Encerra-se nesta quinta-feira, dia 9, o prazo final para a entrega da relação nominal e desistência para a etapa microrregional dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina. Esta ação é efetuada pelo município por meio do site da Fesporte no ícone Cadastro de Atleta e protocolado junto ao Integrador Esportivo da região.
As disputas das fases microrregionais nos municípios começam a partir de 13 de abril e servem como torneio classificatório para as etapas regionais da competição. Já as fases regionais (divididas pelas regiões Leste-Norte, Sul, Oeste e Centro-Oeste) começarão a partir do dia 19 de junho pelos municípios de São José (Etapa Sul) e Fraiburgo (Centro-Oeste).
Os melhores classificados das etapas regionais garantem vaga à etapa estadual dos Joguinhos, que ocorre de 25 de julho a 1º de agosto em Itajaí. Na etapa estadual atletas de 15 a 19 anos disputam as modalidades de atletismo, basquete, caratê, ciclismo, futsal, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, tênis, tênis de mesa, vôlei, vôlei de praia e xadrez no masculino e feminino.
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Os Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) serão realizados de 25 a 30 de abril em São Miguel do Oeste em parceria entre Fesporte e prefeitura local. Serão 13 modalidades disputadas por atletas com deficiência auditiva (DA), física (DF), visual (DV) e intelectual (DI). São elas: atletismo, natação, tênis de mesa, xadrez, futsal, ciclismo, goalball, handebol em cadeira de rodas, natação, xadrez, basquete para cadeirantes e bocha paralímpica. Dessas modalidades o goalball figura entre as menos conhecidas pelo grande público.
O goalball é um jogo praticado por atletas que possuem deficiência visual, cujo objetivo é arremessar uma bola sonora com as mãos no gol do adversário. Cada time joga com três jogadores e todos os atletas usam vendas nos olhos. Há também três reservas. Quando um jogador faz um pênalti, fica um no gol e o adversário arremessa. A sua percepção é pelo tato, audição; as linhas do chão são o motivo do jogo em que o tato prevalesse.
A bola que possui guizos para o grande uso da audição e assim eles podem saber em que direção a bola esta indo. Precisa de muita concentração, por isso o silêncio da torcida e da equipe é importante.
A modalidade foi inventada em 1946 pelo austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle que a direcionaram aos veteranos da Segunda Guerra Mundial que haviam perdido a visão. A apresentação do goalball foi feita nos Jogos de Toronto, 30 anos depois. A partir dali, passaram a ser organizados campeonatos mundiais e, em 1980, a modalidade estreou nas Paraolimpíadas de Arnhem. As mulheres entraram para a disputa em 1984.
No Brasil, o goalball começou a ser praticado em 1985 e, 10 anos depois, a seleção nacional já conquistou a medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Buenos Aires. A estreia nos Jogos Paraolímpicos foi em Pequim-2008. Apenas quatro anos depois, em Londres-2012, a equipe masculina ficou com a inédita medalha de prata.
Sobre as partidas
Para as partidas, a quadra deve ter 9m de largura por 18m de comprimento. O jogo é dividido em dois tempos de dez minutos cada e as equipes são formadas por três jogadores titulares e três reservas, sendo que todos exercem, ao mesmo tempo, as funções de ataque e defesa. Assim como no futebol de cinco, há um guizo no interior da bola para emitir sons. Todos os atletas usam vendas nos olhos para não beneficiar quem tenha percepções luminosas.
Classificação específicas para graus de deficiência
O goalball tem três tipos de classificação que determina o grau de deficiência do atleta: B1, B2 e B3.
B1 - Cegos totais ou com percepção de luz, mas sem reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância
B2- Atletas com percepção de vultos
B3 - Atletas que conseguem definir imagens
Silêncio no ginásio
Assim como no futebol de cinco, o goalball é praticado com uma bola que tem um guizo em seu interior para produzir sons. Assim, os jogadores podem se orientar durante a partida. Por isso, o público não pode fazer barulho durante os jogos. O estádio, em silêncio durante a maior parte da disputa, difere bastante dos gritos que acompanham a maioria dos esportes.
Fonte:CPB
Entre os poucos mais de 20 funcionários, Maria Angélica Antunes Machado está no rol dos mais antigos servidores da instituição. “Estou na Fesporte desde a sua criação em 1993. Vim da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) para compor, na época, o novo corpo funcional da Fesporte”, diz a servidora.
Formada em Educação física pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) com especialização em Educação Física Aplicada ao Deficiente, Maria Angélica diz que trabalhar na Fesporte significa uma realização profissional. “Só quem trabalha aqui sabe a grandeza da Fesporte para os municípios catarinenses e atletas”, diz.
Essa grandeza em que Angélica fala traduz-se também nas atividades desempenhadas pela servidora na Gerência de Rendimento da instituição: analisa a ficha das competições por prova (que permite encontrar possíveis irregularidades em inscrição de atletas), secretaria eventos como os Jogos Abertos de Santa Catarina e atualmente está catalogando os boletins oficiais das competições que estão sob a responsabilidade da Gerência de Rendimento.
