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Governador recebe a seleção de vôlei e reafirma compromisso esportivo

Num encontro descontraído, realizado nesta quinta-feira, 8, na Casa da d’Agronômica, em Florianópolis, o governador, Carlos Moisés, agradeceu a passagem da seleção brasileira de vôlei Sub-18 por Santa Catarina nessas últimas duas semanas. Durante o encontro, Moisés falou de suas experiências esportivas, do gosto e afinidade com o esporte, mas sobretudo do reconhecimento da importância do esporte na formação dos nossos jovens. Também aproveitou o encontro para reafirmar o compromisso com o desenvolvimento do esporte em Santa Catarina.

“Nunca me destaquei nas modalidades coletivas como vôlei e futebol, mas sempre gostei muito de esporte. O esporte é indispensável na formação ética e educacional. Isso sem falar no bem que faz para a saúde. Somos muito melhores em tudo, praticando esportes”, destacou o governador, que já praticou atletismo, natação e mergulho. 

Moisés também falou da retomada esportiva em tempos de pandemia. Destacou a importância econômica e social do retorno seguro e gradativo das atividades esportivas. 

Durante o encontro, ouviu os agradecimentos do presidente da Fesporte, Kelvin Soares e do presidente da Federação Catarinense de vôlei, Dante Klaser, pela atenção dedicada ao esporte catarinense.

“O governo tem atendido aos nossos pleitos e estamos vivendo um momento histórico no esporte catarinense, mesmo em tempos difíceis de pandemia”, comentou Kelvin. 

O governador em momento selfie com as atletas (Secom/SC/Divulgação)

E os números comprovam isso. Santa Catarina irá saltar de 20 para 60 milhões em investimentos no esporte em apenas um ano, com a inclusão de projetos importantes no orçamento. 

Grande parte desses investimentos, serão na implementação de projetos de iniciação esportiva, incentivo à prática de atividades físicas e no bolsa atleta para as mais variadas modalidades. Isso sem falar no desporto escolar, que receberá uma atenção especial, com investimentos significativos em reformas e ampliações de espaços esportivos. 

“Tudo isso, porque colocamos as contas do estado em ordem e promovemos cortes significativos nos custos da máquina pública, reduzindo valores em contratos e cortando despesas, além de promover o desenvolvimento econômico”, disse o governador que ainda expôs vários exemplos de como isso está ocorrendo na prática. As meninas receberam uma verdadeira e inesperada aula de gestão pública. 

Moisés finalizou incentivando as meninas a acreditar na política e a participar dela como agentes transformadores.”Ninguém sabe o dia de amanhã. Todos fazem parte deste processo. Eu era um Bombeiro, hoje sou o governador. Não podemos deixar de acreditar num mundo melhor e o esporte fará de vocês pessoas muito melhores, podem acreditar”, finalizou.

 

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Projetos de sucesso em SC: punhobol de Blumenau

Na matéria especial desta quinta-feira sobre Projetos Esportivos de Sucesso em Santa Catarina, a Fesporte aborda o projeto da Associação dos Pais e Amigos do Punhobol (APAP), de Blumenau, que trabalha com esta modalidade com cerca de 30 pessoas. Do projeto já saiu destaques da seleção Brasileira. Confira matéria completa no site da Fesporte.

Blumenau,  ano de 2008. O garoto Isaac de Azevedo, defensor, então com 14 anos, e um dos destaques do time, chega triste para treinar no projeto de Punhobol do Guarani Esporte Clube. Uma conversa rápida com o professor Reinaldo César Guimarães, que desde 1987 ministra a modalidade para os garotos blumenauenses, e se descobre que Isaac está prestes a ser reprovado na 8ª série do colégio João Widmann, de Blumenau.

Ato contínuo o professor vai até a escola, fala com a diretora e percebe que as chances de aprovação são remotas, já que o aluno teria que tirar nota 9 em algumas disciplinas chaves como  Português e Matemática. Diante da realidade Reinaldo lança um desafio. Para continuar no projeto Punhobol Isaac teria que passar de ano na escola. Caso contrário, estaria fora. O garoto chora, pois as chances de aprovação, na sua cabeça, seriam mínimas.

