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Bocha paralímpica encerra os 4º Parajesc em Itajaí

Itajaí - Foram quatro dias de intensas disputas e muito esforço para superar os limites físicos. Neste domingo (4), chegou ao fim a 4ª edição dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc), realizados desde o dia 1º em Itajaí. No período, 416 paratletas representando 59 municípios e 215 escolas disputaram modalidades como atletismo, bocha paralímpica, futebol sete, goaball, natação, tênis de cadeira de rodas, tênis de mesa e vôlei sentado. Neste domingo, a competição distribuiu as últimas medalhas na bocha paralímpica. A chuva no inicio da manhã cancelou a última prova do atletismo: o lançamento da pelota no feminino.

Entre os medalhistas do último dia, Gabriel Rodrigues de Andrade, ouro na bocha paralímpica BC 3, de Balneário Camboríú, era só felicidade. Aluno da 5ª série da Escola Municipal Arariba e integrante da Seleção Brasileira, ele disse que o título até que foi fácil. “Na Seleção o treino é puxado e quando chegamos aqui tudo fica mais tranqüilo”, enfatizou. O interessante é que é a primeira medalha de ouro de Gabriel na etapa estadual, já que na nacional é bicampeão. Nos dois Parajesc que participou, foi medalha de prata.

Quem estava feliz também era Daniel Veras Silvestre, 16 anos, aluno da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) de São José. Daniel foi ouro na bocha paralímpica BC3, destinada a paratletas que têm paralisia quase total. A bola é empurrada com uma ponteira fixada à cabeça do atleta e desliza sobre uma calha com auxilio de uma pessoa denominada de calheira. “Ele está muito feliz, pois é a primeira conquista dele nos Parajesc”, dizia a orgulhosa mãe e calheira Josiane Silvestre.

Outro que debutou nos Parajesc foi Leonardo da Silva, 14 anos, da Escola Estadual Druziana Sartori, de Chapecó. O município veio apenas com quatro atletas e só Leonardo ganhou três medalhas de ouro para atletas com deficiência auditiva: no lançamento da pelota, nos 1.500 metros e no salto em distância. “No início, antes da competição, eu estava nervoso, mas quando eu entrei na pista esqueci tudo. Foi sensacional”, empolga-se, para em seguida mandar um recado: “gostaria de dizer que todos aqui são vencedores, mesmo aqueles que não ganharam medalhas”.

Ao fazer uma análise dos Parajesc 2013, o coordenador geral da competição, João Cascaes, disse que a edição deste ano foi positiva. “Pelo pouco tempo que Itajaí teve para preparar o evento estão todos de parabéns e olhando os resultados que os paratletas conquistaram tenho certeza que Santa Catarina vai brigar para estar entre os três primeiros lugares nas Paralimpíadas Escolares, a serem realizadas de 25 de novembro a 1º de dezembro, em São Paulo”. Os Parajesc são uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte e em parceria com as Secretarias de Desenvolvimento Regional e Prefeitura de Itajaí.

 

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Histórias se misturam nos Parajesc em Itajaí

Itajaí - Dia ensolarado e um clima perfeito para comemorar a tão sonhada vitória e a cobiçada medalha nos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc), neste sábado (3), em Itajaí. As provas no atletismo deram um brilho todo especial à competição e a pista sintética foi um espaço democrático para todos: desde aos mais graduados, como o campeão brasileiro de salto em distância Airton Arnoldo, do Colégio Cedup, de Blumenau, nos 100 metros para cegos, ao estreante e último lugar nos 100 metros para deficientes intelectuais Denílson dos Santos, da Escola Estadual Rui Barbosa, do município de Formosa do Sul.

Entre centenas de atletas, os dois estudantes personificaram o que são os Parajesc: um evento para todos. Airton entrou na prova dos 100 metros como favorito depois de ter conquistado quatro medalhas de ouro no ano passado. Ao cruzar a linha de chegada da pista sintética de Itajaí, só fez confirmar o favoritismo: 1º lugar. “Espero repetir este ano o que fiz em 2012 quando fui campeão no salto em distância nas Paralimpíadas Escolares, em São Paulo, representando Santa Catarina”, disse o campeão.

