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Sua excelência, o integrador esportivo

Chapecó - Sabe aquele elemento essencial para que tudo funcione bem em determinada função? Quando falamos da estrutura que envolve todo o esporte amador de Santa Catarina, essa peça que não pode faltar é o integrador esportivo.

São eles que organizam as competições na base, ou seja, nas cidades. E não é apenas uma cidade, são várias. Os integradores se espalham pelo Estado usando como base as Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDR). São 36, cada um deles responsável por, em média, 10 municípios e todas as competições que elas estão envolvidas.

Gladimir Dutra da Cunha é um dos 36 integradores em ação pelo Estado. Responsável pela região da SDR de Concórdia, cuida no dia a dia de cerca de 2 mil jovens atletas de 7 municípios. Há 10 anos na função, ele destaca o retorno da população para o trabalho que é feito. “Temos uma responsabilidade de orientar, passar informações, auxiliar no que for preciso os pequenos municípios, principalmente. E eles devolvem todo esse esforço com muita gratidão, é muito legal”, conta Gladimir.

Ivete Tirelli é integradora na área da SDR de Palmitos, que engloba oito municípios. Ela lembra que, para equipes de cidades pequenas, chegar à fase regional de uma competição, como a que está ocorrendo em Chapecó, já é motivo para muita alegria. “As pequenas cidades valorizam demais esses eventos, são as Olimpíadas deles. Por isso, não podemos permitir que esse envolvimento acabe jamais”, reforça.

A correria para fazer tudo funcionar perfeitamente também é a rotina diária de Lenuir Oliveira, integrador da região de Xanxerê. São 14 municípios com eventos programados praticamente durante o ano todo. Mas é nessa época que o trabalho, que já é corrido, vira uma verdadeira maratona. “Hoje estou aqui cuidando apenas do pessoal do vôlei, em etapas regionais como essa em Chapecó o trabalho fica bem mais tranquilo, tem mais gente para dar suporte. Mas também estou com a cabeça nos Jesc, no Moleque (Bom de Bola), nas microrregionais dos Jasc. Preciso controlar tudo, não dá para esquecer nenhum detalhe”, explica.

Apesar da correria e das dificuldades do dia a dia, Lenuir, Gladimir e todos os demais integradores são enfáticos ao definir o que move essa função, tão determinante para o esporte catarinense: a satisfação de ver uma equipe se desenvolvendo, os jovens se tornando atletas, tirando lições para toda a vida. “Uma vitória deles nas quadras, nas pistas, nas piscinas, também é uma vitória nossa. Nos sentimos um pouco pai e mãe de cada um deles”, diz Lenuir Oliveira.

Engrenagem fundamental

 

Para o diretor de Esporte da Fesporte, Marcelo Kowalski, o sucesso e o nível de participação nos eventos catarinenses não seria possível sem a figura do integrador na base. “Tenho eles como a ponta da lança da Fesporte, aqueles que nos representam em cada cantinho e fazem a engrenagem toda girar. A Fesporte só consegue chegar a tantos municípios graças aos integradores”, destaca.

 

Osvaldo Junklaus é um dos responsáveis pela organização dos eventos de alto rendimento da Fesporte, e começou a trabalhar na entidade em 1991, justamente como integrador. Mais uma razão para ele destacar a importância da função como essencial para o sucesso do esporte amador catarinense, um modelo que outros estados tentam copiar. “Sem eles, os integradores, com certeza não chegaríamos às fases principais dos eventos com tanta participação. São eles os fomentadores na base, aqueles que aproximam a estrutura da Fesporte de cada um dos pequenos municípios catarinenses”, reitera Junklaus, que acrescenta: “O modelo de sucesso que temos hoje em Santa Catarina é mérito deles, que batem de porta em porta arrebanhando atletas e incentivando a prática esportiva. Sem eles, não seria possível termos as fases microrregionais dos torneios, o que mudaria drasticamente o cenário que temos hoje”.

