A partir das 19 horas desta sexta-feira, 1º , no ginásio Ginásio Municipal Irmão Walmir Antônio Orsi em Criciúma, os cerca de 1,7 mil atletas, de 52 municípios começam a viver a emoção da 13ª edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) com a participação da festa da cerimônia de abertura.
Porém, antes de entrar no ginásio, os atletas passaram a sexta feira realizando as classificações funcionais, o exame obrigatório realizado pelos organizadores para aferir o grau de deficiência de cada participante.
Por outro lado, técnicos de som, integrantes do departamento visual e funcionários da Fesporte e prefeitura de Criciúma se desdobram nos último preparativos para a grande festa do paradesporto catarinense.
Até o dia 6 de dezembro serão 12 modalidades em disputa: atletismo, basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, bocha paralímpica, ciclismo, futsal, golbol, handebol em cadeira de rodas, natação, tênis de mesa e xadrez, nos segmentos de deficiência física, auditiva, intelectual e visual.
São cerca de 165 troféus e mais de 3,6 mil medalhas, além de uma medalha de participação para cada atleta, chegando a quase 5 mil medalhas distribuídas no evento. Além da premiação aos três primeiros colocados na pontuação geral, a entrega de troféus também acontece a cada um dos três primeiros de cada segmento.
Confira os locais de competição.
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Local |
Endereço |
Modalidades |
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PISTA DE ATLETISMO |
Pista de Atletismo da UNESC – Avenida Universitária, 1105 – Bairro Universitário – Criciúma |
Atletismo - D.A. Atletismo - D.I. Atletismo - D.F. Atletismo - D.V. |
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GINÁSIO DE ESPORTES MUNICIPAL CRICIÚMA |
Avenida Santos Dumont, 1796 – Bairro São Luiz - Criciúma (Próximo a Prefeitura Municipal de CRICIÚMA)
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Basquetebol - D.I. Basquetebol - Cadeira de Rodas Handebol – Cadeira de Rodas |
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CANCHA DE BOCHA CICLO SÃO JOSÉ 2 CANCHAS DE CARPETE |
Praça Nereu Ramos, 50 – Calçadão - Centro |
Bocha – D.A (Masc./Fem.) |
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CANCHA DE BOCHA SOCIEDADE RECREATIVA MAMPITUBA 2 CANCHAS DE CARPETE |
Rodovia SC 446, km 4 – Bairro São Simão - Criciúma |
Bocha - D.V. (Masc./Fem.) |
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CANCHA DE BOCHA ASSOCIAÇÃO DOS MARIANOS 2 CANHAS DE CARPETE |
Rua dos Imigrantes, s/n – Bairro Pinheirinho - Criciúma |
Bocha - D.I. (Masc./Fem.) |
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CANCHA DE BOCHA DA SOCIEDADE RECREATIVA UNIÃO MINEIRA 2 CANCHAS DE CARPETE |
Rua Pe Ernesto Lacombe, 48 - Bairro Santa Bárbara - Criciúma
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Bocha - D.I.
