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Chapecó - A terça-feira (27) foi marcada pelo primeiro dia de competição do atletismo dos Jogos Abertos Paradesportivo de Santa Catarina (Parajasc) em Chapecó. Com a pista do Complexo Esportivo Verdão tendo um bom público a modalidade distribuiu na primeira etapa nove medalhas de ouro para atletas com deficiência auditiva (DA) e intelectual (DI), que inclui participantes de síndrome Down. Nesta quarta-feira (28) o atletismo prossegue com as disputas ainda no DA e DI e se encerra na quinta-feira (29) com  a participação dos atletas com deficiência física (DF) e visual (DV).

Veja um vídeo com alguns dos melhores momentos do primeiro dia do atletismo

Faça aqui o download dos boletins atualizados dos Parajasc

Entre os cerca dos 900 atletas que estavam na pista do Complexo Esportivo Verdão, nesta terça-feira, uma das mais animadas era Dinane Priscila Correa, 15 anos, de Rio Sul, que disputou a prova dos 100 metros para atletas com síndrome de Down. “Vou ganhar, vou ganhar”, dizia antes da largada de sua bateria com oito participantes – a prova era final por tempo dividida em três baterias. O árbitro deu o tiro de partida e Dinane disparou, mas chegou em quinto lugar em sua bateria e no final de todas as baterias terminou na 13ª posição na competição.

“Guanhei, guanhei!”

Apesar de distante do pódio dizia para si mesma: “eu ganhei, eu ganhei, não disse que eu ia ganhar”. O retrato era de felicidade. Antes da disputa Dinane era uma das mais animadas em sua bateria. Ria, brincava com as companheiras de prova e dizia: “eu vou ganhar, vou ganhar”. Vaidosa ao extremo era a única com batom nos lábios. Após o fim da prova foi abraçar sua técnica e professora da Apae de Rio do Sul Isabel Cristina. “Isabel, eu ganhei, ganhei”, contou com alegria. “Para ela, ela sempre ganha”, disse Isabel, que confessou conviver com uma Dinane vaidosa e alegre na Apae. “Lá ela gosta de dançar e desfilar, é uma figura”, atesta Isabel.

Além de Dinane, o primeiro dia do atletismo dos Parajasc revelou alguns destaques por conta da conquista da medalha de ouro em suas provas. Foi o caso de  Vaneza Wons, de Quilombo, no salto em distância DA e ainda os atletas de Palmitos Alexandre Staudt, no salto em altura DI, Simone Inês Ludke, no arremesso de peso DA, e Pauline Riese, no lançamento de disco DI.

Os Parajasc são uma promoção da Fesporte em parceria com  a prefeitura de Chapecó.

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Antonio Prado

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Chapecó - Na manhã desta terça-feira (27), professores de educação física e dirigentes esportivos participaram de um curso de arbitragem de bocha paralímpica. O curso faz parte da programação da 10ª edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), que estão ocorrendo em Chapecó. O estudo, realizado no auditório do Centro de Eventos Arlindo de Nes, foi ministrado por Elizabeth Albano, árbitra do Comitê Paralímpico Brasileiro e coordenadora da modalidade nos Parajasc. 

A bocha paralímpica começa nesta quarta-feira e os participantes do curso realizarão a parte teórica do estudo arbitrando partidas dentro do torneio. No conteúdo programático do curso, regras do jogo e diversas simulações de partidas e formas de atuação do árbitro dentro da competição. 

Competem na bocha paralímpica paralisados cerebrais severos que utilizam cadeira de rodas. O objetivo do jogo é lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca chamada de jack (conhecida no Brasil como bolim). É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. 

Entenda a bocha paralimpica

Há três maneiras de se praticar o esporte: individual, duplas ou equipes.

Antes de começar a partida, o árbitro tira na moeda (cara ou coroa) o direito de escolher se quer competir com as bolas de couro vermelhas ou azuis. O lado que escolhe as vermelhas inicia a disputa, jogando primeiro o jack e uma bola vermelha. Depois, é a vez da bola azul entrar em ação. A partir de então, os adversários se revezam a cada lance para ver quem consegue posicionar as bolas o mais perto possível do jack. As partidas ocorrem em quadras cobertas, planas e com demarcações no piso. A área do jogo mede 6m de largura por 12,5m de comprimento.

