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Chapecó - Tendo um sol forte e céu azul como cenário, a pista de atletismo do Complexo Esportivo Verdão  foi o local em que se definiram os últimos campeões do atletismo dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), em Chapecó, nesta sexta-feira (30). Criciúma e Itajaí, no masculino, Joaçaba e Florianópolis, no feminino, foram os campeões do dia. Os Parajasc, que iniciaram dia 26, terminam neste sábado, dia 31, com a definição dos campeões da bocha, bocha paralímpica, basquete DF (deficiente físico) e futsal DI.

No atletismo masculino, no seguimento deficiente físico (DF), Criciúma fechou a competição como campeão com 207 pontos, seguido de Lages, em segundo, com 174, e Balneário Camboriú, em terceiro lugar, com 147 pontos.

Também no masculino, segmento deficiente visual (DV) Itajaí ficou em primeiro lugar com 133 pontos. Depois veio Chapecó, com 74, e por fim, Florianópolis, na terceira colocação, com 73 pontos.

Entre as mulheres, segmento DF, destaque para Joaçaba, que conquistou o troféu de campeão com 160 pontos, seguido de Criciúma, com 155, e Lages, em terceiro lugar, com 104 pontos.

As atletas de Florianópolis venceram o segmento DV com 91 pontos, cabendo o troféu de vice-campeão a Concórdia, que somou 66 pontos, com Joinville, em terceiro, com 51 pontos.

Outros campeões

Na quinta-feira (29) já haviam sido definidos os campeões nos seguimentos deficiente auditivo (DA) e deficiente intelectual (DI). No DA masculino o título ficou com Chapecó com 68 pontos. Depois vieram empatados Palhoça, Palmitos e Caçador, com 30 pontos.

No DA feminino as meninas de Concórdia sagraram-se campeãs com 43 pontos. São Miguel do Oeste  veio logo em seguida com 37 e Caçador fechou a competição em terceiro lugar com 34 pontos .

Já no seguimento atletismo para deficiente intelectual (DI) o primeiro lugar dos Parajasc, no masculino, ficou com Jaraguá do Sul, 61 pontos, Quilombo, em segundo, com 36, e Palmitos,  fechou a competição em terceiro lugar com 31 pontos.

No DI feminino Presidente Getúlio foi o campeão ao somar 45 pontos, seguido de Itajaí, com 39 e Concórdia, em terceiro com 32 pontos.

Entre os inúmeros campeões do atletismo dos Parajasc, o técnico de Itajaí, Ivan Cardoso, campeão no segmento DV masculino era um dos mais tranquilos. “Eu já esperava essa conquista pela força da nossa equipe de 22 atletas. Fomos campeões no ano passado e este ano conseguimos repetir a dose. Estou muito satisfeito pela performance do nosso município”, conclui.

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Antonio Prado

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Chapecó - A sexta-feira (30) marca o encerramento do atletismo, ciclismo, basquete DI (deficiente intelectual), handebol para cadeirantes, tênis de mesa e xadrez dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) que estão sendo realizados deste o dia 26 em Chapecó. A quinta-feira (29) foi dia de encerramento do goallball  e natação. Os Parajasc terminam neste sábado, dia 31, com a definição dos campeões da bocha, bocha paralímpica, basquete DF (deficiente físico) e futsal.

Confira quem foram os primeiros campeões dos Parajasc 2014

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Nesta sexta, o ciclismo terá como palco o Parque de Exposição da Efapi, às 10 horas. Todas as demais competições têm início às 9 horas. As provas de atletismo ocorrem na pista do Complexo Verdão. Já a rodada final do basquete DI será no ginásio do Sest/Senat.

O handebol para cadeirantes acontece no ginásio do Complexo Esportivo Verdão, enquanto que a rodada do tênis de mesa será no ginásio Ivo Silveira. E, por fim, o xadrez conhecerá o campeão no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. 