O ano de 2009 para Issac se mostrava nebuloso, pois além de ser reprovado na escola seria privado de fazer o que mais gostava: treinar, jogar punhobol. Diante da realidade o jovem engoliu o choro, enxugou as lágrimas e foi à luta. Com auxilio de uma professora focou nos estudos como se fora uma final de campeonato. Dias depois o boletim fora entregue ao professor Reinaldo com uma palavra escrita que ninguém imaginava: “Aprovado”.

Isaac em ação pela seleção brasileira (Arquivo pessoal)

A vitória de Isaac foi apenas a primeira de uma série que viria depois dentro do projeto de punhobol, uma modalidades tipicamente alemã, ou seja, um esporte que tem todo o DNA do povo blumenauense, personificado no titulo brasileiro adulto de 1995 com o Guarani. Posteriormente a tensa experiência Isaac só evoluiu. Aos 18 anos foi campeão mundial pela seleção brasileira juvenil e durante quatro anos integrou a seleção brasileira principal. Chegou a um grau de importância tão significativo no esporte que foi um dos escolhidos para participar da cerimônia do revezamento da tocha dos Jogos Olímpicos Rio 2016 em Blumenau.

Hoje, aos 25 anos, ao lado do professor Reinaldo, Isaac, além de atleta, é também treinador dos garotos que fazem parte do Projeto da Associação dos Pais e Amigos do Punhobol (APAP), entidade criada em 2021 para ser parceira do Guarani Esporte Clube. “Quando ele estava prestes a entrar na faculdade, lancei para ele um novo desafio. Se passasse no vestibular de Educação Física, o desejo dele, ele seria professor no projeto junto comigo. Ele aceitou, foi aprovado e hoje é também o treinador das categorias de base”, lembra Reinaldo.

Desafio também é palavra de ordem dentro do projeto punhobol da APAP, que oferece gratuitamente na quadra do Guarani Esporte Clube a prática da modalidade nas categorias  mirim, infanto, juvenil, júnior e adulto abrangendo a idade a partir dos 10 anos. Na verdade, o projeto APAP é a continuação do trabalho desenvolvido há 50 anos dentro do Guarani, que já deu para Blumenau 23 títulos do punhobol masculino dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), se consagrando como a modalidade coletiva mais vencedora dos blumenauenses nos 60 anos da competição.

São atualmente, dentro do projeto da APAP cerca de 30 participantes que treinam em média de duas a três horas diárias às terças, quintas e sábados, principalmente fundamentos como passe, saque e levantamento. Há ainda em dias programados espaços para os treinamentos físicos.

Integrantes do projeto punhobol celebram vitória (Arquivo pessoal)

Toda a dedicação inserida no projeto traz bons frutos.  O atacante Nélson, 15 anos, é uma das promessas do projeto. Atleta forte é bastante dedicado nos treinamentos.  Há outros que já são realidade como  Vitor Amorim, 22 anos, e Henrique Cunha, 20,  que já foram campeões juvenis pela seleção brasileira. O trio se espelha em outro medalhão: Guilherme dos Santos, 37 anos, que deu os primeiros passos no Punhobol, primeiramente Escola Machado de Assis e depois nas quadras do Guarani e tem no currículo  13 anos de seleção brasileira.

“O Punhobol foi amor à primeira vista e, como todo esporte, mudou a minha vida. Aprendemos desde o começo a ter disciplina, a saber valorizar o trabalho em grupo, saber o valor da derrota e da vitória, aprendizados que a gente leva para a vida tanto no esporte como no trabalho e na vida pessoal. No Punhobol descobri minha vontade de trabalhar com o esporte onde comecei a estudar Educação Física e hoje atuo na área. Além disso o Punhobol me proporcionou a possibilidade de conhecer lugares que nunca imaginei que iria. Graças ao Punhobol conheci mais de 10 países”, agradece Guilherme.

Guilherme nos Jasc (Arquivo pessoal)

“É gratificante, como treinador e professor, influenciar positivamente na vida destes atletas.  O esporte ensina a você ser cidadão, a saber ganhar e perder, enfim, influencia na vida social  de cada um. Ou seja, o esporte ensina aos atletas a serem pessoas melhores dentro da sociedade”, admite o treinador Reinaldo César Guimarães.