Informações adicionais:

 

Rodrigo Braga

(48) 8802-7742

 

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Último dia consagra campeões dos 6º Jasti

Itá - Emoção, alegria e choro emolduraram as conquistas dos campeões no último dia dos 6º Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), neste sábado (18), em Itá, no Oeste do Estado. As decisões da bocha, bolão 23, canastra e dominó representaram o último ato de um evento esportivo que reuniu 1.740 idosos de 151 municípios catarinenses com idades a partir de 60 anos. Além das decisões de sábado, os atletas disputaram, durante a competição, as modalidades de dança coreográfica, dança de salão e truco. A competição é uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

Na decisão do bolão 23 feminino, o que se viu foi um time atropelando os demais. Assim, São Miguel do Oeste passou por pesos pesados como Blumenau, Joinville e Timbó e conquistou o título tão aguardado. O feito foi assinado por mulheres como Maria Klagenbreg, 65 anos; Aida de Ross, 64; Marize Bogatoli, 60; Celi Denon, 60, além de Lúcia Lod, de 70 anos.

“Foi uma conquista maravilhosa”, dizia eufórica Maria Klagenbreg. “Sabíamos que era difícil, mas cada jogo tem uma história e cada bola tem a sua versão e assim fomos campeãs”, filosofou.

O sentimento de alegria pela conquista de um título esteve presente também na bocha masculina. Em uma partida equilibrada do início ao fim, Florianópolis venceu na final Orleans por 12 a 10 com um time formado por Luis João Marcelin, 70 anos; Domingos Henrique Cataneo, 63; Wilson Carlos Bonnoni, 60 e Daniel Olivo, 72 anos. “Viemos para sermos campeões e conseguimos nosso objetivo”, comemorava Bonnoni, com a medalha de ouro no peito.

A edição dos Jasti 2014 ainda não tem sede definida. Três municípios já se candidataram junto à Fesporte: Jaraguá do Sul, Canoinhas e Gravatal. Os municípios interessados em sediar o evento têm até o dia 31 de julho para encaminhar oficio à Fesporte solicitando o pedido.

Para o coordenador geral dos Jasti, João Cascaes, o evento superou as expectativas. “Quando chegam as finais as emoções ficam mais afloradas. Nestes dias que estivemos em Itá saiu tudo como planejado: infraestrutura boa, assim como a parceria com a prefeitura de Itá. Enfim, cumprimos nosso papel que é promover o esporte para todas as idades”, destacou.

Os campeões do sábado

Bolão 23 masculino: Chapecó

Bocha masculino: Florianópolis

Bocha feminino: São Miguel do Oeste

Canastra masculino: Rio Fortuna

Canastra feminino: Presidente Castelo Branco

Dominó masculino: Itapiranga

Dominó feminino: Antônio Carlos

 

Campeões dos dias anteriores

Dança coreográfica: São Miguel do Oeste

 

Dança de salão: Florianópolis (60 a 69 anos) e Brusque (a partir de 70 anos)

Truco masculino: Formosa do Sul

Truco feminino: Timbó

 

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Antonio Prado

 

(48) 9696-3045

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Truco dá troféu a Timbó e Formosa do Sul

Itá - O truco chegou ao seu final no início da noite desta sexta-feira (17) nos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), em Itá, consagrando dois municípios. No masculino, Formosa do Sul sagrou-se campeã, enquanto que entre as mulheres a proeza foi de Timbó. A modalidade iniciou na quarta-feira com a participação de 150 atletas de 37 municípios.

Na final desta sexta-feira, Formosa do Sul foi campeã com Ermelindo Dalla Cort e Vilmar Rech. A dupla venceu por 2 a0 a Arlindo Genoato e Elemar Baierle, de Águas de Chapecó. Monte Castelo terminou a competição em terceiro lugar.

Apesar de ser reserva no time campeão Jenir Zanchet era um dos que mais festejava. Não largava o troféu do título. “É uma grande honra para nós de um município tão pequeno conquistar este troféu”, resumiu Jenir no pódio. “Nossa cidade é próxima a São Lourenço do Oeste, tem cerca de dois mil habitantes. Lá, todos sabem que estamos aqui e vai ser uma grande festa da população essa conquista”, acredita Vinícius Gris, o técnico campeão.

Entre as mulheres, o título foi definido em chave única com o sistema de disputa todos contra todos. No final, o título ficou com a dupla de Timbó formada por Isabel Doicatti e Iracy Bauer. Elas venceram oito dos nove jogos disputados e haviam vencido o torneio em 2010 nos Jasti de Barra Velha. “Isso aqui é emoção total. Dedico este título ao meu técnico Émerson Jubi, que está de aniversário hoje”, diz Iracy. O segundo lugar ficou com Herval do Oeste com a dupla formada por Oneides Shindler e Salete Dal Pizzol  e o terceiro com Faxinal dos Guedes com Ibraima Baldissera e Lurdes Speroto.