Já Denílson dos Santos foi o último lugar em sua prova: os 100 metros para deficientes intelectuais na faixa etária dos 12 a 13 anos. “È a minha primeira vez e gostei de participar disto aqui”. De fato, só em participar da prova, para ele, que começou no atletismo há cerca de um mês, já foi uma vitória.

Entretanto, o que chamou atenção na participação de Denílson foi seu uniforme: ao invés de calção, como os demais, uma calça moletom preta, sapatênis nos pés e a carteira porta-cédula presa à cintura. O cabelo? Estilo Cascão, idêntico ao que o craque Ronaldo usou na Copa de 2002. Ao largar na prova, a carteira caiu no chão, o que não foi empecilho para que o garoto continuasse até o fim, como reza a cartilha do bom desportista. Ao cruzar a linha de chegada, bateu o desespero: “minha carteira, minha carteira!”. Só ficou aliviado quando uma árbitra lhe entregou o objeto que procurava.

A sexta-feira (2) foi marcada pelas disputas da natação e neste sábado (3), além das provas do atletismo, o segundo e penúltimo dia dos Parajesc, foi caracterizado pelas disputas na bocha paralímpica e tênis de mesa, além de atividades como treinamentos/exibição de futebol sete, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado. Neste domingo (4), os Parajesc se encerram com as últimas provas do atletismo e a da bocha paralímpica.

Os Parajesc iniciaram quinta-feira, dia 1º, com a participação de 416 paratletas representando 59 municípios e 215 escolas e são organizados pelo Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte, em parceria com as Secretarias de Desenvolvimento Regional e Prefeitura de Itajaí. Os campeões representarão a seleção de Santa Catarina nas Paralimpíadas Escolares, de 25 de novembro a 1º  de dezembro, em São Paulo.

 

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Amor ao esporte supera limitações

Itajaí - São 416 paratletas de 59 municípios e 215 escolas disputando até domingo (4) as modalidades de atletismo, bocha, futebol sete, goaball, natação, tênis de cadeira de rodas, tênis de mesa e vôlei sentado nos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc). Se a medalha de ouro caberá a poucos, pode-se se dizer que um sentimento é comum a todos os participantes: o amor ao esporte que foi capaz de superar as limitações físicas. Nildiomar César da Silva, de 17 anos, atleta de tênis em cadeira de rodas de Itajaí, é um deles. Há um ano e meio perdeu o pé direito quando trabalhava em uma fábrica de pescado. “Era funcionário do almoxarifado e me colocaram no setor de trituração de gelo. Um dia meu pé escorregou na rosca de gelo e perdi meu pé”, recorda. Em Itajaí, disputando os Parajesc pela primeira vez, Nildiomar vê no esporte o ingrediente que faltava para continuar a ser feliz.

Ele informa que logo após o acidente procurou o esporte para continuar a dar sentido à vida. Primeiro tentou natação, depois descobriu o tênis por intermédio da professora Marisa Ferreira, que hoje é sua técnica. “Me apaixonei pelo esporte e é isso que quero”, garante. Os Parajesc reservam três vagas do tênis em cadeira de rodas à etapa nacional da competição, a ser realizada no final do ano, em São Paulo, e como Itajaí foi a única equipe a se inscrever na modalidade, Nildiomar está garantido.

Grande desafio

 

“Será um grande desafio”, acredita o itajaiense, que está somente há um mês na modalidade e é estudante da 8ª série da Educação de Jovens Adultos da Escola Estadual Pedro Paulo Felipe. “A grande dificuldade é se adaptar à cadeira, já que ele não é um cadeirante. Mas, levando em consideração que está apenas há 30 dias neste esporte, vejo nele uma grande evolução”, prega a técnica Marisa Ferreira, que além do pupilo, treina também Luis Henrique Meriz (Escola Municipal Pedro Rizz) e Jucélio Torquatto (Escola Municipal Juditte Duarte de Oliveira).

 

Outra que tem um amor especial pelo esporte é Amanda Tabacki Alberton, de 18 anos, de São José. Atleta do tênis de mesa e com síndrome de down, ela participa da competição entre os deficientes intelectuais. “Ganhei a primeira partida e acho que estou melhor do que o ano passado, quando fui muito mal”, diz a estudante da 7ª série do Centro Educacional Interativo Floresta.