Para ganhar um ponto, o atleta precisa jogar a bola o mais próximo do jack. Caso este mesmo jogador tenha colocado outras esferas mais próximas do alvo, cada uma delas também vale um ponto. Se duas bolas de cores diferentes ficam à mesma distância da esfera branca, os dois lados recebem um ponto. Vence quem acumula a maior pontuação.

As partidas são divididas em ends, que só terminam após todas as bolas serem lançadas. Um limite de tempo é estabelecido por end, de acordo com o tipo de disputa. A contagem começa quando o árbitro indica quem fará o lance até quando a bola para. Nas competições individuais, são quatro ends e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis ends compõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo.

A bocha paralimpica dispõe de algumas especificidades:

BC1: atletas com paralisia cerebral que conseguem arremessar a bola. Podem ter auxílio para estabilizar a cadeira e receber a bola.

BC2: atletas com paralisia cerebral com mais facilidade para arremessar a bola do que os da classe BC1. Não há assistência.

BC3: atletas com paralisia cerebral que não conseguem arremessar sozinhos e utilizam uma rampa (CALHA)  para isso.

BC4: atletas com outras deficiências severas com dificuldade para arremessar.

Quanto menor o número, maior a limitação do competidor.

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Chapecó - As competições dos Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) começam a partir desta terça-feira (27) em Chapecó. A segunda-feira (26) é reservada para a chegada das delegações, cerimônia de abertura e início da classificação funcional dos paratletas. Momento apropriado para explicarmos, afinal, do que se trata a classificação funcional (CF)?

Confira o Boletim 01 dos Parajasc 2014

A CF constitui-se em uma forma de nivelamento entre os aspectos da capacidade física e competitiva, colocando as deficiências semelhantes em um grupo determinado de atletas. Isso permite oportunizar a competição entre indivíduos com vários graus de deficiência, pois o sistema de classificação eficiente é o pré-requisito para uma competição mais equiparada.

Cada esporte tem um próprio sistema de classificação funcional do atleta, realizado através de três avaliações. Primeiro, é feito um exame físico para verificar exatamente de qual patologia o competidor sofre. Depois, na avaliação funcional, são realizados testes de força muscular, amplitude de movimento articular, medição de membros e coordenação motora. A última etapa é o exame técnico, que consiste na demonstração da prova em si, com o atleta usando as adaptações necessárias. São observadas a realização do movimento, a técnica utilizada, assim como as próteses.

Avaliadores do Comitê Paralímpico Brasileiro

Nos Parajasc, a equipe de classificadores funcionais é formada por 25 profissionais entre médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, psicopedagogos e professores de educação física. Grande parte destes profissionais são oriundos do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).  Antes da competição, os paratletas passam por estes profissionais que analisam o grau de deficiência de cada participante. São atletas com deficiência auditiva (DA), intelectual (DI), física (DF) e deficiência visual (DV).

Fazem parte da programação dos Parajasc o atletismo, tênis de mesa, xadrez, futsal, ciclismo, goalball, handebol em cadeira de rodas, natação, xadrez, basquete para cadeirantes, bocha e bocha paralímpica. E para cada modalidade há especificidades para a classificação funcional baseadas nas habilidades funcionais, identificando as áreas chaves que afetam o desempenho do atleta para a performance básica do esporte escolhido.

A habilidade funcional necessária independe do nível de habilidade ou treinamento adquirido. Um atleta que compete em mais de um esporte recebe uma classificação diferenciada para cada modalidade.

As deficiências correspondentes às modalidade são representadas por siglas, oficializadas pelo Comitê Paralímpico Internacional e fazem sempre referência ao nome da modalidade ou da deficiência em inglês, e os números indicam o grau de comprometimento de acordo com a lesão.

Atletismo

A letra “F” (de field, em inglês) é utilizada para provas de campo, como arremesso, lançamentos e saltos.

 A letra “T” (de track, em inglês) é utilizada para corridas de velocidade e fundo. Entenda a numeração:

 De 11 a 13: deficientes visuais.

20: deficientes intelectuais.

21: Síndrome de Down.