“O punhobol mudou minha vida como pessoa e como atleta. Em 2009 fui convocado pra Seleção sub-18 pela primeira vez com 15 anos sendo logo campeão Sul- Americano. No Ano seguinte  fui convocado para meu primeiro mundial Sub-18, na Espanha, onde fui vice campeão. Em 2012 joguei meu segundo mundial juvenil em Cali, Colômbia e fui mais uma vez campeão mundial Sub-18 . Em 2013 iniciei minha carreira na seleção brasileira adulta, período em que tive a oportunidade de conhecer diversos lugares pelo mundo e de ser campeão Sul – Americano, Pan Americano e realizei meu sonho de jogar um Mundial Adulto em 2015 na Argentina”. As palavras de Isaac, o garoto quase reprovado, personagem inicial desta matéria, dá uma dimensão da importância do punhobol em sua vida que começou em um projeto social.

 

 

 

 

 

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Governador recebe seleção de vôlei que treina em SC

O governador Carlos Moisés  receberá, nesta quinta-feira, 08 de Julho, a seleção brasileira de vôlei feminino, categoria Sub-18. A seleção treina desde o dia 28 de junho em São José, neste período de preparação para o mundial da categoria, que será disputado em setembro no México. O encontro será na Casa d'Agronômica, em Florianópolis. Será também um agradecimento do Governo de Santa Catarina à ( Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) por ter escolhido o estado para essa etapa importante do período de preparação da seleção.

Quatro meninas do Brasil tiveram formação esportiva no estado: as joinvilenses Heloise, levantadora, e Helena, ponteira, ambas atletas do Flamengo, do Rio de Janeiro; Thuany, ponteira de Jaraguá do Sul e Kauany, ponteira e oposta de Balneário, atleta do Bradesco, São Paulo.

Na última terça-feira, 29, a comissão técnica da seleção esteve na sede da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), quando destacou a importância dos trabalhos de base realizados no estado. “O voleibol de base de Santa Catarina é referência para o Brasil”, disse Caetano Rocha, supervisor técnico da seleção, referendado nos discursos do treinador da seleção, Hylme Dias e Evelton Bóllico, assistente técnico e treinador de Guaraciaba. A comitiva foi recepcionada pelo presidente da Fesporte Kelvin Soares e pelo presidente da Federação Catarinense de Voleibol Dante Klaser.

“Este reconhecimento do Governo catarinense acontece às vésperas de mais uma olimpíada e esta geração representa o futuro do voleibol brasileiro, uma das modalidades que mais trazem medalhas olímpicas para o Brasil”, destaca o Presidente da Fesporte, Kelvin Soares.

 No Japão, vestirão a camisa da seleção principal duas atletas formadas em projetos esportivos catarinenses: Rosamaria, natural de Nova Trento, e Natália, que é paranaense, mas fez toda a base no esporte catarinense, desde o infantil jogando por Joaçaba. Só no feminino, o Brasil já conquistou quatro medalhas olímpicas, sendo duas de ouro e outras duas de bronze.

 

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CBAt convoca 9 catarinenses do atletismo para as olimpíadas

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) anunciou nesta quinta-feira (1/7) a lista dos 51 atletas – 31 no masculino e 20 no feminino - convocados para os Jogos Olímpicos de Tóquio, que tem a cerimônia de abertura marcada para o dia 23 de julho. O torneio de atletismo será disputado de 29 de julho a 8 de agosto no Estádio Olímpico do Japão e no Sapporo Odori Park, que fica a cerca de 800 km de Tóquio.

Dentre os 51 atletas convocados, 6 são filiados a Clubes Catarinense e 3 de outros clubes fora do estado:

Anderson de Freitas Henriques (AABLU-SC, Blumenau) – 4x400 m misto

Pedro Luiz Burmann (AABLU-SC, Blumenau) – 4x400 m misto

Matheus Gabriel Correa (AABLU-SC, Blumenau) – 20 km marcha

Felipe Vinícius dos Santos (AABLU-SC, Blumenau) – decatlo

Ana Claudia Lemos (SR Mampituba-SC, Criciúma) – 4x100 m

Simone Ponte Ferraz (APA, SC Jaraguá do Sul) – 3.000 m com obstáculos

Também estão no time  mais três catarinenses filiados a outros clubes fora de Santa Catarina

Darlan Romani  (Concórdia) - arremesso de peso

Rodrigo Pereira do Nascimento (Itajaí) – 100m

Eliane Martins (Joinville) - salto em distância 

O anúncio só foi possível depois que a World Atlhetics fechou o seu Ranking Mundial por Pontos e as informações permitiram a convocação dos atletas qualificados pelas cotas de participantes por prova.