Amanda diz que os Parajesc foram importantes para ela aprender mais sobre o tênis de mesa. “Aqui aprendo a jogar, vejo pessoas, conheço amigos e estou procurando até um namorado”, diz, rindo. O técnico dela, Jorge Ricardo Flor, crê que o esporte tem ajudado Amanda. “Percebemos até que a comunicação dela melhorou. Ela já articula melhor as palavras, conversa com novas pessoas e isso é o lado social que o esporte proporciona”, finaliza Jorge. Os Parajesc são uma promoção Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte em parceria com a prefeitura de Itajaí e secretarias de desenvolvimento regional.

 

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Premiação dos Jasc faz sucesso entre paratletas

Itajaí - Durante a cerimônia de abertura dos 4ª edição dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc), na noite desta quinta-feira (1), no Centreventos de Itajaí, o troféu e as medalhas da 53ª edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) chamaram bastante atenção dos paratletas que chegavam para a festa. Colocada bem na entrada do anfiteatro do centreventos, a premiação fez com que muitos parassem para tirar fotos e para admirar a beleza das peças, que reproduzem a fechada da prefeitura de Blumenau, município sede da competição de 20 a 30 de novembro.

O troféu e as medalhas estilizadas de acordo com a cidade-sede serão uma das novidades da 53ª edição dos Jasc, e até lá vão percorrer o Estado em eventos promovidos pela Fesporte. A prefeitura foi escolhida por simbolizar a tradição germânica de Blumenau e ser reconhecida nacional e internacionalmente. Atletas de Blumenau foram os mais orgulhosos com as peças, mas outros também fizeram elogios. Em Itajaí, sede do 4º Parajesc, atletas e dirigentes também fizeram apostas sobre qual marco da cidade litorânea vai estampar as premiações do próximo ano, quando os Jasc serão em Itajaí. O Mercado Público e o Bico do Papagaio foram os mais comentados.

O troféu de campeão geral, exposto no centreventos, também mereceu comentários e brincadeiras de dirigentes e técnicos de Blumenau e Itajaí, duas das cidades apontadas como favoritas a ficar com ele no fim de novembro. O troféu, como o dado aos campeões de cada modalidade, receberá o nome de uma personalidade do esporte catarinense. No caso do campeão geral, o do ex-presidente da Fesporte Edimar Pinto, o Edinho. 

Os Jogos Abertos de Santa Catarina são uma promoção do Governo de Santa Catarina, com realização da Fesporte e apoio das secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs) e prefeituras das cidades-sedes das etapas. Cerca de 5 mil atletas deverão disputar na fase estadual.

 

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Abertura com homenagens e cultura açoriana

Itajaí - Uma celebração à cultura açoriana. Assim foi o cerimonial de abertura da 4ª edição dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc), na noite desta quinta-feira (1), no Centreventos, em Itajaí. Tendo como pano de fundo a origem do boi-de-mamão, expressão folclórica da cultura açoriana típica de Itajaí e de Santa Catarina, a abertura dos Parajesc foi celebrada com personagens como a maricota, o cavalinho, o boi, a bernunça, entre outros. Nesta sexta-feira (2), as competições começam no período da tarde com a natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e bocha. Os Parajesc se encerram domingo e são uma promoção Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Itajaí e secretarias de desenvolvimento regional.

Na festa de abertura, no Centroeventos, os paratletas presentes puderam conhecer um pouco sobre a história do boi-de-mamão por meio de uma apresentação artística do Grupo Folclórico Boi de Mamão, de Itajaí. Coube à paratleta da bocha paralímpica Eliza Greice Alves, da Escola Estadual Deputado Nilton Kucker, a condução do fogo simbólico e acendimento da pira olímpica e ao aluno e mesatenista Luiz Henrique, da Escola Municipal Judith Duarte de Oliveira, o juramento do atleta.

