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Preta, da Fesporte, ama trabalhar no esporte escolar

“Preta, preta, pretinha...”, o trecho da música que foi sucesso na voz de Moraes Moreira é sempre cantarolado pelos amigos mais chegados. É a forma carinhosa para homenagear Marilene Juvenardi, funcionária da Gerência de Esporte de Base e Inclusão da Fesporte. “Sou Marilene, mas as pessoas só me conhecem por preta”, enfatiza a própria.

Preta revela que o apelido veio de infância, em São Miguel do Oeste, onde nasceu, dada pelos pais, já que foi a única a nascer com os cabelos pretos em um grupo de irmãs loiras, oriundas de uma família descendentes de alemães e italianos.

Formada em Educação Física pela Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc) com pós-graduação em Metodologia de Ensino pela Universidade Federal da Santa Catarina (Ufsc), Marilene Juvenardi entrou na Fesporte em 2000. Antes passou por escolas públicas de São Miguel do Oeste (Escola Estadual Básica São Miguel) Itapema (Escola Anita Garibaldi) e Florianópolis (Escola Antonieta de Barros) atuando como professora de educação física. 

A vinda para a Fesporte veio atender a uma necessidade de adequar a profissão com o tratamento de saúde. “Sou portadora de doença celíaca e como nas cidades que trabalhava não tinha tratamento adequado vim trabalhar em Florianópolis, onde consegui tratamento. Um dia ao participar de um curso uma amiga que trabalhava na Fesporte me sugeriu a transferência para instituição, pois eu já não estava mais conseguindo ministrar as aulas por conta das crises que tinha devido a doença”, lembra Preta.

Marilene, que tem 15 anos de Fesporte, durante a premiação de um dos eventos da instituição (Foto: Antonio Prado)

Em quase 16 anos de Fesporte Preta já desenvolveu inúmeras atividades: trabalhou na parte financeira e na Gerência de Esporte de Base e Inclusão. Nestas pastas desenvolveu diversas ações nos eventos esportivos da Fesporte: coordenou a parte de hospedagem e alimentação, participou do cerimonial de premiação, coordenou as etapas Leste-Norte dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) 12 a 14 anos, além de integrar, nos últimos 12 anos, a delegação de Santa Catarina que disputa todos os anos a etapa nacional dos Jesc, ora como responsável do setor financeiro, ora como oficial técnico.

Instigada a dizer o que representa a Fesporte em sua vida, Preta foi enfática: “A paixão pela Fesporte é grande, pois através desta fundação contribuo com o meu trabalho para desenvolver o esporte escolar de Santa Catarina. E o importante é saber que nestes quase 16 anos de dedicação não conheço um jovem que passou por nossas competições esportivas que esteja jogado nas drogas, por isso amo o que faço”.

Mas como traduzir em palavras a pessoa da “Preta da Fesporte”? Maria de Fátima, que é sua conterrânea e trabalha no setor de controle interno da Fesporte tem a definição: “A Preta, como profissional, é perfeccionista, competente, detalhista e com grande capacidade técnica naquilo que faz. Como pessoa é amiga, solícita e sempre preocupada em ajudar o próximo”, finaliza. 

Antonio Prado

Assessoria de Comunicação

 

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Catarinenses conquistam medalhas nos Jogos Parapan

O Brasil foi o grande campeão do Parapan, realizado em Toronto, no Canadá, com 109 medalhas de ouro, 74 de prata e 74 de bronze, totalizando 257 medalhas. O resultado contou com a participação de atletas catarinenses em diferentes modalidades. O resultado foi superior ao do Canadá, 2º colocado, e dos EUA, 3º lugar, somando os ouros.

Matheus Rheine conquistou o ouro na natação, nas provas de 50 e 100 metros e foi o 4º colocado nos 400 metros. Conquistaram medalha de prata Flávio Reitz, do atletismo - salto em altura, e Lucas Ferrari, também no atletismo, 100 metros. Foram bronze os atletas Luciano Rosa, do ciclismo perseguição, Sheila Finder, no atletismo, 200 metros, e Ana Mendes, no basquete em cadeira de rodas. Suelen Marcheski de Oliveira foi a 4ª colocada nas provas de atletismo, 100 e 200 metros.