A participação do atletismo brasileiro no Japão só será menor do que a registrada nos Jogos do Rio-2016, quando foram chamados 67 atletas. A Olimpíada de Tóquio, inicialmente marcada para 2020, teve de ser adiada em um ano por causa da pandemia global da COVID-19. O mundo passou por enormes desafios e os atletas brasileiros enfrentaram dificuldades ainda maiores para poder participar de competições no exterior.

“Quero parabenizar a todos os atletas convocados, treinadores, clubes e federações e aos que fizeram grande esforço e não conseguiram qualificação por índices ou por cotas. Tenho certeza de que o Brasil estará bem representado no Japão”, comentou o presidente do Conselho de Administração da CBAt, Wlamir Motta Campos, em entrevista coletiva virtual. “A parceria com o Comitê Olímpico do Brasil também foi muito importante, assim como o apoio das Loterias Caixa, nosso patrocinador máster, Prevent Senior, Solst, Pista e Campo e Nike.”

Texto adaptado de CBAt

 

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Atenção dirigentes! novos prazos à Olesc e Joguinhos!

Atenção dirigentes! Fiquem atentos aos novos prazos estabelecidos pela Fesporte para a Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc) e Joguinhos Abertos de Santa Catarina.

Olesc

30 de julho: prazo final de inscrição – Termo de Compromisso.

10 de agosto: prazo final para desistência de participação (município ou modalidade) e inclusão de atleta para a etapa microrregional.

Joguinhos

13 de agosto: prazo final de inscrição – Termo de compromisso.

25 de agosto: prazo final para desistência de participação (município ou modalidade) e inclusão de atleta para a etapa microrregional.

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Projetos de Sucesso em SC: basquetebol de Florianópolis

Na série de reportagens sobre Projetos Esportivos de Sucesso em Santa Catarina, que a Fesporte vem divulgando a cada quinta-feira, hoje destacamos o projeto de basquetebol do Instituto Estadual de Educação, de Florianópolis.

“Fico muito orgulhoso em poder transformar a vida das pessoas por meio do basquetebol”. A frase dita pelo treinador de basquete, Kênyo Nunes, 44 anos, sintetiza bem a paixão desse tubaronense pela modalidade que chegou ao posto de treinador da seleção brasileira escolar em 2008. Quem olha os inúmeros títulos do projeto que ele dirige na Associação Desportiva Instituto Estadual de Educação (ADIEE), em Florianópolis, entre os quais dois bicampeonatos brasileiros – escolar e de clubes – percebe que, além do amor, há competência.

Funcionando em parceria com a Fundação Municipal de Esportes (FME) da Prefeitura de Florianópolis e Avaí Futebol Clube, o projeto da ADIEE/Instituto Estadual de Educação atende gratuitamente 300 pessoas com idade a partir dos nove anos divididas nas categorias sub-12, sub-14,sub-16, sub-17, sub-19 e adulto (no masculino), sub-12, sub-14, sub-19 e adulto (feminino). Os treinos são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras na quadra do Instituto Estadual de Educação (IEE), na Capital catarinense.

Desde 1973, quando começou como AADIEE, o projeto já revelou inúmeros atletas. Alguns para as seleções brasileiras de base, o que faz o Projeto de Basquete da ADIEE/AVAÍ/FME ser uma das referências de escolinha de base em Santa Catarina.

Das quadras da escolinha saíram nomes para a seleção brasileira de base como a armadora Thuanny Mackowiesky Barcelos, convocada aos 16 anos, período em que foi campeã da Olesc (Olimpíada Estudantil Catarinense) e Joguinhos. Hoje, aos 28, anos, ela retornou ao projeto e, além de atleta, exerce a função de professora das categorias de base e preparadora física.

 

O projeto de basquete do Instituto Estadual de Educação atende gratuitamente cerca de 300 pessoas (Arquivo pessoal)

Na lista de destaques há ainda o pivô Vitor Michel Salvador, convocado aos 12 para a seleção brasileira e com passagens pelo Minas Tênis Clube, de Minas Gerais, e Universo, de Brasília;  o pivô Victor Hugo Cardoso (Birô), hoje com16 anos e que joga no Franca, de São Paulo, onde foi campeão paulista, e ainda o armador Geone Felix, 18 anos,  com passagem pelo basquete italiano.

