) o Festival Dia do Atleta Paralímpico, voltado para profissionais de educação física. O evento, denominado de núcleo de estudos, faz parte do calendário do CPB que prevê ações similares em 70 cidades,  que inclui todos os estados brasileiros. Além da capital catarinense Itajaí está no mapa do núcleo de estudos.

Segundo Pereira o núcleo de estudos trabalhará a capacitação dos professores baseada em três atividades lúdicas que engloba atletismo, voleibol sentado e basquete em cadeira de rodas. “A ideia do Festival dia do Atleta Paralímpico e começar a capacitar professores para que estes profissionais possam trabalhar na escola com alunos com deficiência, pois o que acontece hoje é que o aluno deficiente é dispensado da aula de educação física por falta de conhecimento do professor em aplicar de forma correta uma atividade paralímpica”, destaca o dirigente do CPB.

                               Confira a entrevista de Ramon Pereira, gestor de esporte escolar do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

Após a capacitação, a ideia é implantar até 2024 um centro de referência de treinamento paralímpico em cada Estado do Brasil com a mesma filosofia de trabalho hoje adotada no Centro de Treinamento Paralímpico em São Paulo, um dos mais modernos do mundo e que é gerenciado pelo CPB. “Vamos criar estes centros por o todo o Brasil. Em Santa Catarina começaremos implantando um centro em Blumenau e estamos conversando com dirigentes em Florianópolis para implantarmos um na capital com a parceria da Fesporte”, esclarece Ramon Pereira, que enfatiza que cada centro contemplará inicialmente cerca de 160 estudantes com deficiência.

“A mão de obra especializada para o trabalho nestes centros virá da parceria entre UFSC, Fesporte e prefeituras”, destaca gestor de esporte escolar do Comitê Paralímpico Brasileiro. O dirigente informa ainda que o projeto contemplará no país cerca de 6.200 estudantes e que cerca de 11 mil profissionais estarão envolvidos com a proposta.

'Santa Catarina é referência para o Brasil'

Segundo Pereira a escolha de Santa Catarina para ser um dos estados a receber futuramente um centro de referência em treinamento paralímpico tem um motivo especial. O estado é uma referência no Brasil no paradesporto escolar.

“O meu parâmetro são os resultados de Santa Catarina na Paralimpíada Escolar, em que reunimos todos os anos os estados do Brasil em São Paulo. Os catarinenses ficam sempre entre os três primeiros lugares nas competições e certamente quando um estado fica nessa colocação é porque isso reflete na atividade em que é feita no estado. Então, Santa Catarina, para o Comitê Paralímpico Brasileiro, é uma referência no esporte escolar para o deficiente”, destaca Ramon Pereira.

Para o presidente da Fesporte, Rui Godinho, toda a parceria com o intuito de melhorar o paradesporto escolar no estado é bem vinda. “Nós da Fesporte, como nossas ações, lutamos para que o paradesporto escolar catarinense seja o melhor do Brasil e tenho certeza que a parceria entre Fesporte, CPB, UFSC e prefeituras para a implantação de centros de referências nesse setor tem tudo para trazer resultados positivos no futuro”, finalizou o dirigente.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

Está se aproximando a tão aguardada etapa estadual da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc). A partir da quinta-feira, 12, Videira recebe 2.800 atletas com idades de 8 a 17 anos vindos de 82 municípios. Até sábado, dia 21, a luta será pelos títulos de 12 modalidades: atletismo, basquetebol, caratê, ciclismo, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, tênis, tênis de mesa, voleibol e xadrez.

Por questões de logísticas duas modalidades foram disputadas antecipadamente, a natação e a ginástica artística realizadas recentemente em Palhoça e Blumenau respectivamente.

Jaraguá do Sul foi campeã geral na natação masculina e Joinville no gênero feminino. Já na ginástica artística o título ficou com São Bento do Sul, entre os homens, e Florianópolis entre as mulheres.

O cerimonial de abertura em Videira está previsto para esta quinta-feira, dia 12, às 20 horas no Complexo Esportivo Sérgio Luiz Marafon (Av. Constantino Crestani, 825, Cidade Alta). 

A etapa estadual da Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira. 

Para a disputa da etapa estadual da Olesc os municípios participantes das modalidades coletivas (basquete, handebol, vôlei e futsal) passaram por uma série de disputas classificatórias como microrregionais e regionais. Nas provas individuais os municípios montam suas seleções com atletas mais bem ranqueados para disputar a etapa estadual sem necessidade de passar pelas regionais. 

Nesta Olesc, pela primeira vez será usado o sistema Braille nas medalhas e nos troféus, com os dizeres “primeiro”, “segundo” e “terceiro” para os participantes que conquistarem ouro, prata e bronze respectivamente. A novidade fará com que pessoas com deficiência visual leiam o tão cobiçado objeto de desejo dos atletas e fomenta o processo de inclusão social adotado pela Fesporte este ano, que iniciou em julho com a implantação do pódio adaptado, já utilizado nos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) e no 1º Brasileiro de Jiu-Jitsu Paradesportivo.    

O sistema Braille é um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. Pode-se fazer a representação tanto de letras, como algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.

Na edição 2019 da Olesc foram inscritos um total de 9.960 atletas de 210 municípios. Para o presidente da Fesporte, Rui Godinho, participar da Olesc é ser ator de um dos eventos esportivos mais importantes do Estado de Santa Catarina. “Uma competição que nos últimos anos tem sido referência para muitos estados brasileiros. Ela é muito mais que gols e pontos. Por isso, vivenciar a Olesc em sua plenitude é poder vivenciar experiências, além-quadra, únicas, com benefícios para a vida”, destaca o Godinho.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

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