Em dez das 15 modalidades disputadas, o Brasil terminou em primeiro lugar. A natação foi a que mais rendeu medalhas, 104 no total, sendo 38 de ouro, com o nadador Daniel Dias, maior medalhista da competição, com oito ouros. A equipe brasileira venceu 34,38% das provas, uma a cada três medalhas de ouro da competição, e 78% dos atletas brasileiros conquistaram pelo menos uma medalha.

 

 

 

Ascom/SOL

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Taynara Bonetti estará na final da Copa Brasil de Sprint Triathlon

No próximo domingo, 23 de agosto, acontece na cidade de Vila Velha/ES, a final da Copa Brasil de Sprint Triathlon. A triatleta catarinense Taynara Bonetti irá competir, em seu preparativo para o mundial de Chicago no mês de setembro. A atleta é patrocinada pelo Fundesporte do Governo de Santa Catarina.

Em setembro de 2012, Taynara já havia sido campeã em sua categoria 14-15 anos, na Praia de Itaparica, em Vila Velha, a mais antiga da América do Sul, evento válido pelo Campeonato Íbero Americano de Sprint Triathlon. Novamente em 2014, também em Vila Velha, Taynara Bonetti venceu a prova na categoria 16-17 anos na Copa Panamericana de Triathlon (29º Triathlon do Exército).

"Comecei com nove anos, na escolinha de Triathlon. A minha primeira competição foi um brasileiro em Fortaleza. A motivação pra isso tudo, foi questão de fazer coisas diferentes que quase ninguém conhecia, o Triathlon continua crescendo cada vez mais. Treino de segunda a sábado, no mínimo umas 4 horas por dia. Natação todos os dias e pedal e corrida intercalados na semana. Às vezes, a semana é só de pedal ou corrida.", diz Taynara.

Com uma carreira iniciada aos 9 anos de idade, Taynara Bonetti já foi alçada de promessa a realidade dentro do triathlon brasileiro, hoje ela vem intensificando os treinamentos para o mundial de Chicago em setembro onde, foi convocada para representar o Brasil em três modalidades (aquathlon – sprint triathlon e triathlon standart). A triatleta catarinense está migrando para as provas de distância olímpica com o objetivo de participar de provas de Ironman 70.3 (Meio Iron) até estar preparada para a disputa do IronMan.

Campeã ibero-americana, quinto lugar no mundial no Canadá, campeã catarinense e também brasileira de aquathlon. Dentre seus inúmeros títulos, a jovem triatleta também foi campeã da I Etapa Catarinense de Triathlon, 1º Lugar Categoria Ranking Catarinense de Aquathlon, 3º Lugar Geral Ranking catarinense de Aquathlon, Campeã I e II Etapa Catarinense de Aquathlon, Vice Campeã GP Triathlon São Carlos - SP, Vice Campeã Corrida pedra Branca,  Campeã Copa Hammerhead de Travessias,  Campeã da I Etapa Copa Hammerhead de Travessias.

 

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Olesc e Parajesc são cancelados

Em nota, a presidência da Fesporte emitiu na tarde desta quarta-feira (12), comunicado sobre o cancelamento dos Jogos da Juventude Catarinense (Olesc) em todas suas etapas e Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) na etapa estadual. As competições estavam previstas para o segundo semestre de 2015.

Nota oficial

Em decorrência da falta de disponibilidade de alojamentos em algumas regiões, e a fim de que não seja ainda mais comprometido o calendário escolar do ano letivo de 2015, esta Fundação torna público que ficam cancelados os Jogos da Juventude Catarinense (Olesc) em todas as etapas e Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) na etapa estadual.

Considerando que os eventos da respectiva faixa etária já se contemplavam com a realização dos Jesc e dos Joguinhos Abertos, entendemos que o momento se reserva ao cumprimento do calendário escolar catarinense.”

 

 

Marcelo Kowalski,

Presidente da Fesporte

 

 

Assessoria de comunicação

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Esporte perde promessa dos campos

É com lancinante tristeza que a Fesporte recebe a notícia da morte do jogador do Internacional de Lages. Leonardo de Paula Oliveira, atleta da equipe sub-17, faleceu em Blumenau, onde os times de juvenis e juniores enfrentaram hoje o Metropolitano pelo estadual de base.