Kênyo Nunes lembra que começou sua caminhada no projeto do basquete do Instituto Estadual de Educação por meio da parceria ADIEE/AVAÍ/FME em 2001, após passar no vestibular de educação física da Udesc e ter que largar seu município, Tubarão, e vir morar em Florianópolis. “Na época eu era um mediano jogador de basquete da seleção de Tubarão e quando fui para Floripa, por conta da faculdade, meu professor Valmor Ramos, que trabalhava no projeto de basquete do Instituto de Educação, teve que se afastar para fazer doutorado em Portugal e ele me indicou para o seu lugar e estou até hoje”, recorda-se.

O treinador revela que na época o projeto era voltado apenas para campeonatos internos e a partir do momento que assumiu se comprometeu em dar voos mais altos. Com foco e disciplina, Kênyo começou a implantar sua filosofia de trabalho e os resultados começaram a surgir. Em 2002, na primeira competição oficial em sua gestão, ficou em oitavo lugar no campeonato estadual sub-14 entre os 10 participantes.

“Este resultado foi muito comemorado. Foi como se fosse um título para nós. E fomos trabalhando passo a passo. Aprendendo, melhorando, se estruturando, enfim, crescendo e com isso fomos trabalhando com outras faixas de idade como o sub-15, 16, sempre aproveitando os próprios alunos do Instituto”, lembra Kênyo.

O basquetebol feminino também é contemplado pelo projeto (Arquivo Pessoal)

E mais uma vez a estratégia deu certo, pois em 2005, a equipe conquistou o primeiro titulo importante dessa nova fase: foi campeão estadual dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) 12 a 14 anos. O título classificou a equipe para o brasileiro da competição, disputado naquele ano em Brasília, em que os catarinenses ficaram em quinto lugar com direito a eliminar São Paulo, favorita a conquistar o torneio.

Três anos depois, em 2008, o basquete masculino do Instituto Estadual de Educação sagrava-se campeão brasileiro escolar em Poços de Caldas, Minas Gerais, vencendo na final a poderosa Escola Santa Monica, do Rio de Janeiro, por 12 pontos de diferença. Com a conquista o projeto de basquete entrava definitivamente na história do esporte escolar de Santa Catarina.

“O basquetebol da ADIEE/AVAÍ/FME foi de grande importância na minha vida porque foi por meio dele que cheguei até aqui: hoje sou professora nas categorias de base do clube, preparadora física e atleta. Amo minha profissão, principalmente em ter a oportunidade de transmitir a experiência que tive da modalidade”. O depoimento é de Thuanny Barcelos, o que mostra quão o projeto é transformador na vida dos atletas.

O coordenador Kênyo Nunes durante uma competição (Arquivo pessoal)

“Fui formada na ADIEE, campeã da Olesc, campeã dos Joguinhos, joguei em clubes paulistas, clubes aqui do estado, representei o estado de Santa Catarina e o Brasil nas categorias de base. Sou muito grata por ter dito essa oportunidade e agarrado, pois o esporte é uma ferramenta que oportuniza muitas vivências, experiências e através dele podemos formar cidadãos do bem”, atesta Thuanny. 

Armadora Thuanny Barcelos, uma das destaques do time, com passagem pela seleção brasileira de base (Foto: arquivo pessoal)

Quem também agradece ao projeto é pivô Vitor Michel Salvador, que depois de passar por Minas Tênis Clube, de Minas Gerais, e Universo, de Brasília, está de volta a  Florianópolis para passar um pouco da sua experiência aos mais novos. “Só tenho a agradecer ao projeto, pois ele foi muito importante na minha formação como atleta e cidadão. Sou de uma geração muito vitoriosa, a de 93. Joguei em grandes clubes, na base da seleção e tudo isso foi graças ao trabalho do projeto de basquete do professor Kênyo Nunes, em que aprendi fatores importantes do basquete como fundamento, disciplina e treinamento”, finalizou. 

Hoje no currículo do projeto consta: seis vezes campeão dos Jesc, duas vezes campeão da Olesc , duas vezes campeão brasileiro e de clubes, 15 vezes campeão estadual entre clubes e campeão dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina. 