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CANCHA DE BOCHA DA GREON – Grêmio Recreativo Esportivo Operária Nova. 2 CANCHAS DE CARPETE |
Rua Santárem, 84-98 – Bairro Operária Nova - Criciúma |
Bocha - D.F. ANDANTE (Masc./Fem.) |
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CANCHA DE BOCHA PARQUE DAS NAÇÕES 2 CANCHAS DE CARPETE |
Avenida Centenário – Bairro Próspera |
Bocha - D.F. CADEIRANTE (Masc./Fem.) |
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GINÁSIO 01 DA UNESC |
Avenida Universitária, 1105 – Bairro Universitário – Criciúma |
Futsal – D.A. Masc. Futsal – D.I. Masc. |
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ANEL VIÁRIO |
Bairro Jardim Maristela – Em frente ao 9º Batalhão da Polícia Militar – Criciúma |
Ciclismo - D.V. |
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CENTRO DE EVENTOS JOSÉ IJAIR CONTI |
Rua Giácomo Sonego Neto, 1335 – Criciúma |
Bocha Paralímpica Misto |
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GINÁSIO DA SOCIEDADE RECREATIVA MAMPITUBA |
Rodovia SC 446, km 4 – Bairro São Simão - Criciúma |
Golbol |
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PISCINA DA SOCIEDADE RECREATIVA MAMPITUBA |
Rodovia SC 446, km 4 – Bairro São Simão - Criciúma |
Natação - D.A. Natação - D.F. Natação - D.V. Natação - D.I. |
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CENTRO DE EVENTOS JOSÉ IJAIR CONTI |
Rua Giácomo Sonego Neto, 1335 – Criciúma |
Tênis de Mesa - D.A. Tênis de Mesa - D.F. Tênis de Mesa - D.I. |
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CENTRO DE CONVIVENCIA DA TERCEIRA IDADE |
Rua Honório Búrigo, s/n – Bairro Mina Brasl – Criciúma |
Xadrez - D.A. Xadrez - D.F. Xadrez - D.V. |
Os Parajasc são uma promoção do Governo do Estado, por meio da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), em parceria com a Agência de Desenvolvimento Regional local e a Prefeitura de Criciúma.
Texto: Antonio Prado
(48) 9696-3045
Assessoria de Comunicação - Fesporte
Renan Koerich
Antonio Prado
Heron Queiroz
Zenilda Stein
NIcolas Quadro
Começam nesta sexta-feira, 1º de dezembro, em Criciúma no Sul do Estado, os Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc). Serão mais de 1,7 mil atletas, de 52 municípios participantes, que vão disputar o título desta 13ª edição do evento que vai até 6 de dezembro. A cerimônia de abertura está programada para as 19h no Ginásio Municipal Irmão Walmir Antônio Orsi.
O coordenador do Parajasc, João Batista Cascaes, contou sobre a importância e o objetivo dos Parajasc. “Além de ser um evento de inclusão e de busca também de novos talentos tem esse objetivo maior que é trazer os atletas para a sociedade.”
Serão 12 modalidades em disputa: atletismo, basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, bocha paralímpica, ciclismo, futsal, golbol, handebol em cadeira de rodas, natação, tênis de mesa e xadrez, nos segmentos físico, auditivo, intelectual e visual.
São cerca de 165 troféus e mais de 3,6 mil medalhas, além de uma medalha de participação para cada atleta, chegando a quase 5 mil medalhas distribuídas no evento. Além da premiação aos três primeiros colocados na pontuação geral, a entrega de troféus também acontece a cada um dos três primeiros de cada segmento.
O evento tem a promoção do Governo do Estado, por meio da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), em parceria com a Agência de Desenvolvimento Regional local e a Prefeitura de Criciúma.
Os Parajasc
Chegam à sua 13ª edição como um dos principais modelos de evento paradesportivo do país. Atletas que levaram o Brasil às competições paralímpicas, como Flávio Reitz e Ádria Santos, ambos do atletismo, Bruna Alexandre, do tênis de mesa, e Soelito Gohr, do ciclismo, também têm seus nomes na bem sucedida história dos Parajasc. A primeira edição dos Parajasc, realizada em Chapecó, contou com cerca de 1.000 atletas representantes de 42 municípios, competindo em 10 modalidades, nos quatro segmentos.
As competições
Das 12 modalidades, a maior parte acontece por gênero e algumas competições são mistas. Apenas o atletismo, a bocha e a natação abrangem os quatro segmentos. Confira o quadro abaixo.