As competições dos Parajasc começaram na terça-feira, dia 27, e prosseguem até este sábado, dia 31. O evento, que envolve 2.500 atletas de 63 municípios, é uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte em parceria com a prefeitura de Chapecó.

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Chapecó - A academia Aquatic Center foi o palco da natação dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) nesta quinta-feira (29) em Chapecó. Na piscina 73 nadadores com objetivos distintos. Alguns  com o propósito de ganhar a medalha de ouro, outros apenas com a disposição e alegria de participar. Os Parajasc começaram na segunda-feira (26) e terminam neste sábado, dia 31. O evento é uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte em parceria com a prefeitura de Chapecó.

No seleto grupo de atletas de pontas estiveram em ação na natação estão Júlia de Almeida Weiss, de São José, 26 anos, e Jonathan Eduardo de Farias, de Joinville, 20. Júlia foi ouro nos 100 metros e Jonathan estava confiante em no ouro em sua prova, os 100 metros peitos. Ambos são segundo lugar no ranking nacional em suas classes, a S9 (atletas com deficiência física) e têm no currículo inúmeras medalhas de ouro na história dos Parajasc. Júlia, 10, e Jonathan, 12.

 A história de Júlia na natação começou em 2008 após um acidente de carro na Avenida Beiramar Norte, em Florianópolis, em que teve amputada parte da perna esquerda, logo abaixo do joelho. A partir daquele dia tomou gosto pela modalidade nas aulas de natação do curso de educação física da Udesc, da qual era acadêmica.

Ela começou a se destacar nas competições internas da faculdade e quando de seu conta já estava participando de competições nacionais. “Hoje tenho 110 medalhas”, diz, enfatizando que a mais importante foi a medalha de ouro nos 50 metros livres conquistada na etapa nacional Circuito Caixa em 2011, em São Paulo. 

Júlia participa dos Parajasc defendendo as cores da Associação das Pessoas Com Deficiência de Santa Catarina (Apedesc), de São José, e nas etapas nacionais a cidade de Limeira, SP, com a Associação Paralímpica de Indaiatuba (Apin), entidade que também está presente em Limeira.

Jonathan, campeão pan-americano

O joinvilense Jonathan Eduardo de Farias já participou de cinco Parajasc vencendo todas as provas que disputou nos 100 metros peito, borboleta e nos 50 metros livres. Tem má formação congênita no braço direito, o que não impediu de ser campeão pan-americano em Bogotá, em 2009, nos 100 metros peito.

Outro que é exemplo de dedicação  ao esporte e que participa da natação dos Parajasc é Marcos Aurélio Gonçalves, de 64 anos, classe S8,  um ex-bombeiro de Lages. O atleta sofreu um acidente de moto em 2007 em sua cidade. “Como consequência perdi os movimentos do braço direito devido ao arrancamento de nervos”, diz.

Em Chapecó Marco Aurélio foi mal em sua prova, os 100 metros, estilo crawl e se justifica. “Sou atleta de maratonas aquáticas, que são realizadas em mar aberto com extensão de 1.500 a três mil metros. Já participei de 70 maratonas ao longo de minha carreira e já venci 30, então nos Parajasc venho aqui só participar, pois provas de piscina não são minha especialidade”. 

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Chapecó - A catarinense Elizabeth Albano, árbitra de bocha paralímpica do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o carioca Alex Alonso, coordenador de arbitragem da Associação Nacional de Desporto Para Deficientes (Ande), entidade parceira do CPB nos grandes eventos esportivos nacionais, têm um pensamento em comum: o nível técnico dos Parajasc, que estão sendo realizados em Chapecó, é muito bom. Os dois estão trabalhando no torneio da bocha paralímpica dos Parajasc.

Elizabeth destaca que nos Parajasc estão atletas que participaram do Parajuvenil, no ano passado, na Argentina. “Cada evento que acontece percebemos que o nível técnico da competição tem se elevado. Isso é fruto de muito trabalho, dedicação e comprometimento”, avalia.