Confira  as principais conquistas

Jesc: 6 vezes campeão: 2005, 2008, 2011, 2017, 2018 e 2019

Olesc: 2 vezes campeão: 2010 e 2016

Joguinhos: 1 vez campeão: 2018

Brasileiro Escolar: 2 vezes campeão: 2008 e 2019

Sul Brasileiro: 2 vezes campeão: 2018 e 2019

Estadual: 15 vezes campeão: 2005 (Sub-14), 2006 (Sub-12), 2007 (Sub-16), 2009 (Sub-16), 2010 (Sub-16), 2012 (Sub-16 e Sub-12), 2013 (Sub-19), 2016 (Copa SC adulto), 2017 (Sub-15 e torneio internacional Sub-15 e Sub-17), 2018 (Copa SC adulto e torneio internacional Sub-17) e 2019 (Sub-17)

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Confira os links para as reuniões virtuais

Nesta quinta e sexta-feira, dias 1º e 2 de julho, a Fesporte promove uma reunião virtual com dirigentes municipais, diretores de escolas, professores e demais responsáveis por inscrições esportivas. O assunto principal do encontro será esclarecimentos referentes às inscrições dos eventos da Fesporte, cadastros de atletas e o georrerenciamento esportivo.

Confira programação

Quinta-feira

9h00 às 10h00 - Gerência  de Esporte de Rendimento

10h00 às 11h00 -  Gerência de Esporte de Participação

Link para as reuniões:  http://meet.google.com/iyp-vzhv-bec

Sexta-feira

9h00 às 10h00 – Gerência de Esporte de Base e Inclusão

10h00 às 11h00 - Gerência de Políticas e Projetos Esportivos

Link para as reuniões: https://zoom.us/j/93488661949

 

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Convite para a reunião sobre Georreferenciamento Esportivo

Neste vídeo, Jeferson Batista,  gerente de políticas e projetos esportivos da Fesporte, faz um convite para a participação de uma reunião on-line sobre o processo de retomada do Projeto de Georreferenciamento Esportivo de Santa Catarina. 

O Projeto precisa ser finalizado e a ajuda dos municípios através de seus Gestores Esportivos Municipais será muito importante. Até o momento contamos com o cadastro parcial dos municípios, necessitando assim da conclusão do preenchimento dos dados através dos links de acesso para o complemento dessas informações.

Para os gestores esportivos que assumiram seus respectivos orgãos nesse ano de 2021, esse cadastramento do georreferenciamento é fundamental para que o Governo de Santa Catarina possa conhecer a realidade local e implantar políticas públicas no setor esportivo do município.

Por isso participar da reunião nesta sexta-feira, das 10h00 às 11h00 on-line, pelo  Google Meet é fundamental.

 

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Fesporte realiza entrega à campanha "Cobertor Solidário"

A Fesporte realizou nesta quarta-feira a entrega dos cobertores doados por seus colaboradores para a campanha de arrecadação idealizada e coordenada pela Rede Laço. 

A servidora Ângela Alves e Eliana Gazola, esposa do Presidente da Fesporte, Kelvin Soares, representaram a Fundação na entrega, realizada no CIC(Centro Integrado de Cultura). Elas foram recebidas pela primeira dama do estado, Késia Martins da Silva.

A campanha "Cobertor Solidário" foi criada pela Rede Laço para arrecadar cobertores em condições de uso, para doar às pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

Na segunda-feira, a primeira dama esteve na Fesporte, quando foram alinhadas outras ações tendo como foco o terceiro setor. “É importante contar com a experiência da Fesporte para juntos termos recursos para investir no esporte juntamente com instituições que trabalham com este segmento no terceiro setor e também fortalecer as ações do voluntariado”, disse Késia.  “O esporte tem papel fundamental na inclusão social e precisa caminhar ao lado de entidades como a Rede Laço responsáveis por esse processo de transformação”, completou Kelvin Soares.

Sobre a Rede Laço:

A Rede Laço foi criada para conectar voluntários com entidades públicas e privadas, sem fins lucrativos, do Estado de Santa Catarina em ações voluntárias destinadas a fazer o bem e ajudar a transformar a realidade das pessoas, criando laços de cooperação e de solidariedade.