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MODALIDADE |
NAIPE |
SEGMENTO |
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Atletismo |
Masculino e Feminino |
Auditivo |
Intelectual |
Físico |
Visual |
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Basquetebol |
Masculino |
Intelectual |
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Basquetebol Cadeirante |
Masculino/Misto |
Físico |
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Bocha |
Masculino e Feminino |
Auditivo |
Intelectual |
Físico |
Visual |
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Bocha Paralímpica |
Misto |
Físico |
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Ciclismo |
Masculino e Feminino |
Visual |
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Futsal |
Masculino |
Auditivo |
Intelectual |
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Goalball |
Masculino e Feminino |
Visual |
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Handebol CR – 4 |
Masculino |
Físico |
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Natação |
Masculino e Feminino |
Auditivo |
Intelectual |
Físico |
Visual |
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Tênis de mesa |
Masculino e Feminino |
Auditivo |
Intelectual |
Físico |
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Xadrez |
Masculino e Feminino |
Auditivo |
Físico |
Visual |
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Texto: Rafael Vieira de Araújo
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) usou a história dos catarinenses e irmãos gêmeos Lucas e Bruno, estudantes da Escola Estadual Germano Wagerfuhr, de Porto União (captada em 2016), para divulgar a bocha paralímpica das Paralimpíadas Escolares realizadas em São Paulo, no período de 22 a 24 de novembro. No final da competição Bruno foi medalha de prata na bocha BC3.
Confira o vídeo
Praticada por atletas com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha paralímpica só apareceu no Brasil na década de 1970. A competição consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim).
Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos. É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros.
Texto: Antonio Prado
(48) 9696-3045
Santa Catarina repetiu o feito do ano passado e sagrou-se vice-campeã geral das Paralimpíadas Escolares 2017 nesta sexta-feira, 24, em São Paulo. Os catarinenses somaram no total 381 pontos contra 458 de São Paulo, primeiro lugar. O Distrito Federal fechou sua participação em terceiro lugar com 379.
Oficialmente o time Santa Catarina conquistou, no total, 94 medalhas sendo 47 de ouro, 35 de prata e 12 de bronze. Foram 18 medalhas a mais em relação a 2016, cujo quadro final foi de 76 medalhas.
Larissa Lembeck sente, cheira sua medalha de ouro (Foto: Antonio Prado/Fesporte)
Nem todas as medalhas entraram para a pontuação oficial, já que o regulamento determina que para entrar no cômputo geral a prova tem que ter pelo menos cinco representantes de estados diferentes.
Atletismo e natação, com o maior número de atletas, foram os destaques. No atletismo Santa Catarina conquistou 40 medalhas: 17 de ouro, 17 de prata e 6 de bronze, ficando em quinto lugar na classificação geral.
Ademar Silva, chefe da delegação catarinense, ergue o troféu de vice-campeão (Foto: Antonio Prado/Fesporte)
Já na natação os catarinenses arremataram 40 medalhas sendo 26 de ouro, 9 de prata e 5 de bronze, fechando a participação com o vice-campeonato.
Outros destaques foram a bocha paralímpica, campeã geral com um ouro e duas pratas; o tênis de mesa com o terceiro lugar com três de ouro, uma prata e três bronze; além tênis cadeira de rodas com 1 ouro e duas pratas e o terceiro lugar na classificação geral.
O basquete em cadeira de rodas ficou em terceiro lugar na classificação geral e o goallball fechou sua participação em sétimo lugar. O judô catarinense teve apenas um representante e conquistou uma medalha de ouro.
O troféu de vice-campeão geral conquistado por Santa Catarina (Foto: Antonio Prado/Fesporte)
Ao fazer uma análise do time de Santa Catarina na competição o chefe da delegação catarinense, Ademar Silva, disse que o resultado final foi satisfatório. “Viemos com o propósito de ficar entre os três primeiros lugares. E conseguimos nosso objetivo. Brigamos com gigantes do paredesporto como São Paulo e Rio de Janeiro e ficamos entre os dois melhores estados do Brasil. Saímos de São Paulo orgulhosos de nossos atletas, pois conseguimos uma maior pontuação em relação a 2016 quando fechamos com 358 pontos, ou seja, foram 23 pontos a mais”, concluiu.