Para Alex Alonso o desporto catarinense vem crescendo de forma significativa nos últimos anos e isso pode ser creditado aos Parajasc. “É um evento excepcional. Qual o Estado brasileiro que tem uma competição com 2.500 atletas como os Parajasc?”, pergunta-se, para em seguida elogiar: “É um evento super organizado. Espetacular”.

Os Parajasc são uma promoção do Governo de Santa Catarina, por meio da Fesporte em parceria com a prefeitura de Chapecó.

Confira abaixo o vídeo com entrevistas dos integrantes do CPB

 

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Chapecó - Torcida compenetrada, técnicos e atletas ansiosos. Foi com esta atmosfera que iniciou nesta quarta-feira (28) a bocha paralímpica dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), em Chapecó. A modalidade é destinada aos atletas com paralisia cerebral severa, e que utilizem cadeira de rodas, calhas e bolas específicas para a disputa da competição. O ginásio do Sesc praticamente tomado de gente era uma prova que a modalidade foi caindo no gosto popular de torcedores e esportistas.

“Antes eram apenas três atletas no início da modalidade nos Parajasc, em 2007, de Jaraguá do Sul”, disse Aline Barros, coordenadora do Programa Paradesportivo da Fundação Municipal de Esporte e Lazer de Itajaí, “Agora são 52”, completou. Durante todo o dia, o que se viu no ginásio do Sesc foram partidas com com muita estratégia e jogadas de efeito. A competição prossegue até sábado, dia 31, sempre no ginásio do Sesc.

Como a bocha convencional, a bocha paralímpica é um jogo de planejamento e estratégia. É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. A habilidade e a inteligência tornam-se fundamentais no desenvolvimento das jogadas, com aplicação de técnicas e táticas adequadas a cada superação das deficiências.

Fernando, de Itajaí, o maior destaque

A bocha paralímpica é divida em algumas classes. A BC1, destinada a atletas com paralisia cerebral que conseguem arremessar a bola. Podem ter auxílio para estabilizar a cadeira e receber a bola. Tem ainda a classe BC2, para jogadores com paralisia cerebral com mais facilidade para arremessar a bola do que os da classe BC1; e também BC3, para os participantes com paralisia cerebral que não conseguem arremessar sozinhos e utilizam uma rampa ou calha, com auxilio de um calheiro. Há ainda a classe BC4, composta por atletas com outras deficiências severas com dificuldade para arremessar. Quanto menor o número da classe, maior a limitação do competidor.

Entre os 52 atletas da bocha paralímpica que estão em Chapecó, o maior destaque é Fernando Wolfran, 33 anos, de Itajaí, que participou de todos os torneios da modalidade desde 2007. Tem no currículo quatro medalhas de ouro e três de prata na classe BC3. “Ele evoluiu muito em seu jogo”, atesta a mãe de Fernando, dona Marlete Wolfran, “tanto que conseguiu ser vice-campeão brasileiro em 2009”, complementou, a mãe toda orgulhosa.

“Este torneio aqui em Chapecó tem um nível técnico muito bom”, ressaltou Elizabeth Albano, árbitra de bocha paralímpica do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que está na organização da arbitragem dos Parajasc. “Santa Catarina está de parabéns por esse evento e é exemplo para o Brasil”, completou Alex Alonso, que veio do Rio Janeiro para trabalhar nos Parajasc, e é coordenador de arbitragem da Associação Nacional de Desporto Para Deficientes (Ande), parceira da CPB em competições nacionais.

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Chapecó - Atendendo à imprensa na manhã desta quarta-feira na Comissão Central Organizadora (CCO) dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) no  Centro de Eventos Plínio Arlindo de Ness, em Chapecó, o diretor de esporte da Fesporte e coordenador geral  dos Parajasc Marcelo Kowalski fez uma avaliação do primeiro dia de competição. Confira o áudio da entrevista.

Ouça aqui a entrevista

 

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