Léo, como era conhecido nos gramados, tinha apenas 17 anos e atuava como zagueiro central. Em uma fatalidade o atleta se sentiu mal após uma disputa de bola. Ele imediatamente foi levado para o Hospital Santa Isabel, e lá veio a falecer no fim da tarde deste sábado.

 

 

 

 

Informações:

Assessoria de Comunicação do Internacional de Lages

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Fesporte é a segunda casa de Heron

Chegou aos ouvidos do manezinho da ilha Heron Queiroz de 50 anos que, na Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), estavam precisando de alguém para dar uma padronização e revisão nas documentações e ofícios do órgão. O graduado em letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não pensou duas vezes e acabou aceitando o convite para atuar na Fundação. Depois disso, sua vida mudou, acabou criando um carinho maior pelo trabalho. Não é por acaso que está há 16 anos na casa. Antes disso, foi professor, lecionava para cursos preparatórios de vestibular e no Colégio Estadual Rosa Torres de Miranda, localizado no Jardim Atlântico. Participou também de algumas peças de teatro com o Grupo Gente Nova. Experiências que somaram nas funções exercidas por ele na Fesporte.

O servidor trabalhou anos realizando a padronização de documentações, já atuou com organização de cerimoniais de eventos esportivos e hoje cuida do setor de licitações da Fesporte. Heron coordena a parte de premiações dos eventos da Fundação. “Nós abrimos uma licitação, as empresas oferecem o trabalho e nós escolhemos a que tem o menor custo na produção de medalhas e troféus. Assim que escolhemos a empresa, nós encaminhamos o processo ao presidente que homologa”, explica.

Heron organizando a premiação dos Jesc, em Rio do Sul. 

O amor ao trabalho é visível. Mesmo estando no setor licitatório, não se importa em auxiliar os colegas em algumas tarefas. Segundo ele, ainda realiza suporte na função em que exercia com cerimonial. “Eu ainda ajudo um pouco o pessoal, faço revisão quando me pedem, houve um tempo em que eu realizava os dois trabalhos, mas hoje faço só a parte de licitações mesmo, pois gosto do que faço e não me importo em ajudar quando sou procurado”, conta.

A Fesporte já faz parte da vida de Heron. Muitas vezes ele passa mais tempo no trabalho do que com a própria família. “ Estou aqui há 16 anos, não são dois meses ou um ano, é muito tempo e eu criei uma relação de amor com a Fesporte, é a minha segunda casa”, confessa o servidor orgulhoso por fazer parte da história do esporte de Santa Catarina.

 

 

Texto: José Meurer

Assessoria de imprensa Fesporte

Pamela Marin

(48)96192187

 

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Um ano para os Jogos Olímpicos do Rio

A comissão organizadora dos Jogos Olímpicos, previstos para acontecerem no Rio de Janeiro entre os dias (5) e (21) de agosto de 2016, organizou uma cerimônia especial para contagem regressiva de um ano para o evento esportivo. A festa contará com a presença de centenas de atletas internacionais e brasileiros que já disputaram as competições em outras edições, entre eles catarinenses.

 A cerimônia especial de um ano será nesta quarta-feira (5), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Autoridades como: o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, a presidente Dilma Rousseff, o governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito Eduardo Paes e o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, estarão no evento.

A celebração encerrará com um show, organizado pelo Celebra, programa de Cultura do Comitê Rio 2016. No repertório da festa, nove músicas que contam a história do Rio, interpretadas pelos cantores Diogo Nogueira, Roberta Sá e Zeca Pagodinho. 

Para o presidente da Fesporte, Marcelo Kowalski, o Rio é uma cidade onde o esporte possui uma presença forte no cotidiano.“Eu tenho certeza que os catarinenses entrarão na energia do Rio e farão bonito nas competições das Olimpíadas. Nossos atletas irão mostrar que o esporte está no sangue, tanto que já nos apresentaram ótimos resultados nos Jogos Pan-Americanos.”

Confira o Mapa da Programação aqui.

Mais informações sobre os Jogos aqui.