Delegação de SC que participou das Paralimpíadas Escolares em São Paulo (Foto: Antonio Prado)
A delegação catarinense foi composta por 130 pessoas entre técnicos, dirigentes e atletas. As competições começam na quarta-feira, 24, com as modalidades de atletismo, bocha paralímpica, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, goalball, judô e futebol de sete.
Promovida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, a competição reúniu cerca de 1000 atletas de todo o Brasil com idade entre 12 a 17 .A delegação catarinense foi gerenciada pelo Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte.
Texto: Antonio Prado
48 9 9696--3045
O time Santa Catarina chega ao último dia de competição, nesta sexta-feira, 24, em São Paulo, em segundo lugar na classificação geral das Paralimpíadas Escolares com 60 medalhas. Até o momento são 28 de ouro, 22 de prata e 10 de bronze. São Paulo lidera com 97 medalhas.
Em terceiro lugar está Mato Grosso do Sul, com 51, seguido de Sergipe, em quarto lugar com 39 medalhas.
Nesta quinta-feira, 24, a natação e o atletismo, com maior número de atletas, foram os destaques da delegação. Na natação foram 10 medalhas sendo 6 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze.
No atletismo foram 11 medalhas sendo 5 de ouro, 4 de prata e 2 de bronze. A expectativa é que Santa Catarina conquiste mais medalhas principalmente na natação, atletismo e bocha paralímpica.
Texto: Antonio Prado
(48) 9 8802-5867
Eles são campeões e a cada Paralímpiada Escolar elevam o nome de Santa Catarina na competição. E nesta edição, em São Paulo mantiveram o alto nível. São eles: Alysson Roberto de Souza, 17 anos, aluno da Escola Estadual Professor Rodolfo Mayer, de Joinville, na natação S8, e Paulo Henrique Gonçalves, 16 anos, da Escola Estadual Nereu Ramos, de Itapoá, no tênis mesa classe 7.
Alysson é um fenômeno, pois em seis participações das Paralimpiadas conquistou 18 medalhas de ouro, uma delas nesta edição de São Paulo na prova dos 200 metros medley S8, além de prata nos 100 metros livres.
Nascido com uma deficiência física denominada de artrogripose múltipla congênita, que lhe atrofiou os braços e as articulações, ele disse que depois de seis participações no evento escolar sai de cena com a sensação de dever cumprido.
“Foi um prazer muito grande poder representar Santa Catarina nas Paralimpíadas. Saio sem tristeza, só com alegria, pois foi aqui que me realizei”. Ao fazer uma análise de sua trajetória até aqui ele aponta a convocação para a seleção brasileira como o ponto mais alto. “Com o Brasil fiquei com a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Jovens este ano, em São Paulo, ou seja, fiquei entre os três melhores da América”, diz feliz da vida.
Paulo Henrique Gonçalves, 16 anos, da Escola Estadual Nereu Ramos, de Itapoá: campeão (Foto: Antonio Prado)
Felicidade, aliás, é o sentimento de Paulo Henrique Gonçalves. O garoto foi um dos mais requisitados pela imprensa local e nacional que cobrem as Paralimpíadas Escolares em São Paulo para entrevistas. Assim como Alysson ele também brilhou nos Jogos Pan-Americanos, quando foi campeão por equipe pela seleção brasileira de tênis de mesa.
Em São Paulo ele aguarda o fim do torneio para conquistar mais uma medalha de ouro e repetir o feito de 2015 quando foi campeão brasileiro. Com uma dismelia que lhe impôs uma má formação nos braços, o garoto considera o tênis de mesa a sua vida. “Foi nesta modalidade que conheci pessoas maravilhosas e vivenciei grandes momentos”.
Com suas performances, Allysson e Paulo Henrique têm tem ajudado a Santa Catarina ser um dos estados destaques nas Paralimpiadas Escolares. Até o momento os catarinenses estão em segundo lugar na classificação geral com 32 medalhas sendo 16 de ouro, 11 de prata e 5 de bronze.
Texto: Antonio Prado
48 9 9696-3045