22: Deficiência Auditiva (Surdos)

31 a 38: paralisados cerebrais (31 a 34 para cadeirantes).

40: anões• 41 a 46: amputados e outros.

51 a 58: competem em cadeiras (sequelas de poliomielite, lesão medular e amputação).

Basquete em cadeira de rodas

Os atletas recebem uma classificação funcional que varia de 1 a 4,5 pontos, de acordo com o comprometimento motor: quanto menor o comprometimento do atleta, maior a pontuação. Durante o jogo, a soma total dos cinco jogadores não pode ultrapassar os 14 pontos.

Bocha

BC1: atletas com paralisia cerebral que conseguem arremessar a bola. Podem ter auxílio para estabilizar a cadeira e receber a bola.

BC2: atletas com paralisia cerebral com mais facilidade para arremessar a bola do que os da classe BC1. Não há assistência.

BC3: atletas com paralisia cerebral que não conseguem arremessar sozinhos e utilizam uma rampa (CALHA)  para isso.

BC4: atletas com outras deficiências severas com dificuldade para arremessar.

Quanto menor o número, maior a limitação do competidor.

Ciclismo

B: atletas com deficiência visual que competem no tandem (bicicleta com dois assentos) com um ciclista sem deficiência no banco da frente.

H1-H4: atletas paraplégicos que utilizam a handbike (bicicleta especial em que o impulso é dado com as mãos).

T1-T2: atletas com deficiência que tenham o equilíbrio afetado e precisem competir usando um triciclo.

C1-C5: atletas com deficiência que afeta pernas, braços e/ou tronco, mas que competem usando uma bicicleta padrão.

Goalball

Todos os atletas usam vendas para que haja igualdade de condições.

 B1:  Cego total: nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos ou percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer formatos a qualquer distância ou em qualquer direção.

B2:  atletas com percepção de vultos.

B3:  atletas que conseguem definir imagens.

Natação

A letra “S” antes da classe representa provas de estilo livre, costas e borboleta. As letras “SB” refere-se ao nado peito, enquanto “SM” indica eventos medley individuais. Como o nado peito exige maior impulsão com a perna, é comum que o atleta esteja em uma classe diferente neste estilo em relação aos outros. O mesmo acontecer com as provas medley. Quanto menor o número, maior a deficiência.

1- 10: atletas com deficiências físicas.

11-13: atletas com deficiências visuais.

Os da classe 11 tem pouca ou nenhuma visão.

14: atletas com deficiências intelectuais

Tênis de mesa

Há 11 classes no tênis de mesa. Quanto maior o número, menor o comprometimento físico-motor.

TT1, TT2, TT3, TT4 e TT5 -  atletas cadeirantes

TT6, TT7, TT8, TT9, TT10 - atletas andantes

TT11 - atletas andantes com deficiência intelectual

Tênis em cadeira de rodas

Classe aberta: atletas com deficiência para se locomover (medula ou amputação), mas sem comprometimento de braços e mãos.

Classe “quad”: atletas com deficiências que afetem, além das pernas, o movimento dos braços, dificultando o domínio da raquete e da movimentação da cadeira de rodas. Nesta classe, homens e mulheres podem competir juntos.

Handebol em cadeira de rodas

A proposta do Handebol Adaptado em Cadeiras de Rodas é parecida com a modalidade do Handebol tradicional de salão, sua maior diferença está na redução da trave para 1,60m, através da colocação de uma espécie de placa 48 cm que possibilita a defesa do goleiro.

 Essa modalidade é dividida em duas categorias Handebol em Cadeiras de Rodas 4 (HCR4), que tem como base as regras do Handebol de Areia, que apresenta as seguintes características: a partida é disputada em quadra de basquete, a equipe é formada por 4 jogadores, mais 4 reservas onde o goleiro não é fixo, com dois tempos de 15 minutos e 5 minutos de intervalo, após o final de cada período o placar é zerado, persistindo empate e acrescentado mais 10 minutos para decidir o vencedor através de um gol de ouro.

Xadrez

Para deficientes visuais, as peças do xadrez possuem um pino de fixação embaixo e as pretas tem alguma característica que pode ser uma ranhura ou um preguinho sobre elas, para que as mesmas possam ser diferenciadas das brancas, com o tato. 