 

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Nesta sexta reunião sobre os Jesc e o Moleque Bom de Bola

O recado de hoje é para a reunião desta sexta-feira, dia 2! A professora e gerente de esporte de base e inclusão, Josélia Teixeira, convida todos a participarem de uma reunião virtual às 9 horas.

O encontro será realizado na plataforma Google Meet, e nele a gerente esclarecerá como realizar cadastros de atletas, sobre as inscrições aos eventos da Fesporte e irá tirar dúvidas adicionais.

O link para a reunião estará disponível no site e nas redes sociais da Fesporte hoje, nesta quarta-feira.

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'Voleibol de base de SC é referência para o Brasil’

Na tarde desta terça-feira, 29, a comissão técnica da seleção brasileira feminina de voleibol, sub-18, esteve na sede da Fesporte. “O voleibol de base de Santa Catarina é referência para o Brasil”. O veredito de Caetano Rocha, supervisor técnico, dirigido aos funcionários da Fesporte,  foi referendado nos discursos do treinador da seleção, Hylme Dias e Evelton Bóllico, assistente técnico e treinador de Guaraciaba. A comitiva foi recepcionada pelo presidente da Fesporte Kelvin Soares e pelo presidente da Federação Catarinense de Voleibol Dante Klaser.

A seleção brasileira treina desde o dia 28 no ginásio do Conselho Comunitário do bairro Bela Vista, em São José, visando o campeonato mundial da categoria, a se realizar de 20 a 29 de setembro no México. Os treinamentos estão programados para até 5 de julho. O time, que atualmente é o terceiro melhor do mundo, conta com quatro atletas catarinenses:  as joinvilenses Heloíse, levantadora, e Helena, ponteira, ambas atletas do Flamengo, do Rio de Janeiro; Thuany, ponteira de Jaraguá do Sul, e Kauany, ponteira e oposta de Balneário, atleta do Bradesco, São Paulo.

Durante a reunião na Fesporte os integrantes da seleção mostraram todo o trabalho que é feito dentro da seleção no complexo esportivo de Saquarema, no Rio de Janeiro. Desde o trabalho dos olheiros – para garimpar talentos em competições nacionais –  ao processo de convocação, passando pelos treinamentos específicos no campo dos fundamentos da modalidade e evolução física das atletas.

Presidente da Fesporte, Kelvin Soares, recepciona a comissão da seleção (Foto: Antonio Prado)

Segundo Caetano Rocha a seleção Brasileira saiu de um patamar de terceira força sul-mericana para um terceiro lugar mundial em 2019, no Egito. “Conseguimos essa evolução graças a uma parceria entre Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e Comitê Olímpico do Brasil (COB). Juntos, montamos um laboratório para melhorar a qualidade do voleibol brasileiro e conseguimos este objetivo”, destacou. Ele também elogiou o trabalho do presidente da Federação Catarinense de Voleibol Dante Klaser.

“Conseguimos implantar no grupo o conceito de coletividade, de equipe, como fator mais importante e não somente o aspecto individual”, observou o treinador  Hylme Dias. Elivelton, por sua vez, lembrou de todo o trabalho de qualidade nos eventos da Fesporte. “Meu trabalho em Guariciaba, dentro dos eventos do estado, da Fesporte, me levaram à Seleção Brasileira, pois sempre foi pautado na dedicação e na disciplina e é isso que passamos para os nossas atletas para terem sucesso”.

Também estiveram na comitiva da seleção Júlio Kunz, auxiliar técnico, e Rommel Milagres, preparador físico. Por fim, Kelvin Soares agradeceu a presença de todos e recebeu de presente uma camisa da seleção, que será autografada pelas atletas.

 Técnico da seleção feminina sub-18, Hylmer Dias, deu um breve depoimento sobre a vinda da equipe técnica a Santa catarina e importância do esporte catarinense.

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Gerência de Esporte de Participação: sobre inscrições Jasti e Parajesc

Olha só este recado importante para esta quinta-feira, dia 1º ! Luiz Henrique de Bittencourt, gerente de esporte de participação da Fesporte, convida a todos a participarem de uma reunião virtual a partir das 9 horas. 

Será pelo Google  Meet. No encontro ele esclarecerá de como realizar cadastros de atletas e sobre inscrições aos eventos da Fesporte.

O link para a reunião estará disponível no site e nas redes sociais da Fesporte a partir desta quarta-feira. 

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