Entre as autoridades presentes, o secretário de educação de Itajaí Edson D’Ávila, representando o prefeito de Jandir Bellini, o presidente da Fesporte Erivaldo Nunes Caetano Jr, o Vadinho, e  a secretária do desenvolvimento regional de Itajaí, Eliane Neves Rebêlo Adriano. Em suas palavras, a secretária incentivou os atletas a praticarem o esporte com esforço e solidariedade. Já Edson Dávila destacou que os Parajesc são os jogos da superação e da inclusão social.

O presidente da Fesporte exaltou a perseverança dos paratletas: “Vocês estão fazendo esporte com o coração e por isso estamos orgulhosos. Por isso o Governo de Santa Catarina não medirá esforços para realizar um grande evento”, destacou.

Vadinho aproveitou a ocasião para homenagear algumas pessoas com um troféu de honra ao mérito pelos relevantes trabalhos ao paradesporto. Foram homenageados no palco José Sestrem, presidente da Federação Catarinense de Desportos de Cegos e Baixa Visão (Fecadesc); Rose Bartucheski, presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), e Jean Reinert, integrante do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Coned).

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Itajaí recebe mais de 400 paratletas

Itajaí - A partir de quinta-feira, dia 1º, até domingo, dia 4, Itajaí recebe 415 paratletas de 12 a 19 anos para a disputa da 4ª edição dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc). A abertura oficial será na quinta-feira, às 19h, no Centreventos. O evento é uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Itajaí.

Os locais de competições já foram definidos. No Centreventos ocorrem as disputas de bocha paralímpica, tênis de mesa, vôlei sentado e goalball. No Itamirim serão as disputas de natação e tênis de campo em cadeira de rodas; na Aspmi os jogos de futebol de 7 e na pista municipal as disputas de atletismo.

Os Parajesc valem classificação para as Paralimpíadas Escolares, que ocorrem de 25 de novembro a 1º de dezembro, em São Paulo. No ano passado, Santa Catarina ficou em 3º lugar, com 106 medalhas. Para Aline Rita de Barros, coordenadora do Paradesporto da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (Fmel) de Itajaí, o município anfitrião tem boa possibilidade de fazer um bonito papel na competição. “Os paratletas da fundação sempre conquistam bons resultados nos Parajesc e se classificam para as Paralimpíadas. E, apesar de neste ano estarmos participando com apenas 14 atletas, as nossas expectativas são as melhores”.

João Cascaes, da Fesporte, coordenador técnico da competição, destaca que os Parajesc têm um significado especial entre os eventos esportivos da Fesporte. “É um evento que fomenta o paradesporto na escola, revela novos talentos e fortalece a inclusão social do paratleta”. Cascaes destaca ainda que desde a criação dos Parajesc, municípios como Itajaí, Lages, Maravilha, Blumenau e Joinville passaram a trabalhar de forma mais significativa com o paradesporto. “Isso já trouxe bons frutos para Santa Catarina nas Paralimpíadas na forma de medalhas”, finaliza Cascaes.

 

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Laguna também quer sediar os Jasti em 2014

Laguna - O secretário municipal de Educação e Esportes Luís Fernando Schiefler Lopes e o professor Vamilson Souza D`Espíndola, protocolaram na Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) no dia 22, a candidatura do município de Laguna para sediar a etapa estadual dos Jogos Abertos da Terceira Idade em 2014.
Esse evento contou com aproximadamente dois mil atletas de 151 municípios, totalizando cinco mil pessoas envolvidas diretamente na etapa estadual, que foi realizada em Itá, no mês de abril desse ano. Por se tratar de um evento no litoral sul catarinense, cogita-se a possibilidade desses números duplicarem, trazendo benefícios para a cidade como um todo.
Esses jogos contam com as modalidades de canastra, truco, dominó, bocha, bolão 23, dança de salão e dança coreografada. Laguna já foi campeã na modalidade de dominó masculino e 3ª colocada na mesma modalidade nesse ano.
O secretário Luis Fernando Schiefler salientou ao presidente da Fesporte, Erivaldo Nunes Caetano Jr, que esse será um evento ímpar na história de Laguna. “Mostraremos o potencial do município na apresentação da defesa da candidatura do município em novembro deste ano”, salientou. Além de Laguna, Canoinhas, Jaraguá do Sul e Gravatal já encaminharam ofício se candidatando a receber o evento em 2014. 