Os Jasti começaram na terça-feira (14) com a participação de 1.740 competidores de 151 municípios catarinenses disputando titulo na dança coreográfica, dança de salão bocha, bolão 23, canastra, dominó e truco. Os Jasti terminam neste sábado e são uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

 

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São Miguel do Oeste leva dança coreográfica

Itá - Uma verdadeira festa da alegria e das cores em uma quinta-feira (16) fria no ginásio municipal Hermes Pierazan. Assim foi a final da dança coreográfica que consagrou o município de São Miguel do Oeste como o primeiro campeão da etapa estadual dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), em Itá. As competições de bocha rafa, bolão 23, canastra, dominó e truco prosseguem nesta sexta. No final do dia haverá a definição do campeão do truco feminino. Os Jasti, destinados a participantes a partir de 60 anos, terminam neste sábado.

Dez municípios estavam classificados à etapa final da dança coreográfica: São Miguel do Oeste, Xanxerê, Agrolândia, Blumenau, Balneário Camboriú, São Carlos, Santiago do Sul, Arabutã, Timbó e Itá. Os finalistas haviam se classificado na quarta-feira em um grupo formado por 20 municípios.

A cada apresentação, as 1,5 mil pessoas presentes ao ginásio batiam palmas, davam vivas e os participantes contribuíam com agradecimentos. Enfim, depois de quase uma hora de apresentações coreográficas, o público conheceu o vencedor. Os jurados escolheram como a equipe campeã da noite o município de São Miguel do Oeste, que executou sua dança com a coreografia “A saga dos pampas”, da coreógrafa Daniela Bergamarchi.

A apresentação campeã, que representa a 1ª Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de São Miguel do Oeste, falou da força e a esperança das mulheres que durante a Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul (1835 a 1845), permaneciam ansiosas na estância aguardando o retorno das tropas.

Com o título, os 12 participantes se abraçaram e celebraram. Pareciam não acreditar no feito. Para a coreógrafa Daniela Bergamarchi, a conquista foi resultado não apenas dos dois meses de ensaios, mas também na confiança depositada nos idosos. “Eles mostraram todo o potencial que a terceira idade é capaz. Este título mostra que as pessoas devem parar de ver limitação na terceira idade”, pregou.

Em segundo lugar ficou o município de Santiago do Sul, da 32ª SDR de Quilombo, com a dança coreográfica “Campos de trigo com corvos”, que homenageou o pintor holandês Van Gogh apresentando uma releitura da obra Campo de trigo, do pintor. A coreografia foi assinada por Ângela Toazza e Kerli Trentin. Agrolândia, da 32ª SDR do mesmo nome, levou a terceira colocação com a dança “A fuga das galinhas”, da coreógrafa Josiane Cristina da Silva.

A comissão organizadora também premiou os destaques individuais. Diego Gonçalves, de Xanxerê, foi escolhido o melhor coreógrafo; Antônio Melo, de Balneário Camboriú, melhor bailarino e Olívia Brait, de Timbó, recebeu o prêmio de melhor bailarina. Santiago do Sul ficou com o troféu de melhor figurino, enquanto que Blumenau foi escolhido como grupo simpatia.

Nesta sexta-feira (17), os Jasti continuam com a dança de salão que começa e termina no mesmo dia com início previsto para às 18h30min, também no ginásio municipal Hermes Pierazan. No final do dia sairá o campeão do truco feminino entre Herval do Oeste, Faxinal dos Guedes, Timbó, São José, Presidente Getúlio e Grão Pará. As demais competições – bocha raffa, bolão 23, canastra, dominó e truco masculino – prosseguem e terminam no sábado (18), quando finaliza a 6ª edição dos Jastis.

Os Jasti começaram na terça-feira (14) com a participação de 1.740 competidores de 151 municípios catarinenses. Os Jogos Abertos da Terceira Idade são uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

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Dona Norma, 88 anos, é um dos destaques dos Jasti em Itá

Itá - Quem vê Norma Moncelini, nascida em 1925 e hoje com 88 anos de idade, transitando entre os 1.740 atletas que participam dos 6º Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), em Itá, nem imagina que a simpática senhora está entre as melhores jogadoras no grupo de 125 que compõe o bolão 23 da competição. Até nesta quinta-feira (16), ela já havia participado de três rodadas e vencido as três partidas. Atleta de Seara, pratica bolão há 18 anos. “Ela é uma das melhores atletas de minha equipe feminina composta por oito jogadoras”, constata o técnico Nélson Brusamarello. “Ela é fominha, é a primeira a chegar aos treinamentos e a última a sair e se deixarmos fica até quatro horas treinando”, complementa.