O tabuleiro possui 8 linhas e 8 colunas, formando assim 64 casas de cores alternadas, 32 brancas e 32 pretas. No tabuleiro adaptado as casas pretas são mais elevadas que as brancas e todas possuem um orifício para que a peça seja fixada. Usa-se a anotação algébrica das casas para sua identificação.

 As colunas representadas pelas letras de A até H e as linhas de 1 a 8, ouseja vai de A1 A H8. Para facilitar o entendimento da pronuncia da casa é utilizado nomes próprios para cada letra: A, Ana; B, Bela; C, Cézar; D, David; E Eva; F, Félix; G, Gustav; H, Hector.

Além de atletas com deficiência visual o xadrez é oferecido nos Parajasc aos participantes com deficiência física e auditiva.

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Florianópolis - Os Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) vão reunir 2.500 paratletas de todo o Estado de Santa Catarina em Chapecó, no Oeste Catarinense, do dia 26 ao dia 31 de maio. Criciúma e Jaraguá do Sul vêm se preparando com disposição para fazer um bom papel no torneio. A delegação criciumense estará composta por 80 atletas e traz uma novidade neste ano, a inclusão do time masculino de handebol para cadeirantes na disputa. Já Jaraguá do Sul participará com 60 paratletas.

Os Parajasc são uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio Fesporte em parceria com a Prefeitura de Chapecó.  Os atletas com deficiência auditiva (DA), física (DF), visual (DV) e intelectual (DI) disputarão as modalidades de atletismo, natação, tênis de mesa, xadrez, futsal, ciclismo, goalball, handebol em cadeira de rodas, natação, basquete para cadeirantes e bocha paralímpica.

Visando a se preparar aos Parajasc, os paratletas da Associação de Deficientes Físicos de Criciúma (Judecri)/Fundação Municipal de Esporte (FME) participam no próximo sábado e domingo, dias 24 e 25 de maio, da fase regional Rio-Sul do Circuito Loterias Caixa, no Rio de Janeiro. O objetivo do grupo é conquistar o índice e garantir vaga para as três etapas do Brasileiro e também deixar o time mais entrosado para a competição em Chapecó. 

Os paratletas viajaram na madrugada desta quinta-feira, dia 22, e retornam no domingo, dia 25. Na terça-feira, dia 27, voltam a pegar a estrada para a cidade de Chapecó, para representar Criciúma nos Parajasc.

Oportunidade de crescer

Já os integrantes do time de Jaraguá do Sul veem nos Parajasc uma oportunidade de melhoria em suas carreiras. Na edição do ano passado, Jaraguá do Sul faturou no total 19 medalhas e, desta vez, a expectativa é que este número seja superado. Alguns dos paratletas que disputarão os Parajasc treinam na Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae) de Jaraguá do Sul. 

Em 2013 a entidade implantou o Projeto Paradesportivo, que incluiu um técnico para treinamentos específicos. A iniciativa deu certo, pois 10 atletas do projeto tiveram participação destacada nos Parajasc 2013 e receberam bolsa-atleta da prefeitura de Jaraguá do Sul.

A coordenadora do projeto paradesportivo da Apae, de Jaraguá do Sul, Claudia Robertha de Arrazão, diz que um evento como os Parajasc estão alcançando seus objetivos:  “Percebemos nitidamente a evolução dos atletas, não só na questão prática do esporte, mas socialmente. Muitos tinham problemas de comportamento e pelo esporte conseguimos mudanças. Muitos pais não acreditavam no potencial de seus filhos e devido às medalhas eles começaram a se aproximar. Temos histórias de vida que se alteraram”,  explica.

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Florianópolis - Criados em 2005 pela Fesporte com a finalidade de propiciar esporte para atletas portadores de necessidades especiais, os Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), ao longo de 10 anos de existência, vêm se consolidando como um dos eventos esportivos mais significativos do Estado. O tempo mostra que o evento cresceu em quantidade e qualidade. Na primeira edição, na mesma Chapecó desse ano, eram 1.000 atletas de 42 municípios e agora, em 2014, novamente na principal cidade do Oeste, são 2.500 atletas de 63 cidades.