Profissional polivalente
Maria Angélica tem a polivalência como uma das diversas características profissionais. Quando entrou na Fesporte, em 1993, foi dela a ideia de ampliar o Festival Escolar de Dança Mário de Andrade (hoje conhecido como Dança Catarina) para a fase estadual, já que o evento era disputado apenas na fase microrregional, portanto, apenas no âmbito municipal. Depois o festival cresceu chegando inclusive a pleitear uma vaga no Livro dos Recordes como o único no gênero do mundo, em que o Estado chegou contemplar com dança escolar cerca de 19 mil crianças.
Angélica também contribuiu para fortalecer o Prêmio Recriar, mantido por muitos anos pela Fesporte, cujo objetivo era estimular a criatividade dos estudantes catarinenses. Antes, porém, ainda nos tempos de FCCE, seu talento desenvolveu projetos de destaques. “Trabalhava como professora de Expressão Corporal quando tive a oportunidade de lançar o livro ‘Cantando e aprendendo’ nos Volumes 1, 2 e 3, que trabalha as áreas de motricidade fina, ampla e socialização”, lembra.
Experiência como escritora
Na época a servidora lançou também dois livros em parceria com fonoaudiólogas. O primeiro, sob o título de “Posso falar”, versa sobre exercícios importantes para a estimulação da linguagem por meio da música; o segundo, intitulado de “Abracadabra”, trabalha a forma da emissão “ran” na linguagem das crianças como ‘aranha’, ‘barata’ nas sílabas simples e nos encontros consonantais.
Como se vê, a versatilidade profissional de Maria Angélica lhe inclui no rol das grandes profissionais do quadro da Fesporte. “ Ela é perfeccionista, metódica. Com ela não tem improvisação. Aceita os desafios, é determinada; e se estiver à frente de uma ação esta ação tem que ocorrer de forma perfeita, nos mínimos detalhes”, atesta o colega de trabalho Osvaldo Junklaus.
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Desde o dia 25 presidentes de federações esportivas vêm se reunindo com técnicos da Gerência de Rendimento da Fesporte. Em pauta o regulamento técnico específicos das modalidades incluídas no calendário esportivo da Fesporte. Nesta segunda-feira (30) esteve na sede da instituição, em Florianópolis, o presidente da Federação de Remo do Estado de Santa Catarina, Edson Aquino.
Já participaram dos encontros os representantes das federações de natação, judô, futsal, basquete, vôlei, vôlei de praia, xadrez e punhobol. Nesta terça-feira (31), estarão na sede da Fesporte os presidentes da Federação de ciclismo, bocha, karatê, triatlo e bolão. As reuniões estão previstas para ocorrerem até o dia 10 de abril.
“Estes encontros já ocorrem com frequência há quatro anos”, esclarece o presidente da Fesporte Marcelo Kowalski. “Eles são fundamentais para ajustarmos os últimos detalhes sobre os regulamentos técnicos das competições”, complementa o dirigente.
Kowalski destaca que as reuniões, além de proporcionar o fortalecimento da parceria Fesporte e federações, promovem também o fomento da política pública do esporte no Estado. “As federações esportivas, assim como os municípios, Tribunal de Justiça Despotiva e o Conselho Estadual de Esporte, são atores importantes na condução do sistema esportivo de Santa Catarina. Por isso a Fesporte não abre mão destas parcerias”, finalizou.
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Já está disponível no site da Fesporte o modelo de ficha de inscrição de atleta para a participação da 8ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti) que ocorrem de 16 a 21 de maio em Criciúma.
O evento é uma promoção da Fesporte em parceria com a prefeitura de Criciúma. A expectativa dos organizadores é superar a marca dos 1.600 participantes estabelecida no ano passado em Canoinhas. Idosos a partir de 60 anos disputarão os títulos de bocha, bolão 23, canastra, dominó, truco, dança de salão e dança coreografada.
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Os dirigentes esportivos dos municípios que queiram participar da edição 2015 dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), Jogos da Juventude Catarinense (Olesc) e Joguinhos Abertos de Santa Catarina devem ficar atentos. Termina na próxima sexta-feira, dia 27, o prazo final para a entrega do termo de compromisso junto a Fesporte. O termo deve ser efetuado pelo município por meio do site da instituição no ícone “Cadastro de Atletas”.
A etapa estadual dos Jasc ocorre de 12 a 21 de novembro nos municípios de Joaçaba, Herval d’Oeste e Luzerna. Já Olesc será disputada de 2 a 11 de outubro em Curitibanos, enquanto os Joguinhos Abertos estão programados para 25 de julho o 1º de agosto em Itajaí. Para chegar à etapa estadual as três competições passam pelas fases microrregionais e regionais. As microrregionais começam a partir de maio para os Joguinhos e julho para os Jasc e Olesc.
A principal novidade para 2015 é a inclusão do vôlei de praia como modalidade oficial dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina. A modalidade cumpriu provisoriamente três anos de disputa em caráter de experiência e agora, a partir deste ano, o campeão de vôlei de praia passa a ter os pontos computados oficialmente na competição.
Para o presidente da Fesporte Marcelo Kowalski a expectativa é muito grande para os eventos da instituição em 2015. “Ao longo dos últimos anos o Governo de Santa Catarina, por meio da Fesporte, vem fomentando com qualidade o esporte nos quatro cantos do Estado. São cerca de 500 mil atletas que são agraciados todos os anos com as mais de 200 atividades esportivas de Fesporte em todas as fases, da microrregional à estadual. Portanto, não tenho dúvida que teremos mais um ano de sucesso”, finalizou.
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