 

Conheça um pouco mais sobre alguns dos catarinenses cotados para as Olimpíadas do Rio 2016:

 

Tiago Splitter – (basquetebol) Primeiro Brasileiro a conquistar o título da NBA. Nascido em Blumenau, o pivô começou a carreira no Clube Ipiranga. Transferiu- se para o basquete espanhol aos 15 anos. Já atuou na Espanha e foi eleito o melhor jogador ( MVP) da Liga Espanhola em 2010. Pela Seleção, venceu os Jogos Pan- Americanos de 2003. Tem várias disputas na Copa América. Em 2013, foi vice-campeão. Em 2014, sagrou-se campeão da temporada 2013/2014 na NBA, entrando para a história ao se tornar o primeiro brasileiro campeão da Liga dos EUA.

Fabiana Beltrame – (remo) É o maior nome do remo do Brasil. Prodígio e pioneira, foi a primeira remadora brasileira a conquistar vaga olímpica em Atenas 2004, e a garantir inédita medalha nacional em mundial de remo, na Eslovênia, em 2011. No mesmo ano foi a primeira atleta do país a vencer uma prova da Copa do Mundo, em Hamburgo. Nasceu em Florianópolis, começou no remo aos 15 anos. Fabiana é treinada pelo marido e atleta olímpico Gilbran Cunha, nascido em Lages.

Natália Zílio – (voleibol) Joaçaba viu nascer um dos maiores fenômenos do vôlei no país. Campeã olímpica em Londres em 2012, conquistou títulos importantes com o Brasil, com destaque para o Grand Prix e a Copa dos Campeões. Também venceu por duas vezes a Superliga. Nas seleções de base, ganhou títulos mundiais e foi eleita a melhor jogadora.

 

 

Assessoria de imprensa Fesporte:

Pamela Marin

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Caratê de SC conquista duas medalhas de ouro no Pan

A equipe do caratê brasileiro provou que está com os melhores atletas, tanto no masculino, como no feminino. Nas provas na última quinta-feira nos Jogos Pan-Americanos em Toronto dois representantes de Santa Catarina que já mostraram experiência nos eventos da Fesporte, subiram no lugar mais alto do pódio e levaram a medalha de ouro.

Atual bicampeão mundial e líder do ranking da categoria até 60kg,Douglas Brose derrotou o venezuelano Jovanni Martinez e por 4 a 0 na final. É a terceira medalha de Brose em Pans. Ele conquistou bronze no Rio, em 2007, e em Guadalajara-2011.O atleta recebe orientação campeã: ele é casado com a tetracampeã pan-americana Lucélia de Carvalho Brose, que é sua treinadora.

No feminino Valéria Kumizaki superou a canadense Kate Campbell na final se tornando campeã pan-americana. O combate até 55kg empatou em 1 a 1, mas a arbitragem considerou a representante catarinense mais ofensiva e lhe deu a vitória. Os bronzes ficaram com a peruana Alessandra Vindrola e com a chilena Jessy Reyes.

Valéria já conquistou três medalhas em Pans.Foi vice-campeã no Pan de 2007, no Rio, e bronze em Guadalajara.

Os dois atletas recebem apoio do Fundoesporte ( Fundo de Incentivo ao Esporte da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte) do governo de Santa Catarina.

 

Saiba mais sobre o projeto de incentivo ao esporte aqui

 

 

 

 

Assessoria de Comunicação Fesporte

Pamela Marin

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Lideranças se reúnem em prol do esporte

O presidente da Fesporte, Marcelo Kowalski, esteve reunido na tarde desta terça-feira (21) com Secretário Estadual de Turismo, Cultura e Esporte (SOL) Felipe Mello. O objetivo da visita de Kowalski, foi para estreitar relações entre os órgãos estaduais, além de levar a realidade das competições esportivas e a troca experiências.

Durante a reunião, os líderes trataram de assuntos referentes aos eventos do calendário esportivo de Santa Catarina do segundo semestre como: Joguinhos, Olesc, Jesc, Jasc, Moleque Bom de Bola, Dança Catarina e as etapas do Brasileiro. 

Para Kowalski é de grande importância essa afinidade entre o turismo e o esporte, pois além de impulsionar a economia dos municípios, os eventos da Fesporte atraem atletas e visitantes. “Eu me senti muito satisfeito com a recepção do secretário Felipe Mello, pois a conversa foi essencial para o sucesso dos eventos do Governo do Estado de Santa Catarina por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte e da Fesporte. Acredito que unidos teremos respostas ainda mais positivas sobre o trabalho de promoção e incentivo ao esporte que já está sendo desenvolvido por nós. Com o apoio do secretário, os projetos ganharão ainda mais força” enfatiza o presidente.