Dona Norma tem um carisma especial entre os jogadores, técnicos, dirigentes e  árbitros do bolão. E este sentimento pôde ser dimensionado nesta quinta-feira, quando os árbitros pararam uma partida para que Dona Norma pudesse fazer uma sessão de fotos à imprensa. Dos quatro lançamentos, acertou todos, derrubando os nove pinos. Foi aplaudida de pé na pista de bolão do Clube Searense, em Seara, onde está sendo realizada a modalidade. Tanto talento tem uma explicação: dedicação e sentimento de perfeccionismo.

“Ela não gosta de errar. Se perde uma jogada fica brava”, confessa o técnico Brussamarello, que revela que ela é tão perfeccionista que só treina com o próprio bolão. “Ela é muito ciumenta com o bolão, não deixa quase ninguém pegar”. Mãe de seis filhos, dez netos e dois bisnetos, dona Norma revela que o bolão, para ela, funciona como uma academia. “Isso aqui meu filho (apontando para a pista do bolão) é a melhor física do mundo. Fico muito emocionada em poder participar de um evento desse”. Ela diz que quando não está jogando bolão, joga canastra e os demais jogos de carta. “Isso é esporte, né, me dá alegria e vitalidade”, diz com sua voz baixa e mansa.

Campeã dos jogos municipais e microrregionais do regional Oeste (venceu cinco oponentes), título que lhe garantiu vaga para disputar os Jasti em Ita, a searense diz que tem dom não somente no esporte, mas também na culinária. “Como descendente de alemã sei cozinhar bem, principalmente pão caseiro e cuca, mas também fui agricultora e antes de me aposentar plantava milho, arroz, feijão e tirava leite das vacas”. Agora, segundo ela, tem como passatempo ir à missa e ir aos bailões da terceira idade em Seara.

“Dona Norma é nosso maior exemplo de esportividade e dedicação entre os 25 municípios e as 125 atletas que participam dos Jasti, no bolão feminino, finaliza Nélson Brusamarello. O bolão 23 termina no sábado, juntamente com as demais competições dos Jasti. Os Jogos Abertos da Terceira Idade são uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

 

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Três municípios querem os Jasti em 2014

Itá - A 6ª edição dos Jogos da Terceira Idade (Jasti) nem bem começou em Itá e já desperta interesse em outros municípios. Nos últimos dias, Jaraguá do Sul e Canoinhas enviaram ofícios à Fesporte se candidatado a sede dos Jasti 2014. Nesta quarta-feira (15), foi a vez de Gravatal encaminhar oficio solicitando também candidatura ao evento. José Rafael Vieira, diretor-técnico da fundação de esporte de Gravatal, entregou oficio pessoalmente ao presidente da Fesporte, Erivaldo Caetano Jr., o Vadinho, em Itá.

O dirigente se reuniu também com outros representantes da Fesporte como Marcelo Kowalski, diretor de Esportes, e João Cascaes, coordenador dos Jasti. Ele  veio acompanhado do assessor Frederico Fongearini. Para Marcelo, a grande procura se deve ao processo de consolidação que os Jasti alcançaram. “Os Jogos Abertos da Terceira Idade promovem a integração do idoso por meio do esporte e a isso se deve à procura dos municípios em quererem sediar o evento”, constata Kowalski.

Municípios interessados em sediar os Jasti de 2014 têm até o dia 31 de julho para encaminhar oficio à Fesporte solicitando o pedido. Enquanto isso, a programação segue nesta quinta-feira (16) em Itá com as disputas de bocha rafa, bolão 23, canastra, dominó e truco.A dança de salão inicia na sexta; no sábado, os Jasti se encerram.