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Sua excelência, o integrador esportivo

Chapecó - Sabe aquele elemento essencial para que tudo funcione bem em determinada função? Quando falamos da estrutura que envolve todo o esporte amador de Santa Catarina, essa peça que não pode faltar é o integrador esportivo.

São eles que organizam as competições na base, ou seja, nas cidades. E não é apenas uma cidade, são várias. Os integradores se espalham pelo Estado usando como base as Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDR). São 36, cada um deles responsável por, em média, 10 municípios e todas as competições que elas estão envolvidas.

Gladimir Dutra da Cunha é um dos 36 integradores em ação pelo Estado. Responsável pela região da SDR de Concórdia, cuida no dia a dia de cerca de 2 mil jovens atletas de 7 municípios. Há 10 anos na função, ele destaca o retorno da população para o trabalho que é feito. “Temos uma responsabilidade de orientar, passar informações, auxiliar no que for preciso os pequenos municípios, principalmente. E eles devolvem todo esse esforço com muita gratidão, é muito legal”, conta Gladimir.

Ivete Tirelli é integradora na área da SDR de Palmitos, que engloba oito municípios. Ela lembra que, para equipes de cidades pequenas, chegar à fase regional de uma competição, como a que está ocorrendo em Chapecó, já é motivo para muita alegria. “As pequenas cidades valorizam demais esses eventos, são as Olimpíadas deles. Por isso, não podemos permitir que esse envolvimento acabe jamais”, reforça.

A correria para fazer tudo funcionar perfeitamente também é a rotina diária de Lenuir Oliveira, integrador da região de Xanxerê. São 14 municípios com eventos programados praticamente durante o ano todo. Mas é nessa época que o trabalho, que já é corrido, vira uma verdadeira maratona. “Hoje estou aqui cuidando apenas do pessoal do vôlei, em etapas regionais como essa em Chapecó o trabalho fica bem mais tranquilo, tem mais gente para dar suporte. Mas também estou com a cabeça nos Jesc, no Moleque (Bom de Bola), nas microrregionais dos Jasc. Preciso controlar tudo, não dá para esquecer nenhum detalhe”, explica.

Apesar da correria e das dificuldades do dia a dia, Lenuir, Gladimir e todos os demais integradores são enfáticos ao definir o que move essa função, tão determinante para o esporte catarinense: a satisfação de ver uma equipe se desenvolvendo, os jovens se tornando atletas, tirando lições para toda a vida. “Uma vitória deles nas quadras, nas pistas, nas piscinas, também é uma vitória nossa. Nos sentimos um pouco pai e mãe de cada um deles”, diz Lenuir Oliveira.

Engrenagem fundamental

 

Para o diretor de Esporte da Fesporte, Marcelo Kowalski, o sucesso e o nível de participação nos eventos catarinenses não seria possível sem a figura do integrador na base. “Tenho eles como a ponta da lança da Fesporte, aqueles que nos representam em cada cantinho e fazem a engrenagem toda girar. A Fesporte só consegue chegar a tantos municípios graças aos integradores”, destaca.

 

Osvaldo Junklaus é um dos responsáveis pela organização dos eventos de alto rendimento da Fesporte, e começou a trabalhar na entidade em 1991, justamente como integrador. Mais uma razão para ele destacar a importância da função como essencial para o sucesso do esporte amador catarinense, um modelo que outros estados tentam copiar. “Sem eles, os integradores, com certeza não chegaríamos às fases principais dos eventos com tanta participação. São eles os fomentadores na base, aqueles que aproximam a estrutura da Fesporte de cada um dos pequenos municípios catarinenses”, reitera Junklaus, que acrescenta: “O modelo de sucesso que temos hoje em Santa Catarina é mérito deles, que batem de porta em porta arrebanhando atletas e incentivando a prática esportiva. Sem eles, não seria possível termos as fases microrregionais dos torneios, o que mudaria drasticamente o cenário que temos hoje”.

Informações adicionais:

 

Rodrigo Braga

(48) 8802-7742

 

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