 

 

 

Assessoria de comunicação

Pamela Marin

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Fesporte parabeniza atuação dos 19 atletas de SC no Pan

A delegação brasileira que participa dos Jogos Pan- Americanos em Toronto no Canadá, conta 590 atletas que competem em 36 modalidades esportivas. Pelo menos 19 catarinenses fazem parte do grupo de campeões que buscam o tão sonhado ouro. 

O presidente da Fesporte, Marcelo Kowalski, deseja sorte aos catarinenses. “Muitas dessas estrelas do esporte começaram carreira nos eventos esportivos promovidos pelo Governo do Estado de Santa Catarina por meio da Fundação, e isso é motivo de orgulho para todos nós que hoje acompanhamos o sucesso desses grandes guerreiros. Todos merecem um lugar ao pódio por já estarem entre os melhores das Américas. Isso prova que a prática esportiva além de aproximar as pessoas e fazer com que exercitem o corpo, consegue obter resultados mais expressivos na vida, seja ela dedicada ao lazer ou profissional” ressalta Kowalski.

Presidente da Fesporte Marcelo Kowalski em discurso.

 

Atletas da equipe brasileira ficarão no exterior até o dia 26 de julho trocando experiências com participantes de 41 Comitês Olímpicos Nacionais das Américas.

 

Conheça a lista de atletas de SC divulgada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB)

 

Tiago Brendle – Blumenau – SC - vôlei

 

Rosamaria Montibeller - Nova Trento – SC – vôlei

 

Rosane Sibele Budag Ewald – Blumenau – SC – tiro esportivo

 

Raquel Cristina Kochhann – Saudades – SC – rugby

 

Guilherme Gomes – Joinville – SC – remo

 

Diego Nazário – Florianópolis – SC – remo

 

Rodrigo Faustino – Lages – SC – hóquei sobre grama

 

Paulo Roberto Batista Junior – São José – SC – hóquei sobre grama

 

Marcos Rodrigo Pasin - São Miguel do Oeste – SC – hóquei sobre grama

 

Jessica Sayonara Maier – Timbó – SC – ginástica rítmica

 

Jonathan Riekmann – Blumenau – SC – atletismo

 

Jean Carlos Dolberth Machado - Curitibanos – SC – atletismo

 

Hederson Estefani - Curitibanos – SC – atletismo

 

Darlan Romani – Concórdia – SC – atletismo

 

Monica Araújo de Freitas – Chapecó –  SC - atletismo

 

Mariana Grasielly Marcelino – Joinville – SC - atletismo

 

Douglas Brose – Florianópolis –SC -  caratê

 

Fabiana Beltrame – Florianópolis – SC -  remo 

 

Clayton Silveira da Silva – Florianópolis - SC-  futebol

 

 

Assessoria de Comunicação Fesporte

Pamela Marin

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Catarineses estão entre os destaques da seleção no Pan em Toronto

Os Jogos Pan-Americanos de 2015, são um evento multiesportivo realizados entre os dias 10 e 26 de julho em Toronto no Canadá. A província de Ontário e outras 17 cidades da região do Golden Horseshoe recebem aproximadamente 6 mil atletas de 41 Comitês Olímpicos Nacionais das Américas que competem em 36 modalidades esportivas. Entre tantos campeões, a delegação brasileira conta com a experiência de atletas catarinenses que iniciaram carreira nos eventos da Fesporte. Entre os vários destaques de Santa Catarina estão: Douglas Brose do caratê, a remadora Fabiana Beltrame e Clayton Silveira da Silva, jogador de futebol.

Confira todas as informações do Pan aqui

Douglas Brose é natural de Cruz Alta – RS, mas leva o estado que representa no coração durante as competições, pois sua carreira foi desenvolvida junto aos catarinenses. O carateca foi buscar o ouro que ainda não tem no Pan, na categoria kumitê até 60 kg. Líder no ranking da WFK (Federação Mundial de Caratê) terá como principais rivais atletas da Colômbia, Venezuela e Uruguai.