Os Jogos Abertos da Terceira Idade são uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

 

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Primeiros confrontos aumentam a emoção em Itá

Itá - Depois da festa de abertura, na terça, a quarta-feira (15) foi marcada pelo inicio das competições da 6ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), em Itá. Os 1.740 competidores dos 151 municípios começaram a briga pelo título da bocha rafa, bolão 23, canastra, dominó, truco e dança coreográfica. Apesar de os Jasti não terem um campeão geral, por ser um evento de participação, o pensamento de muitos competidores é o titulo nas modalidades.

É o caso de Salete Helena Meneghelli, de 63 anos, que disputa dominó pelo município de Victor Meireles, cidade localizada no Alto Vale do Itajaí. “Sou colona. Lá em casa planto aipim, batata e feijão e aqui vim para ser campeã. Já ganhamos a primeira e se Aquele lá de cima quiser, vamos ser campeãs”, diz, confiante. A colega de dupla, Ursulina Rodrigues, 66 anos, complementa: “Cheguei a ficar nervosa, mas vamos torcer para ganharmos”.  Rosa Martins, de 66 anos, de São Bento do Sul, acredita em boa participação nos Jasti: “Ano passado, ficamos em quarto lugar, mas este ano treinamos mais um pouquinho e acreditamos que vamos mais longe”.

Para os amantes de ações esportivas voltadas para pessoas da terceira idade, o município de Itá se transformou em uma seara do esporte. Há atividades esportivas por todos os lados. Quem for à Associação dos Servidores de Itá, no Clube Ariquetá, na cancha pavilhão do bairro São João e na da comunidade Passos da Uva, bairro Palmeiras, e ainda à cancha São Roque, em Areia, e no clube Searense verá partidas de bocha.

Para quem deseja ver competição em canastra, a pedida é o salão paroquial da igreja matriz. Já o truco ocorre no Clube Cruzeiro; a dança coregráfica tem como palco o ginásio de esporte Hermes Pierazan; e o bolão 23 no clube Searense. A canastra ocorre no salão paroquial da igreja matriz. As competições são realizadas em dois períodos: pela manhã, a partir das 8h, e à tarde, às 13h30min. Os Jasti terminan no sábado, dia 18, e são uma são uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

 

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Abertura em Itá conta com mais de 2 mil atletas

Itá - Animação não faltou para as 2 mil pessoas que lotaram o ginásio municipal Hermes Pierazan, na noite desta terça-feira (14) para a assistir à cerimônia de abertura da etapa estadual da 6ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), em Itá. Antes de começar a cerimônia, a entrada era um aperitivo do que estava por vir. 

Quando minutos depois começou a festa de cerimônia de abertura, o ginásio se transformou em uma verdadeira celebração. As apresentações começaram com samba em que o mestre- sala Uriki e a porta-bandeira Flávia coreografaram um samba em homenagem à Itália, em alusão à colonização italiana do município sede. Coube aos alunos da Escola Municipal Valentin Bernardes uma apresentação de dança celebrando a superação dos problemas da vida por meio do esporte.

O grupo foi bastante aplaudido, da mesma forma que foram as itaenses Odiles do Prado, de 66 anos, jogadora de bocha, ao acender a pira olímpica, e Rosalina Moschetta, 69 anos, participante da dança de salão, ao fazer o juramento do atleta.

Nos discursos das autoridades, a prefeita de Itá, Leide Mara Bender, destacou mais uma vez a boa parceria entre Fesporte e prefeitura na realização do evento. “Aqui estão representados mais de 50% dos municípios catarinenses. Esporte na terceira idade também é força e vitalidade. Estamos muitos felizes por vocês estarem aqui”, enfatizou  a prefeita.

O presidente da Fesporte, Erivaldo Nunes Caetano Jr, destacou os cerca de 8 mil atletas que participaram da fase anterior do evento, a regional. “Isso mostra a força deste evento, estamos todos de parabéns”, pontuou. Dentre as autoridades estiveram também presentes Gladis Regina, secretária de desenvolvimento regional de Seara, e o deputado estadual Moacir Sopelsa.

As competições dos Jasti começam nesta quarta-feira (15), com a realização de seis das sete modalidades que compõem a etapa estadual do evento destinado a atletas a partir de 60 anos. Os 1.740 competidores de 151 municípios brigarão pelo título da bocha rafa, bolão 23, canastra, dominó, truco e dança coreográfica. A dança de salão será realizada na sexta-feira.

Os Jogos Abertos da Terceira Idade são uma promoção do Governo do Estado, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e da prefeitura de Itá.

 

 

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