“Alem disso, em 2005, na primeira edição, tínhamos sete modalidades, agora, são onze”, explica João Cascaes, coordenador-técnico da competição. No período de 26 a 31 deste mês, Chapecó recebe atletas com deficiência auditiva (DA), física (DF), visual (DV) e intelectual (DI) disputando as modalidades de atletismo, natação, tênis de mesa, xadrez, futsal, ciclismo, goalball, handebol em cadeira de rodas, natação, basquete para cadeirantes e bocha paralímpica. 

Para justificar a tese da melhoria da qualidade dos jogos, Cascaes enfatiza que os Parajasc já revelaram grandes valores do paradesporto catarinense. “Temos cinco atletas que foram revelados nos Parajasc que já disputaram competições internacionais como campeonatos mundiais, Paralimpíadas, Parapan e Copa América. Um destes é o Matheus Rheine de Souza, nadador de Brusque, que participou das últimas Paralimpíadas de Londres, em 2012”, diz Cascaes.

Erivaldo Caetano Junior, o Vadinho, presidente da Fesporte, acredita que o sucesso do evento é o resultado da integração e da parceria entre Fesporte, municípios, Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) e as federações de todos os segmentos de deficiência, além dos atletas participantes, funcionários da Fesporte e integradores esportivos.

Marcelo Kowalski, coordenador-geral dos Parajasc e diretor de esportes da Fesporte, defende que a competição tem uma importância singular, pois “é um evento dedicado à pessoas especiais, que dedicam a vida aos ideais”. Os Parajasc, destaca Marcelo, “visam a construir uma sociedade solidária, sem preconceitos, que respeita e valoriza as diferenças e que seja capaz de propiciar a todos os cidadãos e cidadãs o desenvolvimento pleno de suas potencialidades”. 

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Canoinhas - A festa estava bonita. Ginásio lotado, pessoas bem vestidas, dançarinos em trajes finos. Ao final da apresentação dos 25 casais, Florianópolis e Joinville sagraram-se campeões da dança de salão dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti) em Canoinhas. O feito foi na noite desta sexta-feira (16), no ginásio do Colégio Sagrado Coração de Jesus. Os Jasti, que começaram na terça-feira, dia 13, terminam neste sábado (17) com a definição dos campeões da bocha, bolão 23, canastra, truco e dominó. A promoção do evento é da Fesporte em parceria com a prefeitura de Canoinhas.

Joinville foi campeão na dança de salão, categoria 60 a 69 anos, com o casal Valdemar Clerice e Iloisa Teresinha Bellani. Em segundo lugar ficaram Antonio Luiz de Mellas e Dinorá Padilha, de Balneário Camboriú, e em terceiro lugar Brasiliano Duarte e Margarida Novelo, de Videira.

O casal campeão de Florianópolis, categoria mais de 70 anos, formou com Luis Alberto Caldeia e Nilma Neves. Barra Velha ficou com a segunda colocação com Antonio de Goes Correa e Zilma Flores Serafim. Ficou em terceiro lugar o casal Raul Joan Marchisio e Talita Schwemlein, de Camboriú.

No pódio, alegria dos campeões

No pódio muita alegria dos campeões, que foram parabenizados por autoridades, entre elas o prefeito de Canoinhas Beto Faria, o deputado estadual Antonio Aguiar, criador da lei dos Jati, além do coordenador geral dos Jasti Marcelo Kowalski. Ao final os jurados escolheram os melhores da noite.

Na categoria 60 a 69 anos o melhor dançarino foi Brasiliano Duarte, de Videira, e entre as mulheres o destaque ficou para Iloisa Teresinha Bellaine, de Joinville. Já na categoria a partir de  70 anos o prêmio de melhor dançarino foi para Antonio de Goes Correa, de Barra Velha. O título de casal simpatia coube ao casal Aristides Kirchner e Armelinda Pereira, de Rio do Campo.

“Já esperava este título, quando vi os casais se apresentando percebi que podiamos ser campeões´”, revelou Iloisa Bellaine,  de Joinville, vencedora na categoria 60 a 69 anos. “Essa vitória eu agradeço primeiramente a Deus e depois aos meus professores e todas as pessoas que me ajudaram”, disse Luiz Alberto Caldeia, de Florianópolis, campeão na categoria a partir de 70 anos.

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