Douglas já foi campeão nos Jogos Abertos de Santa Catarina, organizados pela Fesporte, onde teve estímulo para impulsionar a carreira. Hoje é, considerado por muitos o maior carateca do país. Para Edgar Ferraz, ex-presidente da CBK, Douglas Brose é "o maior medalhista e principal atleta do karatê brasileiro de todos os tempos".

Participou dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro em 2007, e de Guadalajara 2011, sendo terceiro colocado e obtendo a medalha de bronze nas duas competições. Em 2009, conquistou a medalha de ouro nos Jogos Mundiais na categoria kumitê até 60 kg. Nos Jogos Mundiais, de 2013 em Cali, ficou em segundo lugar com a medalha de prata. Em outubro de 2013, conquistou a medalha de bronze no World Combat Games, na mesma categoria. Em 2008 conquistou sua primeira medalha de bronze em campeonato mundial sênior, em 2010, foi medalha de ouro no Campeoanto Mundial de Karatê e em 2012 conquistou sua 3ª medalha em campeonatos mundiais em Paris. Em 2014 foi novamente campeão mundial em Bremen, na Alemanha, ao vencer o holandês Geoffrey Berens. Em 2015  Douglas Brose foi tetracampeão dos Jogos Abertos dos Estados Unidos.

Experiência também mostra a campeã mundial e prata no Pan de Guadalajara, Fabiana Beltrame. Aos 33 anos é considerada umas das mais conceituadas da delegação de brasileiros da modalidade remo. Natural de Florianópolis, já teve participações em Olimpíadas de Atenas, Pequim e Londres.

Foi a primeira remadora brasileira a conquistar vaga olímpica em Atenas 2004, e a garantir inédita medalha nacional em mundial de remo, na Eslovênia, em 2011. No mesmo ano foi a primeira atleta do país a vencer uma prova da Copa do Mundo, em Hamburgo. Começou no remo aos 15 anos. Fabiana é treinada pelo marido e atleta olímpico Gilbran Cunha, nascido em Lages.

Já Clayton Silveira da Silva está entre os novatos que vestem a camisa da seleção. Natural do Rio de Janeiro, radicado em Jaraguá do Sul, teve sua carreira desenvolvida principalmente no Figueirense. Pelo Alvinegro o jogador de 19 anos soma 16 gols e um título no Campeonato Catarinense em 2014.

 

 

Assessoria de Comunicação

Pamela Marin

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Osvaldo: 'A Fesporte promove a inserção esportiva do jovem'

Osvaldo Juncklaus, técnico da Gerência de Rendimento, com pós-graduação em Gestão de Esporte, pela Unisul, é um dos funcionários mais conceituados da Fesporte. Atuando na instituição desde 1991 tem seu nome como uma das referências esportivas em todo o Estado quando o assunto é gerenciamento esportivo. Mas, quem vê hoje o “Vado”, como é carinhosamente chamado pelos colegas de trabalho, à frente de um computador organizando um boletim técnico dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) ou orientando um dirigente de um município de como proceder em determinada situação dentro de uma competição da Fesporte, nem imagina o caminho percorrido por esse tubaronense de 49 anos até chegar ao estágio de grande respeito atingido entre seus pares.

Para trilhar o caminho do sucesso nos meios esportivos do Estado Osvaldo abraçou ainda adolescente o basquete. “Era o ala do Ferroviário, de Tubarão. Tinha 14 anos na época e cheguei a disputar os Jogos Escolares de 1978 e os Jasc até 1989. O máximo que consegui foi um terceiro lugar na segunda divisão dos Jasc de Itajaí em 1982”, lembra ele rindo.

“Profissional acima da média”

Mas, se o basquete não foi agraciado um craque em quadra, Santa Catarina ganhou um grande dirigente esportivo muito respeitado na área estatal. “Osvaldo tem um grande conhecimento técnico nos eventos da Fesporte. É um dos melhores servidores do Estado”, diz Renato Valvassori, presidente da Fundação Municipal de Esportes de Criciúma. “É um profissional acima da média, que discute um assunto com conhecimento de causa”, complementa. “Além de competente é parceiro dos dirigentes esportivos dos municípios. Sempre estar à disposição para esclarecer e ajudar”, emenda Álvaro Provesi, diretor técnico da Fundação Municipal de Esportes e Lazer de Itajaí.

Vado, como é conhecido pelos amigos, é bastante elogiado pelos dirigentes esportivos (Foto: Antonio Prado)

Para chegar a este nível de reconhecimento Vado começou na Fesporte de uma forma pouco conhecida do grande público. Iniciou nos eventos como coordenador da alimentação. “Entre as minhas funções do cargo, distribuía tickets de alimentação aos colegas de trabalho que atuavam no evento”, relembra ele, rindo.

Experiência como Orientador Esportivo

Fazendo uma visita ao passado, Osvaldo lembra que após deixar as quadras de basquete prestou vestibular para Administração e Geografia pela Unisul de Tubarão. Passou nos dois, até começou a estudar, mas depois trancou. E foi no curso de Educação Física pela Fucri/Unesc de Criciúma, que começou a realizar seu sonho. Era o ano de 1986. Em 1989 graduou-se pelo Udesc após uma transferência entre as faculdades. No mesmo ano prestou concurso para professor de Educação Física e foi aprovado para exercer a função na Escola Estadual Gertrudes Müller, de Canoinhas. Em 1991 foi covidado para exercer o cargo de Orientador Esportivo do Estado, em Tubarão, cargo similar hoje ao de integrador esportivo. Logo depois foi convidado a fazer parte do quadro funcional da Fesporte.

 De Tubarão para Florianópolis

“Quando decidi vir para Fesporte foi bem complicado, pois tive que deixar minha terra natal e morar em uma cidade grande como Florianópolis e com uma filha de oito meses”, relembra Osvaldo.  Hoje, entre as suas atribuições na Gerência de Rendimento da Fesporte consta a elaboração e planejamento de eventos esportivos como Jasc, Joguinhos e Olesc. Dentro destas ações estão incluídas a realizações de congressos técnicos, organização de boletins técnicos e reuniões com dirigentes esportivos.

Osvaldo Junckaus com os colegas de trabalho da Gerência de Rendimento (Foto: Antonio Prado)

Osvaldo acredita que todas as ações dentro da Fesporte são importantes, mas, segundo ele, uma das que demanda mais responsabilidade e concentração são os Jasc. “Já tive oportunidade de ser o coordenador geral de duas edições dos Jasc (2000, em Brusque, e 2011 em Criciúma). Não é fácil você coordenar um grupo de 450 pessoas de 12 setores diferentes que têm que funcionar perfeitamente entre si como uma engrenagem: da alimentação ao transporte, dos árbitros aos atletas, passando pela infraestrutura das praças esportivas”, enfatiza.

Jasc de 1995: momento marcante

E quando assunto é lembrança Osvaldo nem tem dúvidas em eleger o ano de 1995, como um dos períodos mais significativos de sua carreira: “Organizávamos os Jasc de Rio do Sul e no último dia, decisão de futsal, ginásio lotado, pessoas celebrando. Eu fui ao encontro dos colegas de trabalho e nos abraçamos. Aquilo significava a certeza que uma nova era se iniciava dentro da Fesporte, já que profissionais de renome e experientes haviam deixado à instituição no ano anterior e alguns chegaram a duvidar se a turma jovem teria cacife para comandar com sucesso os Jasc. E esta edição foi sucesso, pois a levamos até o fim sem nenhum grande problema extra quadra”.

Contato com o público: um grande prazer

Se organizar os Jasc é que demanda mais concentração e dedicação, o que lhe dá mais prazer é o contato com o público que o evento proporciona. “Esse corpo a corpo com os dirigentes esportivos e com os colegas de trabalho é o que eu gosto de fazer”, confessa Vado.

Instigado a definir o que representa a Fesporte em sua vida Osvaldo Juncklaus não tem dúvidas: “A Fesporte é uma instituição que mobiliza pessoas e possibilita a cidadania por meio da prática esportiva. Com isso auxilia os nossos jovens a serem pessoas do bem”.  Entretanto, avisa: “Precisamos repensar e ouvir sugestões para fortalecer nosso sistema esportivo, pois o que fazíamos há 20 anos não cabe mais. A sociedade mudou, a juventude mudou e precisamos acompanhar essas mudanças”, finaliza.

Antonio Prado

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